ANP na mídia

Publicado em 23/10/2020 15h09 Atualizado em 18/02/2021 17h49

Portogente
18/02/2021 - Pré-sal: Tecnologia promete economia milionária na extração de petróleo

Uma nova técnica computacional, que mescla física e inteligência artificial (IA), desenvolvida por pesquisadores da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, promete gerar uma economia milionária ao processo de extração de petróleo dos poços do pré-sal. Além disso, a tecnologia deve proporcionar maior segurança aos procedimentos realizados nas plataformas, diminuindo o risco de acidentes ambientais nas refinarias e minimizando a emissão de CO2 na atmosfera. A pesquisa tem recursos da cláusula de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), que tem como objetivo estimular a pesquisa e a adoção de novas tecnologias para o setor, que é uma das atribuições da ANP.

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O Globo

8/10/2020 - Desinvestir para transformar a Petrobras

Nesta quarta-feira (8/10/2020), o artigo do diretor-geral interino da ANP, Raphael Moura, foi destaque na sessão Opinião, do portal O Globo.

Leia na íntegra a seguir:

O plano de desinvestimento da Petrobras representa a maior transformação da indústria do petróleo no Brasil nos últimos 25 anos.

Embora bem-sucedida, a abertura iniciada com a flexibilização do monopólio estatal em 1997 foi incompleta, pelo papel hegemônico que a Petrobras continuou exercendo, não apenas na produção de petróleo e gás natural, mas em toda a cadeia do setor. Mais que uma empresa de petróleo, atuou como um verdadeiro braço do Estado brasileiro, assumindo funções, por exemplo, de garantia do abastecimento nacional.

A elevada concentração de atividades em único agente lhe impôs a pesada tarefa de atuar simultaneamente em muitas frentes. Por mais que a Petrobras tenha avançado, dificilmente uma única empresa poderia dispor de recursos suficientes para atender a todas as demandas de um país de dimensões continentais.

A dependência do desempenho de um único agente (ainda) traz riscos adicionais, como observado em anos recentes, quando dificuldades enfrentadas pela companhia contribuíram para a redução da atividade econômica e elevaram preços ao consumidor. É apropriado lembrar da expressão "não se deve colocar todos os ovos na mesma cesta", que pode ser traduzida como: diversificar para reduzir os riscos.

No Brasil, do total de 6 milhões de quilômetros quadrados em bacias sedimentares — ou seja, potencialmente produtoras de petróleo e gás —, apenas 240 mil quilômetros quadrados estão contratados. Dos volumes descobertos de hidrocarbonetos, somente 10% foram produzidos. Enquanto os EUA, em plena crise do petróleo, esperam perfurar quase 11 mil poços em 2020, o Brasil não chegou a 30 mil ao longo de toda a sua história. Há muito ainda a se fazer.

A importância do desinvestimento suplanta o natural desejo da Petrobras de reduzir a sua dívida e focar na sua atividade mais rentável, que é a exploração do pré-sal, onde a empresa pretende concentrar 71% dos cerca de US$ 45 bilhões que prevê investir entre 2021 e 2025. O desinvestimento diz respeito ao Brasil e à formação de mercados diversificados e competitivos que podem alavancar o crescimento econômico e aumentar o bem-estar da sociedade.

Essa transformação já começou. Em apenas 14 ativos na bacia de Campos recentemente vendidos pela Petrobras, novos operadores especializados em operar campos maduros já assumiram junto à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis- ANP o compromisso de investir pelo menos R$ 10 bilhões para aumentar a produção. Para eles, há sentido econômico, pois seus custos são otimizados para esse tipo de negócio. Navegar um pequeno e charmoso veleiro é bem diferente de operar um poderoso transatlântico, mas o mar é grande o suficiente para acomodar ambos.

A se cumprir todo o plano de desinvestimento anunciado, serão dezenas de bilhões de reais investidos em revitalização nos próximos anos, pelas empresas que assumirem a operação dos demais campos à venda. Estados como Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Bahia, Sergipe e Espírito Santo estão entre os mais beneficiados pelos novos projetos, mas os reflexos serão positivos em todo o Brasil.

No setor de gás natural, o país também está em transição rumo a um mercado líquido, transparente e de livre acesso. Apenas as medidas adotadas desde 2019 para desconcentração do segmento já despertaram o interesse de novos agentes para carregamento do gás natural. Foram 42 novas autorizações concedidas pela ANP nesse período, frente a uma média anual de apenas três autorizações entre 2014 e 2018. Para os agentes comercializadores, a tendência se mantém: 36 novos agentes foram autorizados nos últimos dois anos, frente a uma média anual de quatro entre 2016 e 2018.

Em conjunto com outras mudanças legais e regulatórias nos âmbitos federal e estadual — em especial a aprovação da nova Lei do Gás —, será possível destravar investimentos em novas unidades de processamento, gasodutos e outras infraestruturas e, ao mesmo tempo, aproximar as tarifas nacionais das praticadas no mercado internacional, viabilizando o uso desse insumo na indústria e a geração de energia mais barata.

Já no refino, a ampliação do número de agentes deverá significar a introdução de novas tecnologias, a redução dos custos de operação e maior produtividade, resultando em preços competitivos para o consumidor. Além disso, a diversidade deverá contribuir para garantir a segurança do abastecimento a longo prazo, com a superação de gargalos logísticos.

O termo “desinvestimento” pode passar uma falsa impressão, por se referir ao ponto de vista da empresa vendedora dos ativos. Para o Brasil, significa exatamente o oposto: diversidade, competitividade e, principalmente, muito mais investimentos.

Raphael Moura é diretor-geral interino da ANP

 


IstoÉ Dinheiro
23/8/2020 - Drone e barco não tripulado vão identificar vazamento de óleo no mar

A cláusula de Pesquisa e Desenvolvimento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis foi destaque no Portal ISTOÉ Dinheiro. A matéria fala sobre o sistema Ariel (do nome em inglês Autonomous Robot for Identification of Emulsified Liquids), capaz de identificar vazamento de óleo no mar.

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BOL
05/08/2020 - Por que a nova gasolina vai reduzir casos de combustível batizado

A nova especificação da gasolina importada ou produzida no Brasil, que passou a valer em todo o País na última segunda-feira, não proporciona apenas menor consumo, redução nas emissões e mais proteção para os motores.

De acordo com a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e a Petrobras, a nova gasolina também dificulta a respectiva adulteração criminosa nos postos, com o objetivo de aumentar os lucros do revendedor.

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UOL
02/06/2020 - Produção de petróleo do Brasil avança 13,6% em abril na comparação anual , diz ANP

O último boletim da produção da ANP foi destaque em matéria do UOL. O portal destacou que a produção de petróleo no Brasil em abril somou 2,958 milhões de barris por dia, com alta de 13,6% ante mesmo mês do ano anterior e leve recuo de 0,5% na comparação com março.

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Agência Brasil
19/05/2020 - ANP alerta sobre riscos do uso de álcool combustível contra covid-19

A nota da ANP sobre os riscos do uso inadequado de etanol combustível como produto de limpeza e desinfecção foi destaque em matéria do portal da “Agência Brasil”. Segundo a ANP, os produtos destinados ao uso humano, ou em ambiente domiciliar, são aqueles regularizados pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que seguem legislação própria, pois tem níveis específicos de exigência no processo de fabricação, de acordo com o seu uso.

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O Dia
16/12/2019 - Parceria prevê R$ 220 milhões para pesquisas na área de petróleo e gás

A assinatura do contrato de cooperação para a execução de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) entre o Serviço Geológico do Brasil (CPRM), a Petrobras e a ANP foi destaque em matéria do portal "O Dia". A intenção é impulsionar pesquisas inovadoras no setor e ampliar o conhecimento geológico das bacias sedimentares brasileiras. A cerimônia de assinatura ocorreu no prédio do Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM), na Urca, Zona Sul do Rio de Janeiro. Os projetos incluem a revitalização do Museu de Ciências da Terra e dos seus laboratórios; a construção da Rede SGB de PD&I com Rochas e Fluidos de Bacias Petrolíferas, composta por três litotecas (local de reserva e exposição de coleções de rochas), uma no Rio de Janeiro, outra na Bahia e a terceira no Amazonas. Etá prevista ainda a revitalização do Centro de Referências em Geociências, no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com laboratórios de alto desempenho.

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TN Petróleo
08/10/2019 - Museu da Terra receberá R$ 123 milhões autorizados pela ANP

A revitalização do Museu de Ciência da Terra foi destaque em matéria do portal TN Petróleo, revista especializada em tecnologia e negócios dos setores de petróleo e gás do Brasil. A ANP autorizou a realização de projeto executivo para uma iniciativa da Petrobras com o Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM), para revitalização do conjunto de laboratórios que compõem o Museu da Terra, localizado na Urca, no Rio de Janeiro, até 2022, ano do bicentenário da Independência do Brasil. O projeto prevê investimentos totais da ordem de R$ 123 milhões, a serem financiados com recursos da Cláusula de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I).

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Agência Brasil
3/10/2019 - ANP divulga lista com 13 empresas habilitadas a leilão de petróleo

A lista com as 13 empresas habilitadas para participar do leilão de petróleo que ocorrerá na 6ª Rodada de Partilha de Produção foi destaque hoje no site da Agência Brasil. A lista com as empresas foi publicada nesta quinta-feira (3/10) no Diário Oficial. Mais quatro empresas manifestaram interesse em participar da rodada e terão as habilitações julgadas no dia 14 deste mês. Com isso a 6ª Rodada poderá ter o maior número de empresas habilitadas em licitações sob o regime de partilha.

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Agência Brasil
12/9/19 - Interdição de pontos de venda de combustíveis cresce 62% no semestre

O Boletim Fiscalização do Abastecimento em Notícias - 1º semestre de 2019 foi destaque hoje (12) no site da Agência Brasil. A matéria destaca que a Interdição de pontos de venda de combustíveis cresceu 62% no período citado. As fiscalizações resultaram em 526 autos de interdição de estabelecimentos que trabalham com a venda e distribuição de combustíveis em todo o país.

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Think Energy
Agosto/2019 - Super Robô atua no Data Lake de O&G

O Robô Hermes, da ANP, foi destaque na Revista Digital Think Energy, do Congresso O&G Tech Week. A matéria destaca a capacidade de armazenamento do Hermes: atualmente com 20 petabytes. Pode chegar a 50 petabytes. Este é o passo decisivo na transformação digital do data lake de óleo e gás do país. O robô Hermes é similar a uma 'nuvem privada'. Data lake é um repositório que armazena um grande e variado volume de dados, estruturados e não estruturados. 

+Veja a matéria completa no site da revista Think Energy


Agência Brasil
5/7/2019 - ANP aprova resoluções para transparência de preços

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou duas resoluções relacionadas à transparência de preços. Uma delas é relativa aos principais derivados de petróleo, como gasolina A comum e premium; diesel S-10, S-500, marítimo e rodoviário; querosene de aviação; gasolina de aviação; gás de botijão (GLP); óleo combustível; cimento asfáltico e asfalto, nos segmentos produção, importação e distribuição.

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Portal Cidade Verde
19/6/2019 - Tartaturga gigante é a primeira a ser monitorada via satélite no Piauí

Matéria publicada no portal Cidade Verde mostra a primeira tartaruga gigante a ser monitorada via satélite no Piauí. Da espécie tartaruga-de-couro, o animal mede 1.68 cm e recebeu um transmissor no casco após subir para desovar na madrugada da última quarta-feira (19). O monitoramento das tartarugas faz parte do projeto Rotas da Conservação, financiado com recursos da cláusula de investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação (Cláusula de PD&I) dos contratos para exploração de petróleo e gás natural. A cláusula tem como objetivo estimular a pesquisa e a adoção de novas tecnologias para o setor. A ANP é responsável pela análise, aprovação, acompanhamento e fiscalização da aplicação dos recursos oriundos da cláusula de PD&I. O trabalho é realizado em parceria com a UFPI, UESPI, SESC, ICMbio, APA Delta do Parnaíba, Secretaria de Desenvolvimento Rural do Estado.

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