C

Teste de descrição
Publicado em 30/07/2020 16h31 Atualizado em 04/11/2020 10h06
    • C5+

      Ver Gasolina Natural.

  • Cabeça de Poço 

    O topo de um poço de petróleo ou de gás natural do qual emerge a respectiva produção. (Fonte: Portaria ANP nº 143/1998)

  • Cadastro (Poço)

    Conjunto de algarismos agrupados de tal forma que permita a identificação unívoca de um poço. (Fonte: Resolução ANP nº 49/2011)

  • Calibração

    Conjunto de operações que estabelecem. Sob condições padronizadas ou especificadas, a relação entre os valores indicados por um instrumento e os valores estabelecidos por padrões para as mesmas grandezas em medição. (Fonte: Dicionário do petróleo em língua portuguesa)

  • Calibração

    ver também Sistema de Calibração

  • Caloria

    Unidade de energia igual ao calor requerido para elevar a temperatura de 1g de água de 14.5ºC para 15,5ºC sob pressão de 1 atmosfera. (Fonte: Dicionário do petróleo em língua portuguesa)

  • Caminhão

    Veículo destinado ao transporte de carga com peso bruto total de até dezesseis mil quilogramas. (Fonte: Resolução ANP nº 26/2015)

  • Caminhão-tanque

    Veículo rodoviário destinado ao transporte de combustível de aviação. (Fonte: Resolução ANP nº 18/2006 e Resolução ANP nº 17/2006 – DOU 27.7.2006)

  • Caminhão-tanque Abastecedor (CTA)

    Veículo autopropelido constituído de tanque, carretel de mangueira, sistemas de bombeamento, filtragem, medição e controles, destinado a transportar combustível do parque de abastecimento de aeronaves (PAA) até a aeronave e efetuar o seu abastecimento. (Fonte: Resolução ANP nº 18/2006 e Resolução ANP nº 17/2006 – DOU 27.7.2006)

  • Caminhonete

    Veículo destinado ao transporte de carga com peso bruto total de até três mil e quinhentos quilogramas. (Fonte: Resolução ANP nº 26/2015)

  • Campo

    Ver Campo de Petróleo ou de Gás Natural

  • Campo de Grande Produção

    Campo de petróleo ou de gás natural cuja produção seja maior que 5.000 boe/d (vinte mil barris de óleo equivalente por dia), no caso de campos com cabeças de poços localizadas em ambiente terrestre, ou cuja produção seja maior que 20.000 boe/d (vinte mil barris de óleo equivalente por dia), no caso de campos com poços cujas cabeças estão localizadas em ambiente marítimo, conforme estimativa constante na última revisão do Plano de Desenvolvimento apresentada à ANP. (Fonte: Resolução ANP nº 749/2018)

  • Campo de Pequena Produção

    Campo de petróleo ou de gás natural cuja produção seja sempre menor ou igual a 5.000 boe/d (cinco mil barris de óleo equivalente por dia), no caso de campos com cabeças de poços localizadas em ambiente terrestre, ou cuja produção seja sempre menor ou igual a 20.000 boe/d (vinte mil barris de óleo equivalente por dia), no caso de campos com poços cujas cabeças estão localizadas em ambiente marítimo, conforme estimativa constante na última revisão do Plano de Desenvolvimento apresentada à ANP. (Fonte: Resolução ANP nº 749/2018)

  • Campo de Petróleo

    Ver Campo de Petróleo ou de Gás Natural

  • Campo de Petróleo ou de Gás Natural

    Área produtora de petróleo ou gás natural, a partir de um reservatório contínuo ou de mais de um reservatório, a profundidades variáveis, abrangendo instalações e equipamentos destinados à produção. (Fonte: Lei nº 9.478/1997)

  • Campos de Pequenas Acumulações

    Campos marginais de petróleo ou gás natural operados por empresas de pequeno e médio porte, nos termos do art. 65 da Lei nº 12.351/2010. (Fonte: Portaria Conjunta ANP/INMETRO nº 1/.2013)

  • Campos Maduros

    Campos de petróleo cuja produção já se encontra em declínio. (Fonte: Dicionário enciclopédico inglês-português de geofísica e geologia)

  • Cancelamento da Acreditação

    Processo de retirada total da Acreditação de um Organismo de Certificação. (Fonte: Resolução ANP nº 25/2016)

  • Capacidade Alocada de Transporte

    Parcela da Capacidade de Transporte alocada ao Carregador por meio do processo de Chamada Pública. (Fonte: Resolução ANP nº 51/2013)

  • Capacidade Autorizada

    Produção mensal de cada derivado, pela CPQ, autorizada pela ANP. (Fonte: Portaria ANP nº 84/2001)

  • Capacidade Contratada

    Máximo volume mensal contratado de Produtos que o Transportador obriga-se a movimentar entre Pontos de Recepção e de Entrega em uma Instalação de Transporte e que deve ser confirmada, quantitativa e mensalmente, até a Data Limite. (Fonte: Resolução ANP nº 716/2018) 

  • Capacidade Contratada de Entrega

    Capacidade diária que o Transportador se obriga a disponibilizar para o Carregador em determinado Ponto de Entrega, conforme o respectivo Contrato de Serviço de Transporte. (Fonte: Resolução ANP nº 11, de 16/3/2016)

  • Capacidade Contratada de Recebimento

    Capacidade diária que o Transportador se obriga a disponibilizar para o Carregador em determinado Ponto de Recebimento, conforme o respectivo Contrato de Serviço de Transporte. (Fonte: Resolução ANP nº 11/2016)

  • Capacidade Contratada de Transporte

    Volume Diário de gás natural que o Transportador é obrigado a movimentar para o Carregador, nos termos do respectivo Contrato de Serviço de Transporte. (Fonte: Resolução ANP nº 40/2016)

  • Capacidade Contratada Ociosa

    Diferença entre o somatório das Capacidades Contratadas e o volume mensal de Produtos efetivamente transportados ou programados para os mesmos em uma Instalação de Transporte. (Fonte: Resolução ANP nº 35/2012)

  • Capacidade de Produção

    Produção máxima de cada derivado, em m3/mês e t/mês, definida pelos projetos das CPQ. (Fonte: Portaria ANP nº 84/2001)

  • Capacidade de Produção de Biocombustíveis

    Vazão volumétrica diária (m³/d) da produção de biocombustíveis, considerando a capacidade máxima dos equipamentos e, no caso de biocombustíveis gasosos, especificando as condições de temperatura e pressão. (Fonte: Resolução ANP nº 734/2018)

  • Capacidade de Produção Própria

    Produção máxima, em m³/mês e t/mês, definida pelos projetos da unidade de reforma ou da unidade de pirólise, dos derivados obtidos a partir dessas unidades. (Fonte: Portaria ANP nº 317/2001)

  • Capacidade de Transporte

    Volume máximo diário de gás natural que o Transportador pode movimentar em um determinado Gasoduto de Transporte. (Fonte: Resolução ANP nº 11/2016)

  • Capacidade de Transporte Planejada

    Volume máximo diário de gás natural que pode ser movimentado em um gasoduto de transporte, ou de suas seções, após concluída cada uma das etapas planejadas, conforme aferido pela ANP. (Fonte: Resolução ANP nº 37/2013)

  • Capacidade Disponível

    Parcela da capacidade de movimentação do Gasoduto de Transporte que não tenha sido objeto de contratação sob a modalidade firme. (Fonte: Resolução ANP nº 11, de 16/3/2016)

  • Capacidade Disponível Operacional

    Diferença entre a Capacidade Operacional e a soma da Preferência do Proprietário com o somatório das Capacidades Contratadas sob a forma de Transporte Firme e de contrato de serviço de transporte entre Transportadores Interconectados fora da referida preferência em uma Instalação de Transporte. (Fonte Resolução ANP nº 35, de 13/11/2012) 

  • Capacidade de Transporte

    Volume máximo diário de gás natural que o Transportador pode movimentar em um determinado Gasoduto de Transporte. (Fonte: Resolução ANP n° 11/2016)

  • Capacidade Máxima

    Máximo volume mensal de Produtos que o Transportador pode movimentar em uma Instalação de Transporte entre Pontos de Recepção e de Entrega, considerando todas as estações de bombeamento e tanques, bem como possíveis expansões e ampliações nesta instalação. (Fonte: Resolução ANP n° 35/2012)

  • Capacidade Nominal

    Capacidade de processamento para a qual uma planta industrial é projetada.

  • Capacidade Ociosa

    Parcela da capacidade de movimentação do Gasoduto de Transporte contratada que, temporariamente, não esteja sendo utilizada. (Fonte: Resolução ANP nº 11, de 16/3/2016) 

  • Capacidade Operacional

    Máximo volume mensal de Produtos que o Transportador pode movimentar em uma Instalação de Transporte entre Pontos de Recepção e de Entrega, consideradas as condições operacionais vigentes. (Fonte: Resolução ANP nº 35/2012)

  • Capacidade Operacional por Dia de Operação

    Máximo volume de carga que uma unidade de destilação primária pode processar em um período de 24 horas, quando operando a plena capacidade, sob condições otimizadas e estáveis de matéria-prima, produtos e unidades a jusante, sem previsão de parada para manutenção em nenhum dos componentes do esquema de produção da refinaria. É expressa em m³/d de operação ou b/d de operação.

  • Capacidade Operacional por Calendário-dia

    máximo volume de carga, expresso em um período de 24 horas, que a unidade de destilação primária pode processar, sob condições médias e usuais de operação, durante um ciclo completo de atividades de manutenção da refinaria. Esta capacidade leva em conta a redução de capacidade de todas as unidades em operação contínua da refinaria, resultante das limitações que podem atrasar, interromper ou reduzir a produção. É expressa em m³/calendário-dia ou b/calendário-dia.

  • Capacidade Técnica de Transporte

    Parcela da Capacidade de Transporte que se destina à contratação nas modalidades firme e extraordinária, obtida após a dedução da Margem Operacional e do Gás de Uso do Sistema. (Fonte: Resolução ANP nº 11/2016)

  • Capacidade Viável

    É a infraestrutura viável para o compartilhamento com outros agentes econômicos do setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis, capacidade esta definida como tal pelo detentor. (Fonte: Resolução ANP nº 42/2012)

  • Carbono Orgânico Total (COT)

    Quantidade de carbono orgânico (excluindo o carbono do carbonato) expresso em porcentagem. Corresponde à quantidade de matéria orgânica que foi preservada e incorporada ao sedimento. Portanto, a análise desse elemento é o primeiro passo para a avaliação da riqueza orgânica de uma rocha potencialmente geradora, pois é necessária uma quantidade mínima de matéria orgânica para uma rocha produzir quantidades comerciais de hidrocarbonetos. Em termos gerais esse mínimo corresponde a 1% para folhelhos e margas e 0,5% para margas e carbonatos. (Fonte: Resolução ANP nº 725/2018)

  • Carga

    Qualquer operação de transferência do GNC ocorrida nas Unidades de Compressão de GNC. (Fonte: Resolução ANP nº 41/2007)

  • Carregador

    Pessoa jurídica usuária do serviço prestado pelo operador e proprietária dos produtos movimentados. (Fonte: Portaria ANP nº 10, de 30/1/2002). Ou, agente que utilize ou pretenda utilizar o serviço de movimentação de gás natural em gasoduto de transporte, mediante autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP. (Fonte: Lei nº 11.909/2009 e Resolução ANP nº 15/2014)

  • Carregador Inicial

    É aquele cuja contratação de Capacidade de Transporte tenha viabilizado ou contribuído para viabilizar a construção do gasoduto, no todo ou em parte. (Fonte: Resolução ANP nº 51/2013)

  • Carregador Interessado

    Agente que solicita formalmente o Serviço de Transporte. (Fonte: Resolução ANP nº 11/2016)

  • Carregador Proprietário

    Empresa ou consórcio de empresas usuário do serviço de transporte, proprietário dos Produtos transportados e que também detém a propriedade das Instalações de Transporte. (Fonte: Resolução ANP nº 35/2012) 

  • Carregamento

    Uso do serviço de transporte de Produtos, contratado junto ao Transportador autorizado pela ANP. (Fonte: Resolução ANP nº 35/2012) 

  • Carregamento Rodoviário

    Ponto de entrega direta de combustíveis líquidos automotivos e GLP, em instalações do produtor ou terminal, autorizado pela ANP, para carregamento em caminhões tanque de responsabilidade do distribuidor. (Fonte: Resolução ANP nº 42/2011) 

  • Carreta de Hidrante

    Veículo não autopropelido contendo módulo de abastecimento constituído de carretel de mangueira, filtragem, medição e controles, destinado a transferir combustível do hidrante para a aeronave. (Fonte: Resolução ANP nº 17/2006) 

  • Cascalho Contaminado

    É o cascalho oriundo de perfuração que contenha substâncias químicas em concentração acima do limite aceitável segundo a legislação em vigor. (Fonte: Resolução ANP nº 25/2014)

  • Catálogo de E&P

    Conjunto de formulários e instruções que constam no endereço eletrônico (site) da ANP, na Seção de Petróleo e Derivados. (Fonte: Resolução ANP nº 71/2014)

  • Categoria (Poço)

    Parte inicial do nome do poço que o define segundo sua finalidade. (Fonte: Resolução ANP nº 71/2014)

  • Causa-Raiz

    Ausência, negligência ou deficiência no sistema de gestão que possibilita a ocorrência de falhas que comprometem a segurança operacional e/ou o meio ambiente. (Fonte: Resolução ANP nº 37/2015)

  • CDEP

    Cadastro de Depositários utilizado por empresas e demais instituições que armazenam amostras da União, ainda que temporariamente. Ao se cadastrar, os agentes recebem a confirmação do código que utilizarão em todas as documentações relativas ao tema. O formulário correspondente ao CDEP é periodicamente atualizado no endereço eletrônico (site) da ANP, na seção de Petróleo e Derivados - Dados Técnicos, no Catálogo de E&P, ou em outro endereço eletrônico mais específico que vier a ser adotado. (Fonte: Resolução ANP nº 71/2014)

  • Cedente

    Carregador titular de um Contrato de Serviço de Transporte firme, que cede seu direito à utilização da Capacidade Contratada de Transporte sob a modalidade firme, no todo ou em parte, a um terceiro não Transportador. (Fonte: Resolução ANP nº 11/2016)

  • Central de Distribuição de GNL

    Área devidamente delimitada que contém os recipientes destinados ao recebimento, armazenamento e transvasamento de GNL, construída e operada de acordo com as normas internacionalmente adotadas. (Fonte: Portaria ANP nº 118, de 11/7/2000)

  • Central de GLP

    Área delimitada que contém os recipientes transportáveis ou estacionários e acessórios, destinados ao armazenamento de GLP para consumo próprio, nos termos da regulamentação pertinente. (Fonte: Resolução ANP nº 49, de 30/11/2016)

  • Centrais Petroquímicas

    Ver Central de Matéria-prima Petroquímica.

  • Central de Matéria-prima Petroquímica (CPQ)

    Unidade de processamento de condensado, gás natural, nafta petroquímica e outros insumos, que possui em suas instalações unidade de craqueamento térmico com uso de vapor de água ou unidade de reforma catalítica para produzir, prioritariamente, matérias-primas para a indústria química, tais como: eteno, propeno, butenos, butadieno e suas misturas, benzeno, tolueno, xilenos e suas misturas. (Fonte: Portaria ANP nº 84, de 24/5/2001)

  • Centro de Controle Operacional (CCO)

    Centro responsável pela coordenação, supervisão e controle das operações dos Dutos.  (Fonte: Resolução ANP nº 6/2011)

  • Centro de Destroca

    Local que se destina à destroca de recipientes transportáveis de GLP, vazios ou parcialmente utilizados, entre distribuidores detentores das marcas comerciais.  (Fonte: Resolução ANP nº 49/2016)

  • Certificação de Biocombustíveis

    Conjunto de procedimentos e critérios em processo, no qual a firma inspetora avalia a conformidade da mensuração de aspectos relativos à produção ou à importação de biocombustíveis em função da eficiência energética e das emissões de gases do efeito estufa, com base em avaliação do ciclo de vida. (Fonte: Resolução ANP nº 758/2018)

  • Certificação de Conteúdo Local

    Conjunto de atividades desenvolvidas por uma entidade devidamente credenciada pela ANP, com o objetivo de atestar publicamente, por meio da emissão de um certificado, que determinado Bem, Bem para Uso Temporal, Material, Conjunto, Serviço de MDO, Sistema ou Sistema para Uso Temporal está em conformidade com os requisitos especificados na Cartilha de Conteúdo Local, constante do Anexo II desta Resolução. (Fonte: Resolução ANP nº 19/2013)

  • Certificado Complementar da Qualidade (CCQ)

    Documento da qualidade emitido por firma inspetora, que complementa o CQD na avaliação da conformidade do produto e que deve conter as informações e os resultados das análises das características do produto conforme as regras definidas por esta Resolução. (Fonte: Resolução ANP nº 680/2017)

  • Certificado da Produção Eficiente de Biocombustíveis

    Documento emitido exclusivamente por firma inspetora como resultado do processo de Certificação de Biocombustíveis, que inclui expressamente a Nota de Eficiência Energético-Ambiental do emissor primário. (Fonte: Resolução ANP nº 758/2018)

  • Certificado da Qualidade

    Documento da qualidade requerido do produtor e importador, para a comercialização do produto, devendo este incluir os resultados da análise de todas as características constantes da especificação, firmado pelo químico responsável pelas análises laboratoriais efetuadas, com indicação legível de seu nome e número de inscrição no órgão de classe competente. (Fonte: Resolução ANP nº 30/2007)

  • Certificado da Qualidade na origem (CQO)

    Documento da qualidade emitido no local de carregamento, que deve conter a análise completa do produto perante as regras e as especificações estabelecidas pela ANP e que deve ser apresentado pelo importador à firma inspetora no local de destino. (Fonte: Resolução ANP nº 680/2017)

  • Certificado da Qualidade no destino (CQD)

    Documento da qualidade emitido por firma inspetora no local de destino, que deve conter as informações e os resultados das análises das características do produto conforme as regras definidas por esta Resolução. (Fonte: Resolução ANP nº 680/2017)

  • Certificado de arqueação

    Documento de caráter oficial que acompanha a tabela volumétrica, certificando que foi procedida a arqueação de um tanque/reservatório, com vistas a atender exigências legais. (Fonte: Resolução Conjunta ANP/Inmetro nº 1, de 10/6/2013)

  • Certificadora ou Certificador

    Entidade devidamente qualificada e credenciada pela ANP para exercer atividade de certificação de conteúdo local. (Fonte: Resolução ANP nº 19/2013)

  • Cessão de Capacidade Contratada ou Cessão

    Transferência, no todo ou em parte, do direito de utilização da Capacidade Contratada de Transporte sob a modalidade firme. (Fonte: Resolução ANP nº 11/2016)

  • Cessão de Espaço

    Arrendamento de espaço em tancagem de base individual ou compartilhada autorizada pela ANP. (Fonte: Resolução ANP nº 42/2011)

  • Cessionária

    A PETROBRAS, na condição de parte do Contrato de Cessão Onerosa celebrado com a União, por intermédio do Ministério de Minas e Energia e do Ministério da Fazenda. (Fonte: Resolução ANP nº 25/2013)

  • Cessionário

    Terceiro, não Transportador, beneficiado do direito advindo da Cessão de Capacidade Contratada. (Fonte: Resolução ANP nº 11/2016)

  • Cesta de Produtos Asfálticos ANP

    Composta pelos produtos asfálticos constantes em tabela disponível no sítio eletrônico da ANP - http://www.anp.gov.br. (Fonte: Resolução ANP nº 27/2008)

  • Chamada Pública

    Procedimento, com garantia de acesso a todos os interessados, que tem por finalidade a contratação de Capacidade de Transporte em gasodutos existentes, a serem construídos ou ampliados. (Fonte: Resolução ANP nº 51/2013)

  • Chamada Pública Coordenada

    Procedimento, com garantia de acesso a todos os interessados, que tem por finalidade a contratação de Capacidade de Transporte em dutos existentes, a serem construídos ou ampliados, de maneira coordenada com outras Chamadas Públicas. (Fonte: Resolução ANP nº 11/2016)

  • Ciclo de Acreditação

    Período de vigência da Acreditação de Organismo de Certificação. (Fonte: Resolução ANP nº 25/2016)

  • Ciclo de Vida

    Estágios consecutivos e encadeados de sistema de produto, desde a aquisição de matéria-prima ou de sua geração a partir de recursos naturais até a disposição final. (Fonte: Resolução ANP nº 758/2018)

  • Ciclo de Vida do Poço

    Período durante o qual são desenvolvidas as atividades de projeto, construção, completação, produção e abandono do poço. (Fonte: Resolução ANP nº 21/2014)

  • Cide

    Tributo previsto constitucionalmente, de competência exclusiva da União. Foi instituído por meio da Lei nº 10.336, de 19 de dezembro de 2001, e incide sobre a importação e a comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus derivados e etanol combustível. Lei n° 10.336, de 19/12/2001 e Lei n° 10.866, de 4/5/2004.

  • CIF

    Sigla da expressão em inglês (Cost, Insurance and Freight) Todos os custos, seguro e frete pagos pelo vendedor, que entrega as mercadorias, desembaraçadas pela exportação, quando elas transpõem a amurada do navio no porto de embarque. O risco de perda e de custos adicionais é dó comprador. (Fonte: Dicionário de comércio marítimo, 2002)

  • City Gate

    Local físico onde se dá o recebimento, a medição e a distribuição local de gás natural. (Fonte: Dicionário do petróleo em língua portuguesa)

    Ver também: Ponto de Entrega

  • CNPE

    Conselho Nacional de Política Energética, vinculado à Presidência da República e presidido pelo Ministro de Estado de Minas e Energia, com a atribuição de propor ao Presidente da República políticas nacionais e medidas específicas destinadas a: I - promover o aproveitamento racional dos recursos energéticos do País, em conformidade com os princípios enumerados no capítulo anterior e com o disposto na legislação aplicável; II - assegurar, em função das características regionais, o suprimento de insumos energéticos às áreas mais remotas ou de difícil acesso do País, submetendo as medidas específicas ao Congresso Nacional, quando implicarem criação de subsídios; III - rever periodicamente as matrizes energéticas aplicadas às diversas regiões do País, considerando as fontes convencionais e alternativas e as tecnologias disponíveis; IV - estabelecer diretrizes para programas específicos, como os de uso do gás natural, do carvão, da energia termonuclear, dos biocombustíveis, da energia solar, da energia eólica e da energia proveniente de outras fontes alternativas; V - estabelecer diretrizes para a importação e exportação, de maneira a atender às necessidades de consumo interno de petróleo e seus derivados, biocombustíveis, gás natural e condensado, e assegurar o adequado funcionamento do Sistema Nacional de Estoques de Combustíveis e o cumprimento do Plano Anual de Estoques Estratégicos de Combustíveis, de que trata o art. 4º da Lei no 8.176, de 8 de fevereiro de 1991; VI - sugerir a adoção de medidas necessárias para garantir o atendimento à demanda nacional de energia elétrica, considerando o planejamento de longo, médio e curto prazos, podendo indicar empreendimentos que devam ter prioridade de licitação e implantação, tendo em vista seu caráter estratégico e de interesse público, de forma que tais projetos venham assegurar a otimização do binômio modicidade tarifária e confiabilidade do Sistema Elétrico.(NR) VII - estabelecer diretrizes para o uso de gás natural como matéria-prima em processos produtivos industriais, mediante a regulamentação de condições e critérios específicos, que visem a sua utilização eficiente e compatível com os mercados interno e externos. VIII - definir os blocos a serem objeto de concessão ou partilha de produção; IX - definir a estratégia e a política de desenvolvimento econômico e tecnológico da indústria de petróleo, de gás natural, de outros hidrocarbonetos fluidos e de biocombustíveis, bem como da sua cadeia de suprimento; X - induzir o incremento dos índices mínimos de conteúdo local de bens e serviços, a serem observados em licitações e contratos de concessão e de partilha de produção, observado o disposto no inciso IX. XI - definir diretrizes para comercialização e uso de biodiesel e estabelecer, em caráter autorizativo, quantidade superior ao percentual de adição obrigatória fixado em lei específica; e XII - estabelecer os parâmetros técnicos e econômicos das licitações de concessões de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, de que trata o art. 8º da Lei no 12.783, de 11 de janeiro de 2013. XIII - definir a estratégia e a política de desenvolvimento tecnológico do setor de energia elétrica. Fonte: Lei nº 9.478, de 6/8/1997 e Lei nº 12.490, de 16/9/2011)

  • CO(Gás carbônico)

    Dióxido de carbono, composto por um átomo de carbono e dois átomos de oxigênio. Recuperado do gás de síntese na produção de amônia, de gases de chaminé (produto de combustão), e como subproduto do craqueamento de hidrocarbonetos e da fermentação de carboidratos. Usado principalmente na fabricação de gelo seco e de bebidas carbonatadas, em extintores de incêndio, na produção de atmosfera inerte, e como desemulsificante na recuperação terciária de petróleo.

  • Codificação de Poços

    Codificação de Poços é o ato de dotar o poço de um nome válido para a ANP e de um cadastro. (Fonte: Resolução ANP nº 49, de 20/9/2011)

  • Coleta

    Atividade que compreende a retirada do óleo lubrificante usado ou contaminado do seu local de recolhimento, o transporte, a armazenagem e a alienação de óleo lubrificante usado ou contaminado para a destinação ambientalmente adequada. (Fonte: Resolução ANP nº 16/2009)

  • Coletor

    Pessoa jurídica responsável pela atividade de retirada de óleo lubrificante usado ou contaminado, autorizada pela ANP e licenciada pelo órgão ambiental competente. (Fonte: Resolução ANP nº 16/2009)

  • Combustível

    Produto utilizado com a finalidade de produzir energia diretamente a partir de sua queima ou pela sua transformação em outros produtos também combustíveis. São exemplos de combustíveis: gás natural, gás liquefeito de petróleo (GLP), gasolina, óleo diesel, querosene de aviação, óleo combustível, etanol combustível, biodiesel e suas misturas com óleo diesel.

  • Combustíveis Aquaviários

    Combustíveis destinados ao uso em motores de embarcações, tanto na propulsão, como em motores auxiliares, classificados em destilados médios ou óleos diesel marítimos e residuais ou óleos combustíveis marítimos. (Fonte: Resolução ANP nº 52/2010)

  • Combustíveis Automotivos

    Combustíveis líquidos derivados de petróleo, álcool combustível, mistura óleo diesel/biodiesel especificada pela ANP e outros combustíveis automotivos, bem como gás natural veicular – GNV. (Fonte: Resolução ANP nº 4/2006)

  • Combustíveis de Aviação

    Querosene de Aviação (QAV-1 ou JET A-1), Querosene de Aviação B-X (QAV B-X), Gasolina de Aviação (GAV ou AVGAS) e Álcool Etílico Hidratado Combustível (AEHC)/Etanol Hidratado Combustível, em conformidade com as especificações estabelecidas pela ANP. (Fonte: Resolução ANP nº 17, de 26/7/2006 e Resolução ANP nº 63, de 5/12/2014)

  • Combustíveis Líquidos

    Gasolina automotiva A ou C, óleo diesel A ou B, óleo diesel marítimo A ou B, óleo combustível, óleo combustível marítimo, querosene iluminante, óleo combustível para turbina elétrica (OCTE), etanol combustível, biodiesel (B100) ou óleo diesel BX e outros combustíveis líquidos especificados ou autorizados pela ANP, exceto combustíveis de aviação. (Fonte: Resolução ANP nº 37, de 28.8.2015)

  • Combustíveis Líquidos Automotivos

    Gasolinas, óleo diesel, óleo diesel B, etanol combustível, biodiesel e outros combustíveis líquidos automotivos especificados ou autorizados pela ANP. (Fonte: Resolução ANP nº 42/2011)

  • Combustível Experimental

    Combustível ou biocombustível, puros ou em mistura, que ainda não possuem especificação da ANP. (Fonte: Resolução ANP nº 21/2016)

  • Comercial Exportadora

    Pessoa jurídica autorizada pela ANP ao exercício da atividade de comercial exportadora cuja finalidade é aquisição de querosene de aviação (QAV), querosene de aviação B-X (QAV B-X), óleo diesel marítimo A (DMA) ou B (DMB), ou óleo combustível marítimo, especificados pela ANP, para comercialização destinada ao consumo a bordo de embarcações ou aeronaves com destino ao exterior. (Fonte: Resolução ANP nº 54/2015)

  • Comercialização de Gás Natural

    Atividade de compra e venda de gás natural, realizada por meio da celebração de contratos negociados entre as partes e registrados na ANP, ressalvado o disposto no § 2º do art. 25 da Constituição Federal. (Fonte: Resolução ANP nº 52/2011)

  • Comercialização do Gás Natural

    Ato ligado à transferência de titularidade de um volume de gás natural para uma determinada utilização ou aplicação. (Fonte: Portaria ANP nº 249/2000)

  • Comissionamento

    Conjunto de ações legais, técnicas e procedimentos de engenharia aplicados de forma integrada a um Duto, visando verificar o atendimento dos requisitos e testes especificados em projeto, objetivando assegurar o Condicionamento do Duto pelo Transportador de forma ordenada e segura, garantindo o atendimento das normas técnicas vigentes, códigos, padrões da indústria e boas práticas de engenharia, bem como a sua operacionalidade em termos de segurança, desempenho, confiabilidade, documentação e rastreabilidade de informações.  (Fonte: Resolução ANP nº 6/2011)

  • Comitê de Avaliação das Propostas de Parcerias (CAPP)

    Órgão colegiado composto por representantes de unidades organizacionais da ANP com competência para avaliar e recomendar à Diretoria Colegiada da ANP a aprovação ou a denegação dos pedidos de cessão de contratos de E&P.  (Fonte: Resolução ANP nº 785/2019)

  • Comodato

    Contrato, gratuito, pelo qual uma parte entrega a outra coisa infungível, para ser usada temporariamente e depois restituída.  (Fonte: Resolução ANP nº 16/2010)

  • Compartilhamento

    É o uso conjunto de uma infraestrutura por agentes dos setores de petróleo, gás natural e biocombustíveis.  (Fonte: Resolução ANP nº 16/2010)

  • Competência

    Conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes requeridos para o desempenho de determinadas tarefas ou para o exercício de uma determinada função. (Fonte: Resolução ANP nº 6/2011)

  • Complementos

    Instalações necessárias à segurança, proteção e operação do Duto, compreendendo, mas não se limitando, às seguintes: suportes, sistema de proteção catódica, incluindo pontos de medição de potencial estrutura / eletrólito, leitos dos anodos, retificadores e equipamentos de drenagem de corrente; juntas de isolamento elétrico; instrumentação; provadores de corrosão; sistemas de alívio, redução ou controle de pressão; estações de medição; sistemas de odorização; pontos de entrega; estações de interconexão; estações intermediárias de bombeamento, compressão ou de reaquecimento. (Fonte: Resolução ANP nº 6/2011)

  • Completação Mecânica

    Marco do empreendimento de construção, modificação ou ampliação da unidade industrial atingida após conclusão das obras civis e montagem eletro-mecânica dos equipamentos, tubulações e válvulas relativas a um determinado sistema operacional, sendo considerada concluída somente após a emissão dos Certificados de Completação Mecânica. (Fonte: Resolução ANP nº 16/2010)

  • Componente ativo

    Composto químico ou combinação de compostos químicos responsável pelas propriedades benéficas do aditivo. (Fonte: Resolução ANP nº 45/2014)

  • Componentes

    Quaisquer elementos mecânicos pertencentes ao Duto, compreendendo, mas não se limitando, aos seguintes: Lançadores e Recebedores de Pigs e esferas, válvulas, flanges, conexões padronizadas, conexões especiais, derivações tubulares, parafusos e juntas. Os tubos não são considerados componentes. (Fonte: Resolução ANP nº 45/2014)

  • Composição Isotópica (13C)

    A proporção dos isótopos 13C/12C depende da origem do material orgânico, do fracionamento e das alterações subsequentes pelas quais os hidrocarbonetos passam (e.g. catagênese, migração, biodegradação). A análise de 13C para o extrato orgânico total de amostras selecionadas, óleos e suas respectivas frações aromáticas e saturadas é uma ferramenta útil na avaliação do ambiente deposicional, migração, maturação e biodegradação. Para identificar os isótopos de carbono utiliza-se espectrometria de massas para razão isotópica (Isotope Ratio Mass Spectrometer - IRMS) e os valores medidos são comparados ao padrão PDB. (Fonte: Resolução ANP nº 725/2018)

  • Compromisso Contingente

    É a atividade prevista no PAD [Plano de Avaliação de Descobertas de Petróleo ou Gás Natural, doravante denominado Plano ou PAD] cuja realização é incerta e dependente do resultado dos Compromissos Firmes que a antecedem e a ela são correlatos. (Fonte: Resolução ANP nº 30/2014)

  • Compromisso de Individualização da Produção

    Instrumento celebrado após a Declaração de Comercialidade que formaliza a alocação da Produção de Jazida Compartilhada que se estende por Áreas sob Contrato distintas, cujos direitos de Exploração e Produção pertencem à mesma empresa ou a consórcio de idêntica composição e mesmos percentuais de participação. (Fonte: Resolução ANP nº 25/2013)

  • Compromisso Firme

    É a atividade prevista no PAD (Plano de Avaliação de Descobertas de Petróleo ou Gás Natural) cuja realização é certa e obrigatória para atingir os objetivos do Plano. (Fonte: Resolução ANP nº 30/2014)

  • Compromisso Global Neutralizado (CGN)

    Percentual de conteúdo local global calculado a partir de equação estabelecida nesta Resolução a ser considerado para a verificação do cumprimento dos compromissos contratuais de conteúdo local. (Fonte: Resolução ANP nº 20/2016)

  • Compromisso Global Ofertado (CGO)

    Percentual de conteúdo local global ofertado nas rodadas de licitação e integrante dos contratos de exploração e produção de petróleo e gás natural. (Fonte: Resolução ANP nº 20/2016)

  • Compromisso Item de Soma Neutralizado (CISN)

    Percentual de conteúdo local do Item de Soma calculado a partir de equação estabelecida nesta Resolução a ser considerado para a verificação do cumprimento dos compromissos contratuais de conteúdo local. (Fonte: Resolução ANP nº 20/2016)

  • Compromisso Item de Soma Ofertado (CISO)

    Percentual de conteúdo local do Item de Soma ofertado nas rodadas de licitação e integrante dos contratos de exploração e produção de petróleo e gás natural. (Fonte: Resolução ANP nº 20/2016)

  • Computador de Vazão

    Dispositivo eletrônico, capaz de receber sinal de um medidor de vazão e demais dispositivos associados, de uma medição efetuada em determinadas condições de escoamento, e efetuar os cálculos necessários para que este valor de vazão seja convertido à condição padrão de medição. (Fonte: Portaria Conjunta ANP/INMETRO nº 1, de 10.6.2013)

  • Comunicação de Início de Perfuração de Poço

    Comunicação enviada à ANP quando do Início de Perfuração de qualquer poço em território nacional. (Fonte: Resolução ANP nº 699/2017)

  • Comunicação de Reentrada em Poço

    Comunicação devida para todo poço exploratório submetido a reentrada, com qualquer objetivo, excluindo-se aqueles que já estavam em operação regular como produtor ou injetor de um Campo de petróleo e/ou gás natural, destinando-se a manter a ANP ciente sobre início de operações em poço, para acompanhamento e possível fiscalização. (Fonte: Resolução ANP nº 699/2017)

  • Comunicação de Utilização de Equipamento de Pequeno Porte

    Comunicação enviada à ANP quando da utilização de Equipamento de Pequeno Porte para perfuração das primeiras fases de poço terrestre, até, no máximo, a descida do revestimento de superfície. (Fonte: Resolução ANP nº 699/2017)

  • Concessão

    A concessão é uma modalidade de delegação de uma atividade econômica pelo poder público, geralmente mediante processo concorrencial, a um agente econômico que demonstre capacidade para seu desempenho, por sua conta e risco e por prazo determinado. No Brasil, o contrato administrativo à delegação é feito pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que outorga a empresas o exercício das atividades de exploração e produção de petróleo e gás natural no território brasileiro. (Fonte: Dicionário do petróleo em língua portuguesa)

  • Concessionária Estadual de Gás Natural Canalizado

    Pessoa jurídica autorizada a exercer os serviços locais de comercialização de gás canalizado, junto aos revendedores varejistas de combustíveis, explorados com exclusividade pelos Estados, diretamente ou mediante concessão, nos termos do § 2º do art. 25 da Constituição Federal. (Fonte: Resolução ANP nº 41, de 5/11/2013)

  • Concessionário

    Empresa constituída sob as leis brasileiras, com sede e administração no Brasil, com a qual a ANP celebra contrato de concessão para exploração e produção de petróleo ou gás natural em bacia sedimentar localizada no território nacional. (Fonte: Resolução ANP nº 34, de 24/11/2005)

  • Conclusão do Poço

    Data de conclusão das atividades diretamente relacionadas à perfuração de um poço (incluindo, quando for o caso, perfilagem, revestimento, cimentação e abandono) que teve a profundidade final atingida, com a desconexão do blow out preventer (BOP), a partir do qual todas as operações referem-se exclusivamente à desmontagem, desmobilização ou movimentação da unidade. Para os casos em que a avaliação ou completação for iniciada em até sessenta dias após o término das atividades diretamente relacionadas à perfuração do poço ou de seu abandono temporário, será considerado o momento em que houver a desconexão do BOP ou as operações se limitarem à desmontagem, desmobilização ou movimentação da unidade utilizada para avaliação ou completação. (Fonte: Resolução ANP nº 757/2018)

  • Concurso Público de Alocação de Capacidade (CPAC)

    Procedimento público de oferta e alocação de capacidade de transporte para serviço de transporte firme. (Fonte: Resolução ANP n° 11, de 16/3/2016)

  • Condensado

    Fração líquida do gás natural obtida no processo primário de separação de campo, mantido na fase líquida na condição de pressão e temperatura de separação. (Fonte: Dicionário do petróleo em língua portuguesa)

  • Condensado Estabilizado

    Líquido do gás natural que permanece na fase líquida em condições atmosféricas de pressão e temperatura. O condensado estabilizado é um líquido muito leve, com densidades entre 45º e 60º API. (Fonte: Dicionário do petróleo em língua portuguesa)

  • Condição de Medição

    Condição do fluido na qual o volume está para ser mensurado, num ponto de medição (exemplo: temperatura e pressão do fluido mensurado). (Fonte: Resolução Conjunta ANP/Inmetro nº 1, de 10/6/2013)

  • Condição de Operação Anormal

    Condição que pode indicar um Defeito do Duto ou desvio de operações normais, desvio este que pode indicar uma condição que excede os limites de projeto do Duto ou resultar em perigo para pessoas, propriedades ou o meio ambiente. (Fonte: Resolução ANP nº 6/2011)

  • Condição de Referência

    Condição de funcionamento prescrita para avaliar o desempenho de um sistema de medição ou para comparar os resultados de medição. As condições de referência especificam os intervalos de valores do mensurando e das grandezas de influência. (Resolução Conjunta ANP/Inmetro nº 1, de 10/6/2013)

  • Condição Padrão de Medição

    Condição em que a pressão absoluta é de 0,101325 MPa e a temperatura de 20ºC, para a qual o volume mensurado do líquido ou do gás é convertido. (Fonte: Resolução Conjunta ANP/Inmetro nº 1, de 10/6/2013)

  • Condição Usual de Operação

    Condições de temperatura, pressão e propriedades (massa específica e/ou densidade e viscosidade) médias do fluido medido, avaliadas no período desde a última calibração do sistema de medição ou o último teste do poço até a data de avaliação. (Fonte: Resolução Conjunta ANP/Inmetro nº 1, de 10/6/2013)

  • Condicionamento

    Conjunto de ações prévias necessárias para deixar o Duto em condições apropriadas para iniciar uma das seguintes atividades: pré-operação, operação, interrupção operacional programada, Teste Hidrostático, manutenção, passagem de Pig, Desativação Temporária e Desativação Permanente. (Fonte: Resolução ANP nº 6/2011)

  • Condições de Base

    Condições especificadas para as quais o volume mensurado do líquido é convertido (exemplos: temperatura base e pressão base): 1) Condições de medição e condições de base (se refere somente ao volume do líquido a ser mensurado ou indicado) não devem ser confundidas com as condições de utilização e condições de referência que se referem às grandezas de influência. 2) Os valores escolhidos como condições de base para medição de volume são 20 ºC e 101 325 Pa. (Fonte: Resolução Conjunta ANP/Inmetro nº 1, de 10/6/2013)

  • Condições de contorno

    GVF, salinidade, BSW, vazão mássica e volumétrica de cada fluido, pressão mínima e máxima, temperatura mínima e máxima, limites de massa específica e viscosidade dinâmica dos fluidos medidos e limites operacionais. (Fonte: Resolução ANP nº 44/2015)

  • Condições Econômicas (Refinarias)

    Ver também Margem Bruta de Refino (MBR).

  • Condições Gerais de Serviço do Terminal (CGST)

    Conjunto de informações, regras e regulamentos para a prestação de serviços de movimentação de produtos pelo terminal, dentro das melhores técnicas de engenharia, de segurança e de proteção ao meio ambiente, respeitados os preceitos da Lei nº 8.630, de 25 de fevereiro de 1993, com observância das determinações da autoridade portuária e dos requisitos mínimos indicados no anexo desta Portaria. (Fonte: Portaria ANP nº 10, de 30/1/2002)

  • Condições Gerais de Serviços de Transporte

    Conjunto de informações, regras e regulamentos emitidos pelo Transportador para a prestação de serviços na Instalação de Transporte, dentro das melhores técnicas de engenharia, de segurança e de proteção ao meio ambiente. (Fonte: Resolução ANP nº 716/2018)

  • Congestionamento Contratual

    Situação na qual a demanda por contratação de Serviço de Transporte Firme e Extraordinário excede a Capacidade Técnica de Transporte, mas esta não se encontra plenamente utilizada. (Fonte: Resolução ANP nº 11/2016)

  • Congestionamento Físico

    Situação na qual a demanda por contratação de Serviço de Transporte Firme e Extraordinário excede a Capacidade Técnica de Transporte, quando esta se encontra plenamente utilizada.(Fonte: Resolução ANP nº 11/2016)

  • Conjunto 

    Contratos de prestação de serviço que envolvam mão de obra associada à utilização de Bem, ou Material, ou Bem para Uso Temporal ou Sistema para Uso Temporal. (Fonte: Resolução ANP nº 19/2013)

  • Conjunto Solidário de Barreiras (CSB)

    É um conjunto de um ou mais elementos com o objetivo de impedir o fluxo não intencional de fluidos da formação para o meio externo e entre intervalos no poço, considerando todos os caminhos possíveis. (Fonte: Resolução ANP nº 46, de 1/11/2016)

  • Consequência

    Impacto ao meio ambiente, aos proprietários de terras, aos empregados ou público em geral causados por uma falha no Duto. (Fonte: Resolução ANP nº 6/2011)

  • Consumidor

    Afretador, intermediário de operação comercial, pessoa jurídica ou pessoa física que utiliza combustíveis de aviação para abastecimento de aeronaves próprias, afretadas ou arrendadas. (Fonte: Resolução ANP nº 17/2006)

  • Consumidor Final

    Empresa que utiliza óleo diesel, biodiesel ou mistura óleo diesel/biodiesel especificada ou autorizada pela ANP para consumo próprio, na produção de bens ou prestação de serviços e que não os comercialize. (Fonte: Portaria ANP nº 313/2001)

  • Consumidor Industrial

    Pessoa jurídica que adquire solventes como insumo para uso em seu processo industrial, não obtendo como produto final outros tipos de solvente. (Fonte: Resolução ANP nº 24/2006)

  • Consumidor Industrial de Solventes

    Pessoa jurídica cadastrada na ANP que adquire solventes de fornecedor como matéria-prima para uso em seu processo produtivo, cujo produto final seja industrializado. (Fonte: Resolução ANP nº 48/2010)

  • Consumidor Livre

    Consumidor de gás natural que, nos termos da legislação estadual aplicável, tem a opção de adquirir o gás natural de qualquer agente produtor, importador ou comercializador. (Fonte: Resolução ANP nº 51/2011)

  • Consumíveis

    Insumos utilizados nas operações de exploração e desenvolvimento da produção, sendo estes os seguintes: fluidos de perfuração e completação e seus componentes; cimentos, aditivos ou misturas especiais utilizados na cimentação de poços; ácidos e produtos associados a acidificação e fraturamento; produtos para atividades de gravel pack; químicos associados diretamente à produção durante atividades tipo TLD; explosivos; e combustíveis e lubrificantes utilizados em sondas e Embarcações de Apoio. (Fonte: Resolução ANP nº 19/2013)

  • Consumo Aparente

    Soma das parcelas referentes à produção e à importação menos o volume exportado.

  • Consumo Interno

    Ver Consumo próprio.

  • Consumo Próprio

    Volume de gás natural consumido exclusivamente nos processos de produção, coleta, transferência, estocagem e processamento do gás natural. (Fonte: Resolução ANP nº 52/2011)

  • Conteúdo Local

    Proporção entre o valor dos bens produzidos e dos serviços prestados no País para execução do contrato e o valor total dos bens utilizados e dos serviços prestados para essa finalidade. (Fonte: Lei nº 12.351, de 22/12/2010)

  • Contratado

    A Petrobras, quando for realizada a contratação direta, nos termos do art. 8º, inciso I, da Lei nº 12.351/2010, ou a empresa ou o consórcio de empresas vencedor da licitação para a Exploração e Produção de Petróleo, de Gás Natural e de outros hidrocarbonetos fluidos em regime de Partilha de Produção. (Fonte: Resolução ANP nº 25/2013)

  • Contrato

    É o Contrato de Cessão Onerosa ou o Contrato de Concessão ou o Contrato de Partilha da Produção, conforme o regime sob o qual foram outorgados os direitos de Exploração e Produção de Petróleo ou Gás Natural. (Fonte: Resolução ANP nº 25/2014)

  • Contrato de Exploração e Produção ou Contrato (E&P)

    Contrato de concessão, contrato de partilha de produção ou contrato de cessão onerosa, bem como outras formas de outorga de direitos de exploração e produção de hidrocarbonetos previstas na legislação. (Fonte: Resolução ANP nº 757/2018)

  • Contrato de Serviço de Transporte

    Qualquer contrato firmado entre o Carregador e o Transportador para prestação de Serviço de Transporte, incluindo seus aditivos. (Fonte: Resolução ANP nº 51/2013)

  • Controle Metrológico Legal

    Denomina-se controle metrológico legal (CML) o conjunto de atividades de metrologia legal que visam à garantia metrológica, compreendendo o controle legal dos instrumentos de medição, a supervisão metrológica e a perícia metrológica. (Fonte: Inmetro – Vocabulário Internacional de Termos de Metrologia Legal)

  • Controle Centralizado

    Controle, supervisão e coordenação operacional realizados em tempo real, com monitoramento das variáveis de processo (pressão, vazão, temperatura, composição) por um Centro de Controle Operacional. (Fonte: Resolução ANP nº 6/2011)

  • Controle da Qualidade

    Conjunto de atividades necessárias para comprovar o atendimento às especificações da ANP de um produto, dentre as quais consta a emissão de Certificado da Qualidade. (Fonte: Resolução ANP nº 45/2010)

  • Controle Societário

    Conforme definido na legislação societária. (Fonte: Resolução ANP nº 785/2019)

  • Controle Societário Direto

    Controle societário exercido pela pessoa detentora dos direitos de voto da concessionária ou contratada. (Fonte: Resolução ANP nº 785/2019)

  • Coque

    Combustível derivado da aglomeração de carvão, e que consiste de matéria mineral e carbono, fundidos juntos. O coque é cinza, duro e poroso, e como combustível é praticamente isento de fumaça. Ocorre na natureza, mas a maioria é produzida industrialmente. Resíduo sólido e coeso restante da destilação destrutiva de carvão, petróleo ou outros resíduos carbonáceos e contendo, principalmente, carbono. (Fonte: Dicionário do Petróleo em Língua Portuguesa)

  • Coque de Petróleo

    Ver Coque

  • Corante

    Produto que confere coloração ao Etanol Combustível. (Fonte: Resolução ANP nº 19/2015)

  • Corpo Hídrico Subterrâneo

    Volume de água armazenado no subsolo. (Fonte: Resolução ANP nº 21/2014)

  • Correção

    Resultado das ações compreendidas pelo Organismo de Certificação para eliminar a não conformidade detectada. (Fonte: Resolução ANP nº 25/2016)

  • Corrente de Hidrocarbonetos (Petróleo ou Gás Natural)

    Denominação conferida a determinado tipo de hidrocarboneto, com características físico-químicas próprias, formado pela mistura de hidrocarbonetos oriundos da produção de diferentes campos. Pode ocorrer um caso particular em que a corrente seja composta por hidrocarbonetos provenientes de um único campo. (Fonte: Resolução Conjunta ANP/Inmetro nº 1, de 10/6/2013)

  • Corrente de Hidrocarbonetos Líquidos

    Hidrocarbonetos líquidos derivados de petróleo e os hidrocarbonetos líquidos derivados de gás natural utilizados na produção/formulação de combustíveis (gasolina ou diesel), segundo normas estabelecidas pela ANP. (Fonte: Resolução ANP nº 777/2019)

  • Corrente de Petróleo ou Tipo de Petróleo

    Mistura homogênea de petróleos oriundos de uma, ou mais, áreas produtoras, utilizada como unidade de precificação para a determinação do Preço de Referência do Petróleo de que trata o art. 7º-A do Decreto nº 2.705/98, a partir de suas características físico-químicas e comerciais. (Fonte: Resolução ANP nº 703/2017)

  • Correntes Intermediárias

    São as correntes geradas em Unidades de Processo de Refinaria de Petróleo ou Unidades de Processamento de Gás Natural, que são processadas ou tratadas em outras Unidades de Processo desses complexos industriais ou são misturadas para a formulação de combustíveis. (Fonte: Resolução ANP nº 16, de 10/6/2010 e Resolução ANP nº 17, de 10/6/2010)

  • Cotação Spot

    Ver Mercado Spot.

  • CPQ

    ver Central de Matéria-Prima Petroquímica.

  • Craqueamento

    Processo pelo qual os hidrocarbonetos pesados são quebrados em compostos mais leves, pela ação do calor e/ou outros agentes. (Dicionário Enciclopédico Inglês-Português de Geofísica e Geologia)

  • Credenciamento

    Processo pelo qual uma entidade obtém credenciamento pela ANP para realizar a certificação de biocombustíveis e emissão do Certificado da Produção Eficiente de Biocombustíveis, observando os procedimentos definidos nesta Resolução e informes técnicos disponíveis no sítio eletrônico da ANP. (Fonte: Resolução ANP nº 758/2018)

  • Crédito de Descarbonização (CBIO)

    Instrumento registrado sob a forma escritural, para fins de comprovação da meta individual do distribuidor de combustíveis de que trata o art. 7º da Lei nº 13.576, de 26 de dezembro de 2017. (Fonte: Resolução ANP nº 758/2018)

  • Credor

    Pessoa que detém garantia sobre direitos emergentes do contrato de E&P, inclusive a própria posição contratual. (Fonte: Resolução ANP nº 785/2019)

  • Cromatografia em Fase Gasosa (CG)

    A cromatografia baseia-se na distribuição dos componentes de uma mistura entre as fases móvel e estacionária. No caso da cromatografia gasosa, a fase gasosa móvel contendo a amostra volatilizada desloca-se em equilíbrio com uma fase líquida de alta viscosidade (camada interna de uma coluna cromatográfica). A técnica é utilizada para a separação de compostos volatilizáveis, ou seja, com pressão de vapor relativamente baixa nas condições de temperatura da análise. Em um cromatógrafo a gás, para medir as pequenas quantidades dos componentes são utilizados diferentes tipos de detectores, sendo os mais utilizados os detectores por ionização em chama (DIC), detector por condutividade térmica (DCT), detector por captura de elétrons (DCE) e detector de nitrogênio e fósforo (DNP). O DIC é universalmente empregado para detecção de compostos orgânicos. (Fonte: Resolução ANP nº 725/2018)

  • Cromatografia em Fase Gasosa com Espectrometria de Massas (CG-EM)

    Corresponde ao principal método para avaliar os biomarcadores. Os compostos da amostra são separados em um cromatógrafo e seguem para o detector de espectrometria de massas, no qual são fragmentados por uma fonte de ionização. Os fragmentos gerados são detectados de acordo com sua relação massa/carga (m/z). O equipamento pode operar em modo de varredura (Full Scan) ou de monitoramento seletivo de íons (SIM). No modo SIM é possível realizar o monitoramento de famílias específicas de biomarcadores, como, por exemplo: terpanos (m/z 191), esteranos/diasteranos (m/z 217) e esteróides triaromáticos (m/z 231 e 245). (Fonte: Resolução ANP nº 725/2018)

  • Cromatografia Líquida (CL)

    Técnica que consiste na percolação de compostos orgânicos diluídos em solventes de diferentes polaridades (fase móvel) em um meio inorgânico mineral (fase estacionária). De acordo com as propriedades do solvente e da fase estacionária, compostos químicos pertencentes a diferentes classes eluem, isto é, fracionam-se seletivamente ao longo de uma coluna cromatográfica. Permite separar as frações constituintes básicas dos óleos e extratos obtidos das rochas geradoras: hidrocarbonetos saturados (parafinas lineares, ramificadas e cíclicas), compostos aromáticos e compostos polares contendo heteroátomos de N, S e O (resinas e asfaltenos). Os tipos de cromatografia líquida empregados normalmente para essas separações de saturados, aromáticos e compostos heteroatômicos presentes em petróleos e betumes de rochas são a Cromatografia Líquida em Coluna Gravitacional (ou cromatografia clássica), a Cromatografia Líquida de Média Pressão (CLMD, em inglês MPLC, Medium Pressure Liquid Chromatography) e a Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (CLAE, em inglês HPLC, High Performance Liquid Chromatography). As frações saturadas e aromáticas separadas por cromatografia líquida são normalmente encaminhadas para as análises de biomarcadores por Cromatografia a Gás acoplada a Espectrometria de Massas (CG-EM). (Fonte: Resolução ANP nº 725/2018)

  • Cruzamento

    Passagem de Duto por rodovias, ferrovias, ruas e avenidas, linhas de transmissão, cabos de fibra ótica, outros dutos e instalações subterrâneas. (Fonte: Resolução ANP nº 6/2011)

  • CSOL

    Cadastro de Solicitantes, utilizado para a completa identificação das pessoas físicas ou jurídicas que pretendem ter acesso às amostras pertencentes ao acervo da União. O cadastro é um recurso adotado para que a identificação ocorra uma única vez, utilizando a codificação recebida para todas as demais solicitações. O formulário correspondente ao CSOL é periodicamente atualizado no endereço eletrônico (site) da ANP, na seção de Petróleo e Derivados - Dados Técnicos, no Catálogo de E&P, ou em outro endereço eletrônico mais específico que vier a ser adotado. (Fonte: Resolução ANP nº 71/2014)

  • Curva de produção de referência

    Curva de previsão da produção de hidrocarbonetos do campo, dada em barris de óleo equivalente (boe), conforme definido no Decreto nº 2705, de 3 de agosto de 1998, e definida pela ANP, levando em consideração o declínio histórico de produção do campo, o cumprimento das obrigações de trabalho e investimento assumidas por meio dos planos e programas aprovados pela ANP, e o Boletim Anual de Recursos e Reservas (BAR). (Fonte: Resolução ANP nº 749/2018)

  • Custo da Mão de Obra Local

    É a soma de todos os custos pagos pelo empregador pela utilização de mão de obra local diretamente relacionada à realização de um serviço sob a forma de salário base para o Imposto de Renda (IRPF) e encargos aplicáveis (13º salário, FGTS, férias, INSS, hora extra, comissões, gratificações, abonos). (Fonte: Resolução ANP nº 19/2013)

  • Custo em Óleo

    Parcela da produção de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos, exigível unicamente em caso de descoberta comercial, correspondente aos custos e aos investimentos realizados pelo contratado na execução das atividades de exploração, avaliação, desenvolvimento, produção e desativação das instalações, sujeita a limites, prazos e condições estabelecidos em contrato. (Fonte: Lei nº 12.351, de 22/12/2010)

  • Custo Total da Mão de Obra

    É a soma de todos os custos pagos pelo empregador pela utilização de mão de obra diretamente relacionada à realização de um serviço sob a forma de salários e encargos aplicáveis (13º salário, FGTS, férias, INSS, hora extra, comissões, gratificações, abonos). (Fonte: Resolução ANP nº 19/2013)

  • Custos do PIS/Cofins

    Estimativa dos valores referentes às contribuições para o Programa de Integração Social - PIS e para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins incidentes sobre a receita da subvenção econômica e que não se incorporam à conta gráfica. (Fonte: Resolução ANP nº 760/2018)