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Parada Gay: Ministra pede igualdade de direitos e fim da violência contra a população LGBT
Em nosso país todos devem ter o direito de serem tratados de forma igualitária, mesmo quando se é diferente. A Secretaria de Direitos Humanos está trabalhando para dar visibilidade à violência sofrida pela população LGBT e garantir políticas publicas que assegurem direitos e inclusão. A declaração e da Ministra Ideli Salvatti (Direitos Humanos), que participou neste domingo (4), em São Paulo, da 18º Parada do Orgulho Gay.
A mobilização, que reuniu mais de 100 mil pessoas na capital paulista, integra um conjunto de atividades que marcam a celebração do Dia Internacional Contra a Homofobia, comemorado em 17 de maio.
Momentos antes do início da 18º Parada LGBT de SP, a Ministra participou de uma coletiva de imprensa que reuniu autoridades e movimentos sociais. Na oportunidade, Ideli disse que "é preciso dar visibilidade à violência para que se tenha a dimensão exata dos focos, para então combatê-los". Em complemento, a ministra reafirmou a importância de que mais estados pactuem com o Termo de Cooperação Técnica de Enfrentamento à Homofobia, cuja adesão é de apenas 16 estados até o momento.
Campanha - Na quinta-feira (1ª), também na capital paulista, a Ministra Ideli Salvatti, acompanhada do secretário municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, Rogério Sottili, lançou uma mobilização de combate à homofobia. A atividade ocorreu durante a 14ª Feira da Diversidade, onde foi montado um estande da SDH, que recebeu centenas de visitantes.
No local, foram disponibilizados materiais de as ações e políticas públicas voltadas ao segmento LGBT e das demais políticas de direitos humanos em curso no país. No mesmo dia, a ministra Ideli Salvatti recebeu, pela Secretaria, o Prêmio da Diversidade em homenagem ao Disque Direitos Humanos como serviço de utilidade pública.
Na sexta-feira (2), a SDH/PR participou de um debate sobre o Sistema Nacional LGBT, apresentado pelo coordenador de Promoção dos direitos de LGBT da SDH/PR, Gustavo Bernardes, no 3° encontro nacional da Artgay (Articulação Brasileira de Gays).
Já no sábado (3) foi a vez das lésbicas e bissexuais dizerem à sociedade que elas também sofrem com a intolerância e o desrespeito, resultado de uma cultura ainda machista. Mais de três mil pessoas, incluindo servidores da SDH/PR, participaram da Cainhada das Lésbicas e Bissexuais Contra o Machismo e a Violência.
Foto Capa: Mariana Leal
Assessoria de Comunicação Social