Notícias
13/03 - Ministra defende reforma política em sessão de entrega do Prêmio Bertha Lutz
Publicado em
13/03/2012 15h21
Atualizado em
13/03/2012 15h33
A ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria e Políticas para as Mulheres (SPM), ressaltou a importância da reforma política para remover os entraves à participação ampla das mulheres na política. “Apesar da legislação eleitoral prever uma cota mínima de 30% de candidaturas de mulheres, tais entraves só poderão ser removidos com uma profunda Reforma Política, que resulte em mudanças no cenário de participação no processo eletivo e partidário. Afinal, as mulheres já participam da esfera pública e do mercado de trabalho como protagonistas, com níveis superiores de escolaridade em relação aos homens”, afirmou a ministra em seu pronunciamento, na sessão solene do Congresso Nacional, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher e entrega do Prêmio Diploma Mulher Cidadã Bertha Lutz, nesta terça-feira (13), que este ano homenageia a presidenta Dilma Rousseff. Outras quatro mulheres também recebem o prêmio por contribuir para ampliar os direitos femininos na sociedade brasileira.
Ao falar sobre as conquistas das mulheres no plano político, se referindo à presidenta Dilma Rousseff, uma das agraciadas com o Prêmio Diploma Berta Lutz, a ministra Eleonora Menicucci observou que “depois da saga de diversas mulheres, atuantes em diferentes períodos da História do Brasil e com inestimáveis contribuições à democracia brasileira, alcançamos - com a Presidenta Dilma Rousseff - o mais alto posto de poder no Brasil: a Presidência da República. E obtivemos imediata repercussão com a primeira eleição de mulheres nas duas vice-presidências do Legislativo Federal. No Senado: a sra. vice-presidenta, senadora Martha Suplicy. E, na Câmara Federal, a sra. vice-presidenta, deputada Federal Rose de Freitas”, ressaltou. Para ela, essa foi uma caminhada “repleta de sonhos - das primeiras candidaturas que vislumbravam romper com a concentração de poder masculino às pioneiras gestões de mulheres que ousaram estabelecer uma nova trajetória de poder tanto nos municípios como nos estados”.
A presidenta Dilma Rousseff afirmou ao receber o diploma mulher-cidadã Bertha Lutz, que a igualdade de oportunidades é a mais importante das metas do seu Governo assim como foi do Governo do presidente Lula. “Eu acredito que igualdade de oportunidade, igualdade de condição, de gênero, de raça, enfim, de todos os tipos, deve ser a obsessão desse país. Só seremos de fato uma nação desenvolvida se isso ocorrer”, afirmou.
Dilma afirmou que luta para que o País alcance a igualdade de gênero, social, regional e de raça. “Como presidenta da República e como mulher eu me dedico a ajudar o meu país a avançar na conquista da igualdade entre mulheres e homens, de todas as cores e raças, entre brasileiros e brasileiras, das diferentes regiões do país, e fundamentalmente entre pobres e ricos”, disse.
Ao receber o prêmio juntamente com Ana Alice Alcântara Costa, Eunice Michiles Malthy, Maria Prestes e Rosali Scalabrin, a presidenta disse se sentir como representante das 97 milhões de mulheres brasileiras. “Sinto-me representando as 97 milhões de brasileiras que cotidianamente no seu trabalho, na sua família, são decisivas para o processo de transformação do Brasil. Por isso, como presidente da República, eu não posso receber esse prêmio sem dizer que todas elas merecem esse prêmio”, afirmou.
A sessão solene de premiação ocorreu no plenário do Congresso Nacional, com a presença dos presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Marco Maia. O Prêmio Bertha Lutz foi criado em 2001 e leva o nome de uma das pioneiras do feminismo, líder na luta pelo direito de voto das mulheres.
A indicação de nomes para receber o prêmio é feita por entidades de âmbito nacional, governamentais ou não. Os nomes são avaliados por um conselho. A premiação deste ano teve 30 indicações.
Com informações da Agência Brasil
Ao falar sobre as conquistas das mulheres no plano político, se referindo à presidenta Dilma Rousseff, uma das agraciadas com o Prêmio Diploma Berta Lutz, a ministra Eleonora Menicucci observou que “depois da saga de diversas mulheres, atuantes em diferentes períodos da História do Brasil e com inestimáveis contribuições à democracia brasileira, alcançamos - com a Presidenta Dilma Rousseff - o mais alto posto de poder no Brasil: a Presidência da República. E obtivemos imediata repercussão com a primeira eleição de mulheres nas duas vice-presidências do Legislativo Federal. No Senado: a sra. vice-presidenta, senadora Martha Suplicy. E, na Câmara Federal, a sra. vice-presidenta, deputada Federal Rose de Freitas”, ressaltou. Para ela, essa foi uma caminhada “repleta de sonhos - das primeiras candidaturas que vislumbravam romper com a concentração de poder masculino às pioneiras gestões de mulheres que ousaram estabelecer uma nova trajetória de poder tanto nos municípios como nos estados”.
A presidenta Dilma Rousseff afirmou ao receber o diploma mulher-cidadã Bertha Lutz, que a igualdade de oportunidades é a mais importante das metas do seu Governo assim como foi do Governo do presidente Lula. “Eu acredito que igualdade de oportunidade, igualdade de condição, de gênero, de raça, enfim, de todos os tipos, deve ser a obsessão desse país. Só seremos de fato uma nação desenvolvida se isso ocorrer”, afirmou.
Dilma afirmou que luta para que o País alcance a igualdade de gênero, social, regional e de raça. “Como presidenta da República e como mulher eu me dedico a ajudar o meu país a avançar na conquista da igualdade entre mulheres e homens, de todas as cores e raças, entre brasileiros e brasileiras, das diferentes regiões do país, e fundamentalmente entre pobres e ricos”, disse.
Ao receber o prêmio juntamente com Ana Alice Alcântara Costa, Eunice Michiles Malthy, Maria Prestes e Rosali Scalabrin, a presidenta disse se sentir como representante das 97 milhões de mulheres brasileiras. “Sinto-me representando as 97 milhões de brasileiras que cotidianamente no seu trabalho, na sua família, são decisivas para o processo de transformação do Brasil. Por isso, como presidente da República, eu não posso receber esse prêmio sem dizer que todas elas merecem esse prêmio”, afirmou.
A sessão solene de premiação ocorreu no plenário do Congresso Nacional, com a presença dos presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Marco Maia. O Prêmio Bertha Lutz foi criado em 2001 e leva o nome de uma das pioneiras do feminismo, líder na luta pelo direito de voto das mulheres.
A indicação de nomes para receber o prêmio é feita por entidades de âmbito nacional, governamentais ou não. Os nomes são avaliados por um conselho. A premiação deste ano teve 30 indicações.
Com informações da Agência Brasil
Comunicação Social SPM/PR
Participe das redes sociais: e