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5/12 Ministra Iriny Lopes participa da cerimônia de Especialização do Juizado de Violência Doméstica e Familiar do Núcleo Bandeirante
Publicado em
05/12/2011 12h53
Atualizado em
05/12/2011 12h54
A ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), participa nesta segunda-feira, 5, às 14h, da Cerimônia de Especialização do Juizado Cível e Criminal do Núcleo Bandeirante, em Brasília/DF, em Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. A especialização é concedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e conta o apoio da Secretaria de Políticas para as Mulheres.
Vão estar presentes o presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), desembargador Otávio Augusto Barbosa; o vice-presidente do (TJDFT), desembargador Dácio Vieira, o corregedor da Justiça do (TJDFT), desembargador Sérgio Bittencourt, o juiz Bem-Hur, do juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Núcleo Bandeirante.
Para o juiz Bem-Hur, ao se tornar especializado em Violência Domestica e familiar contra a Mulher, o juizado passa a dedicar mais tempo e atenção ás especificidades das mulheres, procurando incentivá-las para que prossigam com a denúncia e não deixem o processo arquivar.
“Em nosso juizado temos um trabalho diferenciado, de escuta especializada com uma equipe multidisciplinar para atender as mulheres de maneira mais humanizada. Nossa equipe ouve o que vítima tem a dizer para saber qual a melhor forma de orientar e dá andamento ao processo, de maneira mais imparcial”, explicou.
Serviço
Data: 5/12
Vão estar presentes o presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), desembargador Otávio Augusto Barbosa; o vice-presidente do (TJDFT), desembargador Dácio Vieira, o corregedor da Justiça do (TJDFT), desembargador Sérgio Bittencourt, o juiz Bem-Hur, do juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Núcleo Bandeirante.
Para o juiz Bem-Hur, ao se tornar especializado em Violência Domestica e familiar contra a Mulher, o juizado passa a dedicar mais tempo e atenção ás especificidades das mulheres, procurando incentivá-las para que prossigam com a denúncia e não deixem o processo arquivar.
“Em nosso juizado temos um trabalho diferenciado, de escuta especializada com uma equipe multidisciplinar para atender as mulheres de maneira mais humanizada. Nossa equipe ouve o que vítima tem a dizer para saber qual a melhor forma de orientar e dá andamento ao processo, de maneira mais imparcial”, explicou.
Serviço
Data: 5/12
Hora: 14h
Local: Auditório do Tribunal do Júri do Fórum Desembargador Hugo Auler – Avenida Contorno – A/E 13, Lote 14 – Núcleo Bandeirante – Brasília/DF.