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NOTA À IMPRENSA
Publicado em
28/01/2011 18h45
Atualizado em
31/01/2011 09h43
A Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) repudia publicamente o trote sofrido por calouras da Faculdade de Agronomia e Veterinária da Universidade de Brasília (UnB), no último dia 11. As estudantes se ajoelharam e lamberam uma lingüiça lambuzada de leite condensado, simulando uma cena de sexo oral. Ao redor delas, veteranos e veteranas achavam graça da situação.
Ao tomar conhecimento do caso, por meio de denúncia à Ouvidoria, a SPM encaminhou ofício ao reitor da UnB, José Geraldo de Sousa Jr., e ao Ministério Público Federal solicitando informações e providências a respeito do caso. Dependendo do posicionamento da UnB, a SPM pode oficiar o Ministério da Educação para solicitar reforço no tratamento dessa questão na instituição de ensino. Até o momento, a UnB e o Ministério Público Federal não se manifestaram, oficialmente, sobre o assunto.
Segundo a ministra Iriny Lopes, da SPM, o trote foi um gesto de violência e desqualificação das mulheres. “É a permanência de gestos e posturas como essas que coloca a mulher em situação subalterna, além de ser uma violência moral. Infelizmente, temos assistido uma escalada de violência nos trotes”, repudiou.
Ao tomar conhecimento do caso, por meio de denúncia à Ouvidoria, a SPM encaminhou ofício ao reitor da UnB, José Geraldo de Sousa Jr., e ao Ministério Público Federal solicitando informações e providências a respeito do caso. Dependendo do posicionamento da UnB, a SPM pode oficiar o Ministério da Educação para solicitar reforço no tratamento dessa questão na instituição de ensino. Até o momento, a UnB e o Ministério Público Federal não se manifestaram, oficialmente, sobre o assunto.
Segundo a ministra Iriny Lopes, da SPM, o trote foi um gesto de violência e desqualificação das mulheres. “É a permanência de gestos e posturas como essas que coloca a mulher em situação subalterna, além de ser uma violência moral. Infelizmente, temos assistido uma escalada de violência nos trotes”, repudiou.