Notícias
Aviso de Pauta
O Brasil será palco da maior conferência sobre a mulher da América Latina e do Caribe: a XI Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e do Caribe, que ocorre dos dias 13 a 16 de julho, em Brasília, no Hotel Royal Tulip Brasília Alvorada. Cerca de 800 pessoas de 53 países diferentes, entre Chefes de Estado, autoridades ministeriais, representantes de organismos internacionais e da sociedade civil estarão reunidos para discutirem o tema “Que tipo de Estado? Que tipo de Igualdade?”. A abertura do evento será às 9h15.
Trata-se de um órgão subsidiário da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) convocado para identificar as necessidades regionais e sub-regionais das mulheres, apresentar recomendações, realizar avaliações periódicas das atividades em cumprimento dos acordos e planos regionais e internacionais sobre o tema. A Cepal apresentará o documento “Que tipo de Estado? Que tipo de Igualdade?”, que tem um olhar regional comparativo, onde conquistas e desafios dos governos da região são avaliados. Neste relatório, os principais temas abordados são: trabalho, autonomia, igualdade de gênero, educação, cotas nas eleições, entre outros.
Neste encontro, serão examinados as conquistas e os desafios regionais em relação à igualdade de gênero, dando especial atenção à autonomia e ao empoderamento econômico das mulheres, com base na avaliação dos principais avanços e desafios no cumprimento dos compromissos assumidos na quarta Conferência Mundial sobre a Mulher (Beijing, 1995) e nas conferências regionais sobre a mulher. Propõem-se as seguintes perguntas estratégicas para orientar o debate:
1. Que tipos de desenvolvimento econômico e de democracia são necessários para alcançar a igualdade entre homens e mulheres?
2. Que políticas públicas favorecem a igualdade de gênero no contexto dos modelos de crescimento e desenvolvimento dos países da região?
Painéis:
· Painél de alto nível: Que tipo de Estado? Que tipo de igualdade?
· Painél 1: Emprego, responsabilidades familiares e obstáculos socioculturais para a igualdade de gênero na economia
· Painél 2: Políticas de desenvolvimento e tempo das mulheres
· Painél 3: O empoderamento econômico das mulheres: acesso às tecnologias e aos ativos produtivos e financeiros
· Painél 4: Depois da crise, o que?
· Painél 5: O empoderamento econômico das mulheres: os grupos mais vulneráveis
· Sessão especial sobre o Haiti e o Chile: (re)construir a igualdade