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Últimas conferências são realizadas no Paraná, Rio Grande do Norte, Roraima e Amazonas
Em uma delas, será feita a pré-estréia da boneca Alzira Soriano, confeccionada especialmente para a apresentação dos Estados na conferência nacional
Com a presença da ministra Nilcéa Freire, Paraná realizou a II Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres nos dias 14 e 15 de julho, no Centro de Convenções de Curitiba, na rua Rio Branco, com a participação de 700 delegadas eleitas nas etapas municipais.
“Nós mobilizamos cerca de 5.000 mulheres nas conferências regionais e municipais, feitas em 17 das 18 regiões do Estado, informa a presidente do Conselho Estadual da Mulher, Ivanira Pinheiro.
A palestra da ministra abordou a implementação do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres e a questão da participação feminina nos espaços de poder. “Esse tema do poder desperta grande interesse, confirma Ivanira, acrescentando que o Estado tem necessidade da criação de uma coordenadoria ou secretaria da mulher.
No encerramento, houve apresentação de um grupo de fandango, que é uma dança típica local. Paraná elegeu 113 delegadas para a II Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (CNPM), de 17 a 20 de agosto, em Brasília.
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A subsecretária de Ações Temáticas da SPM, Aparecida Gonçalves, participa da II Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres do Rio Grande do Norte, nos dias 17 e 18 de julho, no auditório do Hotel Praia Mar, em Ponta Negra, Natal. Na abertura, haverá exibição de pastoril – dança folclórica do Nordeste – executada pela Trupe da Cultura.
“Nosso diferencial é que teremos a participação de mulheres com deficiência, quilombolas, trabalhadoras rurais, sindicalistas, lésbicas, enumera a Coordenadora de Políticas para as Mulheres do Estado, Amélia Freire. “Aguardamos a presença de 400 delegadas e 50 convidados e observadores.
Amélia destaca que será feita a pré-estréia da boneca Alzira Soriano, batizada em homenagem à primeira prefeita da América Latina, no século 19, e confeccionada especialmente para a apresentação dos Estados durante a II CNPM.
A conferência estadual, na qual serão eleitas 57 delegadas, promove discussões em sete grupos de trabalho: autonomia, igualdade no mundo do trabalho e cidadania; educação inclusiva; saúde, direitos sexuais e reprodutivos; enfrentamento à violência; Plano Nacional, Estadual e Municipal; participação nos espaços de poder; e justiça ambiental.
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O Palácio da Cultura Nenê Macaggi, na Praça do Centro Cívico, em Boa Vista, vai receber 600 pessoas na II Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres de Roraima, nos dias 17, 18 e 19 de julho. Na abertura, haverá apresentação do balé Cristina Rocha, do Coral Canarinho da Amazônia e da dança do parichara, coreografia indígena de saudação e boas-vindas.
A ministra Nilcéa Freire participa do primeiro dia dos trabalhos, quando será assinado um termo de cooperação entre a SPM e prefeituras. “A mulher na zona rural é a que mais precisa de apoio, de ações e de informações sobre seus direitos, aponta Ana Alice Monteiro dos Santos, representante da Secretaria de Justiça e de Cidadania e coordenadora da conferência.
Serão eleitas 35 delegadas, sendo 21 provenientes da sociedade civil, 10 dos governos municipais e 4 do Estado. Haverá também exibição do Coral Cristo Vive, formado por detentas da Cadeia Pública Feminina.
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A ministra Nilcéa Freire também participa da II Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres do Amazonas, que será realizada nos dias 18 e 19 de julho, no auditório da Universidade Estadual, na avenida Djalma Batista, em Manaus. São esperadas 500 pessoas, sendo 376 delegadas.
“Nossa expectativa é que a conferência seja um espaço coletivo de discussão para concretizar uma política para as mulheres, diz a presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, Graça Prola. O evento vai reunir mulheres ribeirinhas, trabalhadoras rurais, profissionais do sexo, lésbicas, negras, indígenas, metalúrgicas, do movimento de mulheres de partidos políticos, do candomblé e umbanda, entre outras.
“Vamos aproveitar a ocasião para anunciar a inauguração, em agosto, do serviço de apoio à mulher vítima de violência, acrescenta Graça. No Amazonas, serão eleitas 52 delegadas.
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