Transversalidade
A política familiar não deve ser vista como uma política setorial, sob a responsabilidade e execução exclusiva de um órgão específico da estrutura de governo, porque a família está potencialmente conectada aos vários âmbitos da vida social que são esferas de atuação pública.
Ao contrário, também podem ser consideradas políticas familiares as políticas públicas setoriais (de Educação, Saúde, Assistência Social etc.) que, sendo qualificadas em suas metodologias, uso de recursos etc., causam intencionalmente um impacto positivo no fortalecimento dos vínculos e das capacidades familiares.
Nesse sentido, a estrutura de gestão da política familiar tem como principal tarefa levar a “perspectiva da família” para as diversas políticas setoriais, tanto para promover os vínculos familiares quanto para potencializar ainda mais o resultado da própria política, por meio da colaboração das famílias (por exemplo, uma política de Educação que inclui e promove o papel dos pais na formação integral dos filhos tende a produzir melhores resultados educacionais).
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