Desenvolvimento e fortalecimento de vínculos familiares e parentalidade contemporânea;

Publicado em 27/07/2020 16h25 Atualizado em 05/10/2020 17h12

Da impossibilidade jurídica da "adoção intuitu personae" no  ordenamento jurídico brasileiro à luz da Lei n. 12.010/2009 e da Constituição Federal de 1988

Autor(es): M. J. Digiácomo
Publicação:
Revista Jurídica do Ministério Público Catarinense, v. 7, n. 17, p. 131-156. julho/dezembro 2010
Apresentação: 
A evolução do Direito exige também uma mudança de concepção e de postura por parte de seus operadores, que muitas vezes demora a ocorrer na prática. Há mais de 20 (vinte) anos, o ordenamento jurídico brasileiro sofreu uma verdadeira revolução na forma de como crianças e adolescentes (até então chamados genericamente de “menores”) eram vistos, compreendidos e tratados.Com o advento da Constituição Federal de 1988 e da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança e do Adolescente de 1989, crianças e adolescentes deixaram a condição de meros “objetos” de intervenção estatal para se tornarem sujeitos de direitos e destinatários da proteção integral e prioritária por parte da família, da sociedade e do Estado (lato sensu), tornando imprescindível a edição de novos marcos normativos infraconstitucionais, vez que boa parte dos até então existentes não foi recepcionada pela ordem Constitucional recém instituída.​ 

Instrumentos para avaliar a coparentalidade: uma comparação de suas propriedades psicométricas


Autor(es): T. R. Carvalho; E. J. Barham
Publicação: Avaliação Psicológica, 2016, 15(2), pp. 207-215
Apresentação:
 A coparentalidade envolve as interações que ocorrem entre a mãe e o pai de uma criança, para combinar como lidar com as tarefas relacionadas à criação deste filho. Com base em uma análise de publicações nacionais, não foram encontrados instrumentos de coparentalidade para uso no Brasil. Uma medida de coparentalidade pode contribuir para testar modelos teóricos relativos a esse construto, bem como pode ser usada por psicólogos como uma ferramenta para avaliar a relação coparental. Assim, o objetivo do presente estudo foi comparar instrumentos de coparentalidade descritos na literatura internacional. Por meio de uma busca sistemática em bases de dados eletrônicas, foram encontrados 35 artigos sobre a validação de oito instrumentos de coparentalidade. Após comparar as evidências psicométricas dos instrumentos encontrados, concluiu-se que existem três instrumentos com evidências satisfatórias de precisão, estrutura interna e validade externa, que podem ser adaptados para uso no Brasil.​

Modelos Teóricos das Relações Coparentais: Revisão Crítica​


Autor(es): 
D. Lamela; R. N. Costa; B. Figueiredo
Publicação: Psicologia em Estudo, Maringá, v. 15, n. 1, p. 205-216, jan./mar. 2010
Apresentação:
 ​A investigação empírica e teórica sobre a coparentalidade têm crescido ao longo da última década. A aliança parental tem sido conceptualizada como um dos elementos essenciais para a harmonia sistémica da família, bem como responsável pelas trajectórias (des)adaptadas das crianças. O presente artigo teórico, num primeiro momento, define e delimita o construto de coparentalidade, num segundo momento, apresenta três modelos conceptuais da aliança coparental mais referenciados na literatura científica e, no final, discute as vantagens e limitações conceptuais dos quadros teóricos descritos. Este artigo tem como finalidade contribuir para a clarificação deste construto da Psicologia da Família e informar sobre a sua potencialidade na prática psicológica.

O Novo Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento: 

Autor(es): Corregedoria Nacional de Justiça
Publicação: Conselho Nacional de Justiça, 2019
Apresentação: Passo a Passo da Adoção no Brasil.Passo a Passo da Adoção no Brasil.

Os atalhos que conspiram contra o sistema de adoção

Autor(es): W. G. Sousa
Publicação: Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios – TJDFT, 2019
Apresentação: Artigo publicado no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios – TJDFT.

Significado Social da Família


Autor(es): G. Petrini
Publicação: Cadernos de Arquitetura e Urbanismo, v.16, n.18+19, 2009
Apresentação: O presente artigo estuda o significado social da família, tendo em vista a tendência da cultura contemporânea a considerar as relações afetivas como fatos privados, sem relevância para a sociedade. Discute o processo ​de  individualização, a constituição da identidade pessoal e de bens relacionais no contexto familiar, investigando possíveis correlações com o processo social contemporâneo, caracterizado pela perda de virtudes sociais, como se evidencia pelo aumento dos índices da violência e pela quantidade de recursos públicos desviados de sua finalidade social.

Retratos da Sociedade Brasileira​: Confiança interpessoal


Autor(es): 
Confederação Nacional da Indústria - CNI 
Publicação:
Indicadores CNI | ISSN 2317-7012 | Ano 6 | Número 39 | Julho 2017
Apresentação:
 I
ndicadores da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

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