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“A gente quer que vocês se sintam protegidos”, afirma ministra em centro socioeducativo de Criciúma (SC)”

“A gente quer que vocês se sintam protegidos”, afirma ministra em centro socioeducativo de Criciúma (SC)”

Foto: Willian Meira/MMFDH

A última parada, antes de encerrar a agenda de compromissos oficiais, foi no Centro de Atendimento Socioeducativo (CASE), no bairro de São Domingos, em Criciúma (SC). A titular do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, ministra Damares Alves, e a comitiva que a acompanhava nos dois dias de visita a Santa Catarina chegaram, no início da noite de domingo (28), para conhecer o trabalho da unidade.

Eles foram recebidos pelo diretor do departamento de administração socioeducativa estadual. Zeno Augusto Tressoldi explicou o funcionamento das medidas de proteção adotadas, desde o início da pandemia do novo coronavírus, para garantir a segurança e evitar o contágio dos agentes e dos internos. Além de disponibilizar máscaras, luvas e álcool em gel, o centro de atendimento também tem aplicado testes rápidos para os servidores.

"Hoje, o estado de Santa Catarina está com uma barreira sanitária muito boa. A Secretaria de Administração Prisional e Socioeducativa fez uma barreira diferenciada para o Covid-19. Até o momento não há registros de contaminados por Covid-19 na nossa instituição. Tomamos todas as medidas para que nenhum caso desse positivo", contou Tressoldi.

"As visitas estão suspensas. Eles compreenderam que ninguém está saindo de casa, por conta dessa questão de saúde e sabem que os próprios familiares estão se cuidando" acrescentou.

O diretor também relatou um pouco da rotina na unidade que conta com cursos profissionalizantes e uma área onde os internos podem aprender a importância de ter um trabalho. Atualmente, a instituição abriga 59 meninos apreendidos após a prática de atos infracionais. A maioria cumpre medida socioeducativa por envolvimento em homicídios.

“Trabalhamos a disciplina, o respeito, mas, pra isso acontecer, também precisamos de um respaldo. Há uma necessidade do uso de EPIs para garantir a proteção dos agentes que atuam com os adolescentes. Querendo ou não a gente trabalha com menores que cometeram ato infracional. Então é muito importante que a gente esteja protegido para o momento que não está essa calmaria que está hoje”, disse o diretor.

Após conhecer parte das instalações e ouvir as considerações dos agentes, a ministra conversou com alguns dos garotos.

"A gente quer que vocês se sintam protegidos. Se cuidem e fiquem calmos. Tudo isso vai passar", disse.

Mais informações:
Assessoria de Comunicação Social do MMFDH
(61) 99558-9277

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