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Ministra Ideli Salvatti destaca Caravana de Educação em Direitos Humanos como avanço essencial para o País
A Ministra Ideli Salvatti, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), abriu o seminário da Caravana de Educação em Direitos Humanos, nesta segunda-feira (25) em São Paulo, destacando a relevância do encontro como espaço essencial na convergência de movimentos, entidades e pessoas que se dedicam à luta para afirmação dos direitos humanos como elemento central da sociedade e do Estado brasileiro.
Ideli reforçou a missão das caravanas, que se transformou em tarefa após o Fórum Mundial de Direitos Humanos (FMDH), quando diversos exemplos de violência aos direitos humanos tiveram visibilidade. Relembrou ainda momentos de dificuldades enfrentados no primeiro Centro de Defesa de Direitos Humanos, criado na década de 1970 em Joinville (SC), em pleno período de ditadura civil militar.
“Na época, tudo desaguava nos centros de defesa dos direitos humanos. Nós trabalhávamos casos de racismo, de legalização de terrenos de marinha, de violência contra homossexuais, contra mulheres. Hoje, após todos esses anos e toda essa movimentação, podemos dizer que avançamos. Temos no governo federal uma secretaria que cuida especificamente do combate à violência e discriminação”.
O trabalho da Secretaria de Direitos Humanos foi apresentado ao público presente, vindos de Osasco, Cotia, São Bernardo do Campo, Sapopemba, São Vicente e São Paulo. A ministra citou a ação do Comitê de Combate à Tortura, com a missão e fortalecer o enfrentamento à tortura em instituições de privação de liberdade, do novo Conselho Nacional de Direitos Humanos, que após muitos anos foi aprovado, diferentemente do anterior, como representação paritária da sociedade civil mais equilibrada e atuante, além de citar diretrizes nacionais para a educação em Direitos Humanos com o intuito de reforçar a educação formal e popular com protagonismo e eminência.
“É grande a satisfação de estar aqui e presenciar essa animação de todos os movimentos sociais para que a temática de direitos humanos seja fundamental. Não adianta o país ter progresso se todos não têm direito ao progresso, encerra Ideli”.
Participaram da mesa junto com a ministra, o representante da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, Paulo de Tarso Vannuchi, o secretário municipal de Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura de São Paulo, Rogério Sottili, o coordenador do MNDH, Rildo Marques, o presidente da ABRASME, Paulo Duarte de Carvalho Amarante, e os representantes da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de SP e da Câmara Municipal de SP, Diogo Adriano e a vereadora Juliana Cardoso.
Assessoria de Comunicação Social