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16/05 – Estádios geram empregos e novos usos após a Copa
Agendas das Arenas para depois da Copa preveem diversas possibilidades de uso e empregabilidade
A geração de empregos proporcionada pelos novos estádios da Copa do Mundo 2014 não para após o campeonato mundial. As novas arenas foram estruturadas para comportar eventos como feiras, convenções, festas e atividades de esportes radicais.
Essas instalações têm características próprias em cada estado, além de obedecer a um padrão indicado pelos organizadores da Copa. Incluem cozinhas de camarotes, restaurantes, lanchonetes e estacionamentos, entre outros equipamentos urbanos que demandam mão de obra para seu funcionamento. As possibilidades de uso dos estádios para geração permanente de empregos após a Copa do Mundo são variadas.
Os novos modelos incluem ambientes para locação capazes de atender ao interesse de produtores culturais e musicais, agências promocionais e de publicidade, empresas, trade turístico, organizadores de formaturas, casamentos e eventos religiosos, entre outros.
Esses estádios, após a Copa, têm estrutura concebida para atender desde grandes espetáculos abertos ao público até ações institucionais. Mudanças foram feitas de forma que, em alguns, a capacidade de público em áreas internas pode variar de 50 a 50 mil pessoas. Se forem incluídos espaços externos se amplia a capacidade para até 100 mil pessoas, o que possibilita a realização de festivais e megaeventos.
Custos
– Foram investidos R$ 8 bilhões nas novas arenas para a Copa do Mundo 2014 no Brasil, com responsabilidade do governo federal no financiamento de cerca de metade deste valor. Desse montante, R$ 3,9 bilhões foram desembolsados pelo BNDES e serão restituídos aos cofres públicos com juros e correção monetária.
De acordo com a Fundação Getúlio Vargas, o potencial de movimentação financeira da indústria do futebol brasileiro ligado à Copa ultrapassa os R$ 60 bilhões por ano. Pode chegar a empregar até 2,1 milhões de pessoas no país, entre homens e mulheres.
Os novos estádios, mais modernos e seguros, com possibilidades multiuso, são fatores para impulsão do setor. No Campeonato Brasileiro de 2013, as novas arenas atraíram público médio 88% maior do que o das unidades antigas em operação na mesma competição.
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