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Ministra Iriny Lopes participa da assembléia do Comitê para Questões de Gênero do Ministério de Minas e Energia
Ministra fez análise dos avanços e perspectivas da participação da Mulher nos postos de direção
Ao falar sobre as perspectivas da participação das mulheres nos postos de direção, na abertura da XXII Assembléia Geral do Comitê Permanente para as Questões de Gênero do Ministério de Minas e Energia e Empresas Vinculadas, nesta sexta-feira (18/02), a ministra Iriny Lopes da Secretaria de Políticas para as Mulheres disse que “não é qualquer coisa elegermos uma presidenta. Para além do seu simbolismo, esse fato histórico nos abre possibilidades e sinaliza que não teremos retrocesso nas conquistas que já garantimos em relação aos direitos das mulheres e equidade de gênero”. Para a ministra, o governo de presidenta Dilma Rousseff não é somente de continuidade, mas de aprofundamento dos direitos e políticas e é também de novidades, “pois apesar do êxito dos esforços e dos avanços, a igualdade real entre homens e mulheres ainda não chegou, não somente no Brasil mais em todo o mundo”.
Iriny Lopes ressaltou que o fato do governo colocar como eixo central o combate à miséria, os instrumentos e políticas públicas e a articulação com toda a sociedade, especialmente os movimento sociais, potencializam os esforços para fazer avançar e aprofundar o cumprimento dos direitos, a equidade de gênero e a participação nos postos de direção: “Esse é o nosso tempo, e está posto para nós que viemos de uma trajetória de lutas sociais, fazermos avançar nessas conquistas. A conjuntura é desafiadora. A presidenta Dilma é um marco, um estímulo e traz oportunidades que talvez nunca tenhamos na história do Brasil. Temos consciência disso e sabemos que não podemos deixar passar essa oportunidade”.
A coordenadora do Comitê Permanente para as Questões de Gênero no Ministério de Minas e Energia, Gleide de Almeida Brito, salientou que a Presidenta Dilma Rousseff, quando à frente do ministério, instituiu o Comitê Permanente de Equidade de Gênero e já naquela época foi a primeira em atender a necessidade de construir uma política de equidade de gênero no ministério e nas empresas vinculadas, que hoje serve de referência para outras instituições tanto publicas como privadas. Ao longo de seis anos de atividade, o Comitê já realizou 22 assembléias.
Para Gleide, o Comitê tem avançado nas práticas de equidade de gênero, mas ainda tem um longo caminho pela frente. “Estamos aprendendo a desaprender a subvalorizar a trabalho das mulheres e desnaturalizar a sua ausência na política e nos postos de direção”.
Estiveram presentes na abertura da Assembléia do Comitê para Questões de Gênero do Ministério de Minas e Energia, Josias Matos de Araújo, presidente da Eletronorte Eletrobrás, a representante da ONU Mulheres - Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, Rebecca Tavares, as deputadas federais Érika Kokay e Janete Pietá e a Secretária da Mulher do Distrito Federal, Olgamir Amâncio Ferreira.