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Maria Luiza Viotti e Silvia Pimentel assumem postos da ONU
Publicado em
02/02/2011 09h32
Atualizado em
02/02/2011 09h35
A primeira brasileira a presidir o Conselho de Segurança na ONU, a embaixadora Maria Luiza Viotti, assumiu o posto nesta terça-feira. Além dela, pela primeira vez em sua história, uma brasileira assume a presidência do Comitê sobre a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres, do Comitê Cedaw, da Organização das Nações Unidas (ONU), a professora de Direito e uma das fundadoras do Comitê Latino-Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher (Cladem), organização da sociedade civil.
A presidência do Conselho da ONU é rotativa. A cada mês, os 15 países membros se alternam no posto, que o Brasil assume pela 16ª vez. A questão do Sudão, que aguarda um referendo sobre a separação entre o Sul e o Norte e a paz no Oriente Médio serão os principais assuntos discutidos durante a gestão da embaixadora brasileira Maria Luiza Viotti. Está marcado para o próximo dia 11 o encontro para debater paz, segurança e desenvolvimento.
A indicação de Silvia Pimentel à presidência do Comitê foi feita pelo próprio movimento de mulheres ao Itamaraty. O Ministério das Relações Exteriores e as missões brasileiras em Nova York e Genebra empenharam-se na sua eleição e participaram da campanha eleitoral em dois momentos na sede da ONU. Ela integra o movimento de mulheres desde o final da década de 70 e há seis ano é a representante brasileira no Comitê Cedaw.
Segundo Silvia, a violência contra a mulher é um fenômeno universal, presente também nos países mais desenvolvidos política e economicamente, e atinge mulheres de todas as raças, etnias, religiões, estratos sociais, idades. A violência contra a mulher ainda é naturalizada por muitos que reforçam a sua subordinação social e inclusive, frequentemente, há a aceitação por parte da própria mulher.
O Comitê - possui 23 integrantes e se renova, parcialmente a cada dois anos, quando 11 ou 12 lugares são submetidos à eleição. Cada país signatário da Convenção sobre a Eliminação de todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres pode apresentar a sua candidata ou o seu candidato à eleição, que se dá por escrutínio secreto, em plenária de todos os países que ratificaram a Convenção Cedaw. Foi criado para examinar os progressos alcançados pelos países signatários na aplicação da Convenção.
A presidência do Conselho da ONU é rotativa. A cada mês, os 15 países membros se alternam no posto, que o Brasil assume pela 16ª vez. A questão do Sudão, que aguarda um referendo sobre a separação entre o Sul e o Norte e a paz no Oriente Médio serão os principais assuntos discutidos durante a gestão da embaixadora brasileira Maria Luiza Viotti. Está marcado para o próximo dia 11 o encontro para debater paz, segurança e desenvolvimento.
A indicação de Silvia Pimentel à presidência do Comitê foi feita pelo próprio movimento de mulheres ao Itamaraty. O Ministério das Relações Exteriores e as missões brasileiras em Nova York e Genebra empenharam-se na sua eleição e participaram da campanha eleitoral em dois momentos na sede da ONU. Ela integra o movimento de mulheres desde o final da década de 70 e há seis ano é a representante brasileira no Comitê Cedaw.
Segundo Silvia, a violência contra a mulher é um fenômeno universal, presente também nos países mais desenvolvidos política e economicamente, e atinge mulheres de todas as raças, etnias, religiões, estratos sociais, idades. A violência contra a mulher ainda é naturalizada por muitos que reforçam a sua subordinação social e inclusive, frequentemente, há a aceitação por parte da própria mulher.
O Comitê - possui 23 integrantes e se renova, parcialmente a cada dois anos, quando 11 ou 12 lugares são submetidos à eleição. Cada país signatário da Convenção sobre a Eliminação de todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres pode apresentar a sua candidata ou o seu candidato à eleição, que se dá por escrutínio secreto, em plenária de todos os países que ratificaram a Convenção Cedaw. Foi criado para examinar os progressos alcançados pelos países signatários na aplicação da Convenção.