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Assinada Portaria que Institui Diretrizes para as Mulheres do Campo e da Floresta
Publicado em
10/08/2010 18h32
Atualizado em
10/08/2010 18h57
Serão realizadas ações nas áreas de saúde, segurança pública, acesso a justiça, educação, assistência social entre outros
A ministra Nilcéa Freire, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), assinou, nesta terça-feira (10), a Portaria nº 85 que institui as Diretrizes para as Mulheres do Campo e da Floresta, durante a realização do II Seminário “No campo e na floresta, políticas públicas para as mulheres”, organizado pelo Fórum Permanente de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres do Campo e da Floresta. Essas diretrizes têm por base os princípios estabelecidos no II Plano Nacional Políticas para as Mulheres e no Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres.
O documento comporta o desenvolvimento de políticas voltadas para a prevenção, enfrentamento, assistência e garantias do direito das mulheres do campo e da floresta. Serão realizadas ações conjuntas entre diversos setores envolvidos com a questão de gênero (governo e sociedade), principalmente nas áreas de saúde, segurança pública, acesso à justiça, educação, assistência social entre outros.
A ministra Nilcéa Freire disse que “é preciso desconstruir as desigualdades entre as mulheres, promovendo ações que combatam as discriminações de gênero e a violência tanto nos centros urbanos como no meio rural”. Para ela, a união e luta do movimento de mulheres em parceria com o governo federal tem sido capaz de transformar a realidade de muitas mulheres. “É preciso que as mulheres sejam protagonistas do processo de desenvolvimento, referenciado na sustentabilidade de forma planejada, para que tenhamos um mundo sem opressão, sem violência e com mais igualdade”, declarou.
A ministra Nilcéa Freire, da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), assinou, nesta terça-feira (10), a Portaria nº 85 que institui as Diretrizes para as Mulheres do Campo e da Floresta, durante a realização do II Seminário “No campo e na floresta, políticas públicas para as mulheres”, organizado pelo Fórum Permanente de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres do Campo e da Floresta. Essas diretrizes têm por base os princípios estabelecidos no II Plano Nacional Políticas para as Mulheres e no Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres.
O documento comporta o desenvolvimento de políticas voltadas para a prevenção, enfrentamento, assistência e garantias do direito das mulheres do campo e da floresta. Serão realizadas ações conjuntas entre diversos setores envolvidos com a questão de gênero (governo e sociedade), principalmente nas áreas de saúde, segurança pública, acesso à justiça, educação, assistência social entre outros.
A ministra Nilcéa Freire disse que “é preciso desconstruir as desigualdades entre as mulheres, promovendo ações que combatam as discriminações de gênero e a violência tanto nos centros urbanos como no meio rural”. Para ela, a união e luta do movimento de mulheres em parceria com o governo federal tem sido capaz de transformar a realidade de muitas mulheres. “É preciso que as mulheres sejam protagonistas do processo de desenvolvimento, referenciado na sustentabilidade de forma planejada, para que tenhamos um mundo sem opressão, sem violência e com mais igualdade”, declarou.
Carmem Foro, secretária de Mulheres da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), afirmou que há pouco tempo o governo começou a dar um pouco de atenção ao meio rural brasileiro. “O histórico de abandono tem reflexo na vida dessas pessoas, precisamos de um conjunto de ações no âmbito de fortalecimento da autonomia econômica das trabalhadoras rurais, para que elas possam sair de situações de violência”, finalizou.
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