Bibliografia

Publicado em 05/10/2020 17h45

A Automutilação nas Políticas Públicas de Saúde Mental: Um Olhar Através do Biopoder e Sociedade Disciplinar Foucaultiana


Autor(es):
 R. L. S. P. Henriques
Publicação: Pretextos - Revista da Graduação em Psicologia da PUC Minas, v. 3, n. 6, jul./dez. 2018​
Apresentação: Este estudo trata da automutilação nas Políticas Públicas de Saúde Mental, através do olhar do Biopoder e da Sociedade Disciplinar Foucaultiana. Tem como objetivo analisar as falas de adolescentes que se automutilam, relatadas pelos profissionais em prontuários do serviço de saúde mental infantil de um município de Minas Gerais.

Boletim de Vigilância Epidemiológica de Suicídio e Tentativa de Suicídio


Autor(es): 
Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul
Publicação: Bol. Vig. Suicídio | v. 1 | n. 1 | setembro | 2018
Apresentação: O boletim tem como objetivo descrever o perfil epidemiológico do suicídio e das tentativas de suicídio no Rio Grande do Sul para subsidiar intervenções de promoção da vida e prevenção do suicídio.

O suicídio e a automutilação tratados sob a perspectiva da família e do sentido da vida

Autor(es): Secretaria Nacional da Família
Publicação: 
Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, 2019
Apresentação: 
Esse estudo visa levantar as bases fundamentais do suicídio e da automutilação, dando ênfase aos casos entre os jovens, buscando uma avaliação do problema sob a perspectiva familiar e da valorização do sentido da vida. Tais bases consistem em conceitos, dados estatísticos, características das vítimas e ações de prevenção, trazendo à tona questões que podem contribuir com a adequação das políticas públicas sobre a problemática aqui abordada.​

 

Referências internacionais

Dark Contrasts: The Paradox of High Rates of Suicide in Happy Places

Autor(es): M. C. Daly et al.
Publicação: Journal of economic behavior & organization : JEBO. Vol. 80.2011, 3, p. 435-442
Apresentação: Suicide kills more Americans each year than die in motor accidents. Yet its causes remain poorly understood. This paper suggests that the level of other’s happiness may be a risk fact for suicide (although one’s own happiness likely protects one from suicide). Using U.S. and international data, the paper provides evidence for a paradox: the happiest places tend to have the highest suicide rates.

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