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REDE DE EVIDÊNCIAS
Rede Nacional de Evidências em Direitos Humanos apresenta balanço de 2026 e discute perspectivas para 2027
Encontro apresentou o balanço das atividades de 2026, acolheu novos integrantes e discutiu propostas para fortalecer a produção de conhecimento e sua aplicação nas políticas públicas (Imagem: ReneDH/Divulgação)
O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) realizou, nesta quarta-feira (4), a 2ª Reunião Ordinária da Rede Nacional de Evidências em Direitos Humanos (ReneDH). O encontro, realizado de forma virtual, apresentou o balanço das atividades de 2026, acolheu novos integrantes e discutiu propostas para fortalecer a produção de conhecimento e sua aplicação nas políticas públicas.
Gerida pela Coordenação-Geral de Indicadores e Evidências em Direitos Humanos (CGIE), vinculada à Secretaria-Executiva do MDHC, a ReneDH reúne atualmente 131 instituições-membro, sendo 21 novas adesões em 2026, com representação em 24 unidades da Federação.
O coordenador-geral de Indicadores e Evidências em Direitos Humanos, Pedro de Lemos, destacou a diversidade institucional e territorial da Rede e a importância da construção coletiva das próximas iniciativas.
“Isso mostra um pouco o quanto a rede tem conseguido crescer de uma forma diversa, que contempla tanto a enorme diversidade e a complexidade territorial do Brasil quanto as temáticas de direitos humanos, que são muitas”, afirmou.
Entre os resultados apresentados, estão a realização de dez webinários, três edições do boletim ReneDH Conecta e duas edições do Encontro Nacional de Evidências em Direitos Humanos. Também foram destacados os Cadernos de Evidências e as iniciativas de incentivo à pesquisa.
Para 2027, foram apresentadas propostas de fortalecimento dos grupos de trabalho, ampliação das atividades formativas e criação do Selo ReneDH de Produções Baseadas em Evidências. As iniciativas serão submetidas à discussão e à definição coletiva de prioridades.
Troca de experiências
Durante o encontro, representantes de instituições compartilharam experiências e sugestões para ampliar a atuação da Rede. A professora Markléa Ferst, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), defendeu maior divulgação das pesquisas e iniciativas desenvolvidas pelos membros.
“Podemos criar um fluxo de envio de conteúdo envolvendo direitos humanos e essas temáticas de uma forma que, o que temos feito, estudado e desenvolvido, possa chegar numa linguagem simples à sociedade”, sugeriu.
Também participaram das discussões Maria Nazaré Zenaide, da Rede Brasileira de Educação em Direitos Humanos; Jean Von Hohendorff, do grupo de pesquisa VIA Redes; e Viviane Resende, coordenadora do INCT Caleidoscópio, que apresentaram experiências nas áreas de educação, proteção de crianças e adolescentes e enfrentamento às desigualdades.
Próximos passos
A reunião também abordou os preparativos para o III Encontro Nacional de Evidências em Direitos Humanos, previsto para os dias 2 e 3 de dezembro, em Brasília (DF). A programação inclui a cerimônia de entrega do 2º Prêmio de Incentivo à Pesquisa em Direitos Humanos, além do lançamento da nova plataforma digital da ReneDH e do Repositório de Estudos, que busca ampliar o acesso público a pesquisas e conhecimentos sobre direitos humanos.
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Texto: E.G.
Edição: F.T.
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