Os Riscos à Integridade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN foram identificados a partir da análise dos macroprocessos institucionais, da Cadeia de Valor, do Mapa Estratégico 2026–2030 e dos Eixos Temáticos estabelecidos no Plano de Integridade 2026–2028. O mapeamento considera riscos com potencial de comprometer a missão institucional, a credibilidade do Instituto, a conformidade legal e a adequada entrega de valor público à sociedade.
A gestão de riscos à integridade no Iphan está estruturada como instrumento de governança e prevenção, voltado ao fortalecimento dos mecanismos de controle interno, da ética institucional, da transparência e da responsabilidade pública. Nesse contexto, foram priorizados riscos relacionados a nepotismo, conflito de interesses, abuso de poder e assédio, irregularidades em transferências e convênios, fragilidades na transparência ativa, insuficiência de mecanismos de apuração e desafios relacionados à consolidação da cultura de integridade no âmbito institucional.
Os riscos identificados foram classificados conforme critérios qualitativos de probabilidade e impacto, permitindo a definição de níveis de criticidade e a adoção de medidas de tratamento, monitoramento e prevenção compatíveis com a realidade institucional do Iphan. A consolidação dessas informações subsidia a implementação de ações estratégicas voltadas ao fortalecimento da governança, da integridade pública e da proteção do patrimônio cultural brasileiro.