Educação, Formação e Participação Social no campo do Patrimônio Cultural
A Educação Patrimonial pode ser entendida como um conjunto de processos educativos que mobilizam ações de sensibilização e de mediação sobre o campo do Patrimônio Cultural nas políticas públicas. Ela é constituída por múltiplas e diversas práticas, narrativas, conceitos, ferramentas e recursos com foco educativo no campo do Patrimônio Cultural.
Nessa perspectiva, os bens culturais são entendidos como base para a compreensão sócio-histórica de referências culturais, para as quais a Educação Patrimonial está voltada, buscando sua apropriação social, reconhecimento, valorização e preservação.
Dessa forma, os processos educativos patrimoniais devem primar pela construção coletiva e democrática do conhecimento, por meio da participação efetiva das comunidades detentoras e produtoras dessas referências.
No contexto da Educação Patrimonial, são reconhecidas as convivências entre as diversas noções de Patrimônio Cultural que, por sua vez, são permeadas pelas distintas cosmopercepções e epistemologias que constituem as identidades culturais.
O Iphan busca dar caráter educativo a todas as suas ações. Com isso a instituição objetiva que suas representações estaduais e locais funcionem como espaços de diálogo para a construção, em conjunto com a sociedade, de políticas de identificação, reconhecimento, proteção e promoção do Patrimônio Cultural.
As diretrizes que hoje orientam as ações de Educação Patrimonial resultam de um longo processo de debates institucionais e intersetoriais, de aprofundamentos teóricos e de contínuas avaliações das práticas educativas voltadas ao Patrimônio Cultural.
Essas iniciativas devem estar amparadas nas seguintes premissas: as comunidades devem ser participantes efetivas das ações educativas; os bens culturais estão inseridos nos espaços de vida das pessoas; a Educação Patrimonial é um processo de mediação; o Patrimônio Cultural é um campo de conflito; os territórios são espaços educativos; as ações educativas devem considerar a intersetorialidade das políticas públicas; e é necessária uma abordagem transversal e dialógica da Educação Patrimonial.
No Iphan, a política de Educação Patrimonial é conduzida pela Coordenação-Geral de Educação, Formação e Participação Social (COGEDU) e por suas unidades, que são a Coordenação de Educação Patrimonial e Formação (CEPF), o Serviço de Educação e Participação Social (SEPS) e o Serviço de Formação e Escola de Governo (SEFEG).
Educação Patrimonial
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