De acordo com o Manual de Elaboração do Plano de Dados Abertos disponibilizado pela Controladoria Geral da União (CGU), um PDA tem 8 etapas:
1) Introduzir o assunto no órgão;
2) Definir os pontos focais – para a coleta dos microinventários;
3) Consolidar o inventário;
4) Descobrir a prioridade;
5) Definir o cronograma de abertura das bases;
6) Definir o cronograma de fomento;
7) Registrar tudo o que foi realizado;
8) Publicar na seção de “acesso à informação” na subseção de dados abertos
Deste modo, a elaboração do Plano de Dados Abertos se inicia com a introdução do assunto no órgão e a definição dos pontos focais. A partir disso, se inicia a etapa da consolidação do inventário de bases do órgão. Uma vez consolidado o inventário, o órgão submete a lista de bases ainda não disponibilizadas em formato aberto a um mecanismo de participação social, como a consulta pública, para que a sociedade ativamente demonstre seu interesse. Com essas informações, é realizada uma matriz de priorização, na qual serão avaliados critérios como o interesse social, a viabilidade técnica e os compromissos legais assumidos pelo órgão. Com base nesta priorização, serão definidos os cronogramas de abertura das bases e de fomento para a divulgação e reuso das bases disponibilizadas. Por fim, todo o processo é registrado e será publicado na seção de “acesso à informação” do órgão.