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Participe da elaboração do Plano de Salvaguarda do Choro
Foto: Filipe Araújo/ MinC
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) convida a comunidade detentora do Choro e a sociedade civil para as reuniões de planejamento da elaboração do Plano de Salvaguarda do Choro, bem imaterial reconhecido como patrimônio cultural do Brasil pelo Iphan em 2024. Nesta terça-feira (22/07), o Instituto se reúne de forma on-line com detentores da região Norte, às 16h (horário de Brasília). No mesmo horário, na quinta-feira (24/07), será a vez dos detentores do Nordeste participarem ativamente da construção do documento que define os objetivos e planejamento de ações a serem desenvolvidas para proteção do bem cultural.
Acesse aqui a reunião da Região Norte | 22/07 | 16h e Região Nordeste | 24/07 | 16h
O plano de salvaguarda apresenta as iniciativas de proteção de maneira estratégica, os objetivos e o planejamento de ações a serem desenvolvidas a curto, médio e longo prazo, a fim de promover um amplo alcance da política de salvaguarda, a qual deve, também, estar sempre articulada a outras políticas públicas.
Mas quem elabora um plano de salvaguarda? Como diagnosticar políticas públicas e ações de salvaguarda? Essas e outras perguntas são respondidas no Manual de Elaboração de Planos de Salvaguarda, publicado pelo Iphan com versões em português e espanhol.
Choro
De acordo com o parecer técnico que analisou o pedido de registro como Patrimônio Cultural, o Choro é uma prática complexa e diversa, presente em todas as regiões do Brasil e disseminada em outros países. O primeiro antecedente histórico significativo para seus processos de desenvolvimento é o surgimento das atividades de impressão musical a partir da década de 1830, que publicavam os chamados “ramalhetes”, coleções para piano contendo músicas de salão de grande popularidade na época, como valsas, polcas, modinhas e lundus.
O Choro é resultado das transformações e das criações realizadas pelas classes populares urbanas no final do século XIX a partir desses três grandes grupos de repertório. Nesse processo, os músicos brasileiros incorporam instrumentos de tradição portuguesa, como o cavaquinho e o violão, que eram próprios dessas camadas populares. Já o termo “choro” nasce da maneira chorosa de se tocar as músicas estrangeiras no final do século XIX e seus apreciadores chamavam a manifestação cultural de “música de fazer chorar”. Saiba mais sobre o Choro no Dossiê para instrumentação técnica do Processo de Registro do Choro como Patrimônio Cultural do Brasil.
Acesse as reuniões de elaboração do Plano de Salvaguarda do Choro
Região Centro-Oeste | 31/07 | 16h
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Guilherme Gomes - guilherme.cardoso@iphan.gov.br
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