EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

Iphan promove oficina de Educação Patrimonial para professores da rede pública, em Vitória (ES)

Atividade integrou o calendário do Mês do Patrimônio Cultural

Publicado em 18/08/2025 16:37
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Foto: Superintendência do Iphan no Espírito Santo
Foto: Superintendência do Iphan no Espírito Santo

No dia 15 de agosto, a Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Espírito Santo promoveu a Oficina Pedagógica de Educação Patrimonial, reunindo 44 professores da rede pública de ensino. O encontro foi realizado na sede da superintendência, em Vitória (ES), e integrou a programação nacional do Mês do Patrimônio Cultural, iniciativa do Iphan.  

Com o tema “O Iphan e a Preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro: um olhar sobre a História e a Cultura Capixaba (módulo I)”, a atividade foi organizada em dois turnos: 24 docentes participaram pela manhã e outros 20 à tarde. Foi a primeira vez que o Iphan no –Espírito Santo adotou o formato de oficina, já que, até então, as ações junto às escolas aconteciam por meio de palestras para professores e estudantes. 

Durante a atividade, os participantes percorreram um circuito pedagógico e puderam debater sobre quatro temas: Patrimônio Edificado, Patrimônio Imaterial, Patrimônio Arqueológico e Arquivo/Biblioteca/Visitação.  

"A preservação do patrimônio é um elemento fundamental na construção social e, por esse motivo, buscamos firmar parcerias com instituições de ensino, para que nossos jovens tenham acesso a esses saberes de forma mais ampla e adequada", disse o superintendente do Iphan no Espírito Santo, Joubert Filho.  

A iniciativa foi conduzida pelos técnicos Melina Santos Marques, Igor da Silva Erler, Antônio Carlos Cordeiro dos Santos e Marcelo da Silva Murilo, com apoio da estagiária Isabel Bento Moreira Souza. 

Para o chefe de Divisão Técnica do Iphan no estado, Yuri Batalha, a oficina permitiu uma troca importante de experiências e aproximou ainda mais os professores do tema da preservação. "Nossa expectativa é que esse conhecimento seja levado para a sala de aula, despertando nos estudantes o interesse pela história e pela cultura capixaba", concluiu Batalha.  

Segundo o ponto focal de Educação Patrimonial no Instituto no Espírito Santo, Marcelo Murilo, a proposta foi criar um espaço de aprendizado e troca capaz de inspirar os docentes a se tornarem multiplicadores na defesa e valorização do patrimônio cultural. 

Mais do que transmitir conteúdos, a oficina buscou evidenciar o papel dos professores como agentes fundamentais na preservação do patrimônio cultural. Ao aproximarem os alunos da história e da cultura local, estimular a reflexão crítica sobre os bens preservados e envolver a comunidade no processo, esses profissionais contribuem para a formação de cidadãos conscientes e comprometidos com a proteção da herança cultural brasileira. 

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Ana Carla Pereira – carla.pereira@iphan.gov.br   

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