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Iphan participa da Mondiacult 2025, em Barcelona
Comitiva brasileira no Mondiacult 2025. Foto: Luciele Oliveira/MinC
Entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) participou de uma extensa agenda na Conferência Mundial sobre Políticas Culturais e Desenvolvimento Sustentável, a Mondiacult 2025. Sediado em Barcelona, na Espanha, o evento é considerado o principal fórum internacional de governança cultural e reuniu ministros da cultura dos 194 Estados-membros da Unesco, representantes da sociedade civil, especialistas, artistas e outros profissionais do setor cultural para definir prioridades globais e negociar a Declaração da Mondiacult 2025, documento que orientará a agenda cultural no pós-2030.
Além da ministra da Cultura, Margareth Menezes, a delegação brasileira foi composta pelo presidente do Iphan, Leandro Grass; pelo presidente da Fundação Casa de Rui Barbosa, Alexandre Santini; pela secretária de Economia Criativa do MinC, Cláudia Leitão; pela secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do MinC, Márcia Rollemberg; entre outras autoridades.
Segundo a ministra, a participação da delegação brasileira foi fundamental para a promoção cultural do Brasil. “Estar na Mondiacult significa colocar o Brasil no centro do diálogo internacional sobre cultura e desenvolvimento sustentável. É reafirmar nosso compromisso com a diversidade, com a cooperação entre os povos e com a valorização dos artistas e trabalhadores que fazem a cultura pulsar no nosso país.”
A programação da Conferência também contou com eventos paralelos centrados no patrimônio cultural, tais como: “Educação Patrimonial e Artística para a Cidadania e Criatividade da Juventude”, “Promovendo soluções climáticas baseadas na cultura no caminho para a COP30”, “Saberes de povos indígenas, lugares ancestrais: lidando com a mudança em sítios da Unesco”, “Patrimônio Vivo: Vozes da Comunidade para a Mudança”, dentre outros.
Na programação principal do evento, o presidente do Iphan acompanhou as sessões temáticas dos eixos "Cultura e Ação Climática", "Cultura, Patrimônio e Crise" e "Cultura e Educação", nos dias 29 e 30 de setembro e 1º de outubro. Leandro Grass também participou como palestrante no evento paralelo “Ação climática e Patrimônio Cultural em tempos de crise: desafios comuns, objetivos globais", no dia 30.
"Nosso patrimônio é afetado, mas também pode contribuir para as ações climáticas. A educação patrimonial e a formação são fundamentais. O Brasil tem também procurado fazer o diagnóstico participativo de dados e desenvolver ações sobre Patrimônio e clima, seja envolvendo as questões de gestão de riscos; de memória e de qualidade de vida das comunidades; de economia do patrimônio”, afirmou Leandro. “Também se destacam os programas de salvaguarda de bens culturais de povos e comunidades tradicionais, a assistência técnica a populações vulneráveis em centros históricos, o reconhecimento de quilombos e a recuperação de sítios e bens culturais afetados por eventos extremos. O foco em povos indígenas e comunidades tradicionais, que são as guardiãs dos saberes tradicionais, é condição para avançarmos. Não é apenas preservação — são políticas de inclusão, melhoria de qualidade de vida no território e de fortalecimento da economia da cultura que necessitamos para o século 21”, completou.
O Iphan também participou de reuniões de cooperação bilateral com países como Colômbia, México, Canadá, Espanha e Uruguai, além de reunião com representantes do Banco de desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF). Nas ocasiões, foram tratados temas de interesse mútuos dos países envolvidos.
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