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REPARAÇÃO HISTÓRICA
Iphan e MDHC anunciam sinalização de lugares representativos da história do povo negro no Brasil
Fotos: Ricardo Stuckert/PR
Na manhã desta quinta-feira (24), no município de Minas Novas (MG), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) marcou presença importante em evento de Lançamento de Políticas Nacionais de Educação do Campo, Educação Escolar Indígena e Saberes Tradicionais, organizado pelo Ministério da Educação.
Na cerimônia, em que foram anunciados investimentos de R$ 1,17 bilhão para educação indígena e quilombola por parte do Governo Federal, a titular do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, e o presidente do Iphan, Leandro Grass, assinaram um protocolo de intenções que prevê um acordo de cooperação técnica entre os dois órgãos, para a instalação de placas de identificação em comunidades quilombolas, territórios de povos de terreiros e de matriz africana e espaços culturais que simbolizam a resistência ancestral do povo negro no Brasil. A parceria também vai contemplar a promoção de estudos e ações de Educação e Cultura em Direitos Humanos - incluindo ações de educação patrimonial - em todo o território nacional.
A assinatura do protocolo de intenções foi precedida por outro momento de grande valor simbólico para a população negra do estado de Minas Gerais, quando se prestou uma homenagem especial a grupos de reinados e congados, expressões culturais reconhecidas, em junho deste ano, como patrimônio cultural imaterial do país.
Na presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, diversos ministros de Estado e autoridades políticas, a Rainha Isabel Casimira, Rainha Conga de Minas Gerais e das Guardas de Moçambique e Congo 13 de Maio, representou esses grupos recebendo das mãos da ministra Macaé Evaristo e do presidente do Iphan um título de detentora dos Saberes do Rosário, o nome oficial com que esse bem cultural foi incluído no Livro de Registro dos Saberes, pelo Iphan.
“São entregas importantes e simbólicas, que refletem a prioridade de nosso governo de reconhecer e valorizar a cultura de matriz africana”, destaca Leandro Grass.
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