Foto Yuri Cruvinel Ribeiro
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Com ações voltadas para a recuperação de vegetações degradadas, preservação de espécies ameaçadas, além de criação e fortalecimento de Unidades de Conservação, o GEF Terrestre se concentra na proteção da flora e da fauna da Caatinga, do Pampa e do Pantanal.
De acordo com os dados do Cadastro Nacional de Unidades de Conservação (CNUC), esses são os biomas cujas áreas estão relativamente menos protegidas por Unidades de Conservação.
Presente nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Sergipe e Minas Gerais, a Caatinga possui cerca de 75 mil km2 de UCs, que equivalem a 9% de sua área total.
O Pampa, que se estende por 69% do território do Rio Grande do Sul, possui 6 mil km2 de UCs, ou 3,2% do bioma. Já o Pantanal, fincado entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, tem aproximadamente 7 mil km2, que representam 4,6% de sua área.
A seleção de territórios e Unidades de Conservação para atuação do GEF Terrestre foi orientada por análises realizadas pelo Laboratório de Biogeografia da Conservação, da Universidade Federal de Goiás, que identificou áreas-chave para a conservação da fauna e flora ameaçadas a partir do cruzamento de levantamentos pré-existentes e informações fornecidas por órgãos gestores do meio ambiente.
Desta forma, foram priorizados locais com maior potencial para a produção de resultados mais significativos e consistentes para a conservação da biodiversidade considerando a complementariedade de ações apoiadas por cada componente do Projeto.
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