Ampliar o acesso, a permanência e a conclusão, com melhoria da qualidade, na educação superior
Educação superior de qualidade e acessível para mais pessoas com apoio à permanência e à conclusão dos estudos, e redução de desigualdades por raça, nível socioeconômico, sexo e região.
Indicadores estratégicos:
- Percentual da população de 18 a 24 anos com acesso à educação superior*;
- Pós-graduados stricto sensu titulados por 100 mil habitantes.
* Taxa líquida de escolarização na educação superior (explicação/legenda).
Em 2022, 25% da população entre 18 e 24 anos tinha acesso à educação superior. A meta do Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece um índice de 33% para 2024. A evasão dos cursos é alta, com apenas 39,8% dos ingressantes concluindo seus cursos. Em 2021, somente 23% dos brasileiros de 25 a 34 anos possuíam diploma de nível superior. Esse número está abaixo da média de 47% da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e de países da América Latina, como o Chile (40,5%) e Colômbia (30,5%). Na pós-graduação, o Brasil registrou 40 mestres e doutores titulados por 100 mil habitantes em 2022, indicador também abaixo dos parâmetros internacionais. Para melhorar, é necessário fortalecer programas como Prouni e Fies, renegociar dívidas estudantis e criar novas modalidades de apoio. Além disso, foco na qualidade inclui nova regulação para cursos de educação à distância e um plano nacional para a educação superior.
Iniciativas por eixo de atuação:
Acesso
Permanência e Conclusão
Qualidade
- PET - Programa de Educação Tutorial;
- PEC-G - Programa Estudantes Convênio de Graduação;
- Proext-PG - Programa de Extensão para a Educação Superior;
- Programa Mais Médicos;
- Nova Política de Regulação da Educação a Distância.