O objetivo da campanha é estimular a criação de novos espaços do controle social e valorizar os conselhos gestores, locais, regionais e distritais de saúde.
Com a campanha, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) e o Ministério da Saúde querem envolver e sensibilizar os segmentos do SUS para o desafio e a importância de aproximar a comunidade dos serviços de saúde do exercício do controle social. Esses conselhos podem contribuir com o planejamento das atividades da unidade de saúde, divulgar a importância dos serviços públicos de saúde e do SUS e fortalecer os laços das unidades com os seus territórios.
Uma boa parte das unidades já possui seus conselhos gestores, formados pelos gestores, trabalhadores e usuários dos postos, centros e UBS. As unidades que não tiverem seus conselhos gestores podem conversar com as direções e propor a criação do órgão, preferencialmente com composição paritária; ou seja, 50% de usuários locais e 50% de gestores e trabalhadores dos postos, centros e UBS. O ideal é que os conselhos tenham o mínimo de 4 (quatro) e o máximo de 16 (dezesseis) membros efetivos, com o mesmo número de suplentes, dependendo do tamanho da unidade.
Uma vez criado o conselho, a unidade deve comunicar ao Conselho Municipal de Saúde. As decisões dos conselhos gestores devem ser reverberadas e acompanhadas pelos Conselhos Municipais de Saúde e Secretarias Municipais de Saúde, como regimentos simplificados.
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