Medicamentos similares

Publicado em 24/02/2021 11h26 Atualizado em 24/02/2021 11h29

O medicamento similar contém o mesmo principio ativo do seu medicamento de referência e é identificado pela marca ou nome comercial.  Ele só pode substituir seu respectivo medicamento de referência após passar por testes laboratoriais que comprovem a equivalência. Os que já cumpriram esse processo são chamados de “similares intercambiáveis”. 

Desde 2014 a Anvisa publica a lista dos similares intercambiáveis, assim como seus medicamentos de referência. A lista é atualizada à medida que novos similares são registrados e renovados com a análise dos estudos comparativos.

Acesse aqui a lista de medicamentos similares intercambiáveis (atualizada em 11/05/2020)

 

 Saiba mais

Desde a sua criação, a Anvisa tem trabalhado para aprimorar os critérios de garantia da qualidade, eficácia e segurança dos medicamentos similares. Entre as ações adotadas, podemos detacar:

- A RDC nº 134/2003 estabeleceu critérios para a adequação dos medicamentos similares já registrados e comercializados no Brasil. As empresas tiveram que apresentar estudos para comprovar a equivalência terapêutica entre o medicamento similar registrado e o seu respectivo medicamento de referência.

- A RDC nº 58/2014 definiu as medidas para a intercambialidade de medicamentos similares com o medicamento de referência. Também determinou a publicação no site da Anvisa da relação dos medicamentos similares, indicando os medicamentos de referência com os quais são intercambiáveis para fim de consulta pela população por profissionais de saúde ou qualquer outro interessado.

Todos os medicamentos similares intercambiáveis constantes da lista também terão na bula do medicamento a informação a respeito da intercambialidade,  da frase: “MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA”. A referida informação deve ser incluída na seção da bula “Identificação do Medicamento”.