Inovação

Considerada um capital estratégico posiciona a Anvisa como incentivadora no desenvolvimento de ações inovadoras que contribuam para o fortalecimento do SUS.

Publicado em 06/05/2022 11:40Modificado em 01/02/2023 10:45
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Política de Inovação da Anvisa

A Política de Inovação, além de aprimorar a capacidade da Anvisa em lidar com situações regulatórias complexas, irá impulsionar e facilitar o desenvolvimento e a internalização no Brasil de produtos e serviços sujeitos à vigilância sanitária que sejam inovadores, baseados em novas tecnologias ou áreas de conhecimento, e que contribuam com a melhoria da saúde da população.

Entre os princípios da Política da Inovação, destaca-se o foco no cidadão e no interesse público. O que significa que o estímulo à inovação deve ser guiado para a superação de problemas da saúde pública, para o enfrentamento de situações emergenciais e para a melhoria da saúde da população brasileira, priorizando a transparência e a observância de aspectos legais, morais e éticos.

Em destaque está o envolvimento com os diversos atores, incluindo órgãos públicos, universidades, setor privado e sociedade civil, para identificação dos problemas e de novas capacidades e soluções. A otimização das competências e capacidades instaladas é outro ponto importante. Neste caso, a proposta é buscar o engajamento dos entes que compõem o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), de modo a reconhecer e a valorizar a atuação do SNVS.

Eixos e diretrizes

A Política de Inovação é composta por três eixos, desdobrados em várias diretrizes, que nortearão as estratégias e iniciativas para a implementação da política. Com relação aos eixos, são eles: Capacidade e cultura de inovação; Tecnologia e transformação digital; e Regulação e acesso à saúde.

A execução da Política de Inovação ocorrerá em consonância com as políticas do Sistema Único de Saúde, o SUS, com os princípios, regras e instrumentos do Governo Digital, com a Política Nacional de Inovação e com as políticas de Gestão de Riscos Corporativos e de Governança Organizacional da Anvisa.

A Política de Inovação da Anvisa está alinhada aos propósitos da nova Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde do Governo Federal.

Acesse a íntegra da Portaria 1.100/2023

Laboratório de Inovação da Anvisa – LAB-i VISA

O Laboratório de Inovação da Anvisa (LAB-i VISA) surgiu da necessidade de criar um espaço dinâmico de conexão, aberto à geração de ideias inovadoras, de pesquisa e de experimentação no ambiente institucional. É um lugar para promover a geração e o aproveitamento de ideias com potencial inovador, identificar parcerias e buscar soluções conjuntas para os desafios e problemas organizacionais.

O LAB-i VISA oferece suporte metodológico em um ambiente de pesquisa e experimentação que conecta pessoas de diversas áreas com usuários e especialistas para pensar "fora da caixa" e testar novas ideias. O laboratório foi criado a partir do Programa de Gestão da Inovação da Anvisa, em 2 de julho de 2018, pela Portaria nº 836, de 29 de junho de 2018.

A Anvisa foi a primeira agência reguladora brasileira a implantar um Laboratório de Inovação. A Agência faz parte da Rede Federal de Inovação no Setor Público (Inovagov), composta por mais de 100 instituições públicas e privadas, que buscam a modernização da gestão pública e dos serviços prestados à sociedade. A Agência está no mapa do Observatório de Inovação no Setor Público da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e alinhada às boas práticas e tendências globais de inovação em governo.

Pensar “fora da caixa” - papel do LAB-i VISA

O LAB-i VISA opera em rede para acelerar a geração de conhecimento por meio de abordagens centradas no ser humano, na interação com usuários e na experiência como método para maximizar a capacidade de inovação institucional tendo como pilares:

Disseminar: compartilhar conhecimento para desmistificar a inovação e difundir o pensamento inovador na cultura organizacional.

Fomentar: provocar a geração e o compartilhamento de ideias e práticas inovadoras de forma proativa e contínua.

Conectar: promover interação com usuários e criar ambientes e oportunidades para intercâmbio de conhecimento e experiências inovadoras.

Framework do LAB-i VISA

O Laboratório adota uma abordagem metodológica baseada no design thinking e no design centrado no ser humano (Human-Centered Design – HCD). O ferramental do laboratório inclui design etnográfico, design sprint, além de princípios e métodos ágeis como Scrum, Kanban e OKR.

Material de apoio para os facilitadores de oficinas

Toolkit 2.0 do Lab-i Visa – ferramentas para a realização de oficinas

Com o objetivo de imprimir mais dinamismo e praticidade na realização das oficinas de inovação na Anvisa o LAB-i VISA lançou, em 2021, o Toolkit 2.0 do LAB-i VISA, versão compacta e atualizada do Design Thinking e Design Sprint - Kit de Ferramentas.

O Toolkit é composto por um conjunto de ferramentas que ajudam a planejar, moderar e realizar uma oficina de inovação e serve como suporte para os facilitadores de oficinas, principalmente aqueles que são iniciantes.

O kit apresenta os fundamentos para a estruturação e a facilitação de uma oficina de inovação; a abordagem do Design Thinking, centrada nos princípios de empatia, colaboração e experimentação para encontrar soluções; a jornada, ou seja, o que fazer antes, durante e depois de uma oficina de inovação; e, também, mostra os métodos e as ferramentas para diferentes tipos de oficinas.

O material deve ser utilizado junto com o Guia de Facilitadores, que possui um maior detalhamento do conteúdo das etapas, do papel do facilitador e de como conduzir o desafio da inovação de uma melhor forma em um processo de Design.

Design Thinking e Design Sprint - Kit de Ferramentas

Design Thinking e Design Sprint - Kit de Ferramentas faz parte do conjunto de materiais do primeiro Curso de Facilitadores em Design Thinking e Design Sprint da Anvisa, ministrado pelo Setec Consulting Group por meio da parceria firmada com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap).

O material apresenta uma série de ferramentas com modelos e dicas que auxiliam a planejar, organizar e conduzir sessões de Design Sprint capazes de acelerar processos de inovação no setor público. O conteúdo desse kit é destinado a gestores, profissionais do setor público, equipes de laboratórios de inovação e estudantes de todas as áreas que possuem o objetivo de atuar como facilitadores e agentes de mudança para melhoria de serviços públicos.

Guia de Facilitadores – Design Thinking e Design Sprint no Serviço Público

O Guia de Facilitadores – Design Thinking e Design Sprint no Serviço Público associa conceitos e ferramentas do Design Thinking com práticas e métodos inspirados no pensamento ágil que leva o leitor a compreender, planejar, organizar e conduzir sessões de Design Sprint. Tem por objetivo acelerar o processo de inovação com técnicas que podem ser aplicadas ao setor público de uma forma versátil, adaptada a cada tipo de desafio e à disponibilidade de recursos.

Para melhor aproveitamento do aprendizado, o guia deve ser utilizado com o Design Thinking e Design Sprint - Kit de Ferramentas que possui uma lista com todos os modelos para as atividades práticas, e com o Modelo de Workshop, que serve como suporte ao facilitador nas atividades exploradas nesse material.

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