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TÓQUIO 2021
Três ouros em um dia: Isaquias Queiroz, Hebert Conceição e futebol masculino levam o Brasil ao topo do pódio olímpico
Foto: Breno Barros/rededoesporte.gov.br
Dia 7 de agosto, penúltimo dia dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Se na véspera o Brasil já tinha assegurado o recorde de medalhas na história da competição, neste sábado as conquistas foram ampliadas com louvor. Em um único dia, o país subiu três vezes ao topo do pódio: Isaquias Queiroz, na canoagem velocidade, Hebert Conceição, no boxe, e o futebol masculino garantiram mais três medalhas de ouro para o Brasil.
A conquista de Isaquias Queiroz, pouco antes da meia-noite no horário de Brasília, já anunciava o dia de vitórias para o Brasil. Depois de sair frustrado do C2 1.000m por não ter subido ao pódio, o três vezes medalhista do Rio 2016 avisou que iria em busca do ouro na prova individual. Conseguiu com sobra: o baiano terminou o percurso da C1 1.000m com o tempo de 4min04s408, mais de um segundo à frente do chinês Hao Liu (4min05s724). Serghei Tarnovschi, da Moldávia, ficou com o bronze (4min06s069).
A segunda comemoração veio do boxe. Hebert Conceição conquistou um triunfo incrível sobre o ucraniano Oleksandr Khyzhniak, campeão mundial em 2017 e duas vezes campeão europeu (2017 e 2019). O baiano havia perdido os dois primeiros rounds por unanimidade (10/9 e depois 10/8), e só um nocaute lhe daria o ouro. Então, com 1 minuto e 29 segundos de luta no terceiro e último round, um potente cruzado de esquerda de Hebert acertou o queixo de Khyzhniak e o levou à lona, encerrando o duelo e dando ao Brasil a sexta medalha de ouro em Tóquio.
A festa ficou completa com o futebol masculino. Campeã olímpica no Rio 2016, a seleção brasileira conseguiu fechar o placar em 2 a 1 já na prorrogação. Os responsáveis por marcar em cima da Espanha foram Matheus Cunha e Malcom, na decisão disputada no Estádio de Yokohama.
Se o país comemorou as três conquistas deste sábado, teve que amargar, no entanto, a derrota do vôlei masculino. Pela primeira vez desde Atenas 2004, a seleção brasileira deixa os Jogos Olímpicos sem subir ao pódio. Na disputa pelo bronze, o time comandado pelo técnico Renan acabou superado pela Argentina por 3 sets a 2 (23/25, 25/20, 25/20, 17/25 e 13/15). Agora a torcida vai toda para a seleção feminina, que está na final contra os Estados Unidos. A partida será neste domingo (8), a partir de 1h30 (de Brasília).
Aos 19 anos, Kawan Pereira entrou para a história dos saltos ornamentais no Brasil. Pela primeira vez, o país chegou à final da plataforma de 10m. O piauiense somou 393.85 e terminou em 10° lugar. Já a equipe brasileira de hipismo saltos encerrou os Jogos de Olímpicos de Tóquio na sexta colocação. Neste sábado (7), Marlon Zanotelli, Pedro Veniss e Yuri Mansur disputaram a final da competição e tiveram um total de 29 pontos perdidos. A medalha de ouro ficou com os Estados Unidos, a prata, com a Suécia, e o bronze, com a Bélgica.
Na ginástica rítmica, a seleção de conjunto não conseguiu se classificar para a final, e terminou em 12º lugar. O quinteto brasileiro formado por Beatriz Linhares, Déborah Medrado, Duda Arakari, Geovanna Santos e Nicole Pircio somou 73.250 pontos após as duas apresentações.
Diretoria de Comunicação - Ministério da Cidadania