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Representantes e parceiros do Integra Brasil se reúnem para debater projeto de fomento ao futebol feminino
Um evento online promovido pelo programa Integra Brasil reuniu, nesta quarta-feira (26.05), o secretário nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor (SNFDT) do Ministério da Cidadania, Ronaldo Lima; a secretária nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social (SNELIS), Fabíola Molina; o coordenador-geral da SNFDT, Alexandre Carvalho; e o coordenador-geral da SNELIS, Carlos Lombardi.
O bate-papo virtual teve como objetivo debater a criação do Centro Nacional de Desenvolvimento para o fomento do futebol feminino no país e reuniu, também, representantes do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e da Confederação Brasileira de Desporto Escolar (CBDE), além de convidados de Pernambuco e de São Paulo.
O objetivo da iniciativa é usar o Seleções do Futuro – programa da SNFDT que visa incentivar, desenvolver e democratizar o acesso à formação esportiva em futebol para crianças e adolescentes (6 aos 17 anos) – e o Esporte e Lazer da Cidade (PELC) – de responsabilidade da SNELIS –, para revelar atletas entre 12 e 17 anos em áreas de vulnerabilidade. Depois disso, eles serão encaminhados aos Centros Nacionais de Desenvolvimento, onde terão a estrutura para desenvolver seus talentos.
“Vamos usar a rede do Seleções do Futuro e do PELC para identificar essas atletas e, ao mesmo tempo, fazer um trabalho de conscientização e apoio junto aos pais e familiares dessas jovens”, explica o secretário Ronaldo Lima. “Feito isso, o passo seguinte é trabalhar com essas jovens nos Centros Nacionais de Desenvolvimento. O primeiro deles está previsto para ser inaugurado em dezembro, nas instalações do clube Retrô Brasil, em Recife”, completou.
Ao todo, serão cinco centros nacionais, nas cinco regiões. O primeiro atenderá o Nordeste e será o piloto. No primeiro ano, a ideia é trabalhar com atletas de Pernambuco, vindas de projetos sociais em áreas de vulnerabilidade. No segundo ano, a intenção é buscar atletas com o mesmo perfil nos demais estados da região. “Trata-se de um projeto esportivo, mas com cunho social forte, para dar mais oportunidades para nossas jovens de 12 a 17 anos por meio do futebol”, concluiu o secretário da SNFDT.
Diretoria de Comunicação – Ministério da Cidadania