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Tóquio 2021
Ministro da Cidadania visita base do Brasil em Tóquio e se encontra com Daniel Cargnin, medalhista de bronze no judô
O ministro João Roma se encontrou com o judoca Daniel Cargnin, medalhista de bronze na categoria -66kg. Foto: Rodolfo Vilela/Min. Cidadania
Representante oficial do Governo Brasileiro na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio, o ministro da Cidadania, João Roma, cumpriu nesta segunda-feira (26.07) os últimos compromissos de sua agenda no Japão. Ele embarca na noite desta segunda-feira para Brasília, após passar seis noites na capital japonesa.
Quando observamos uma medalha sendo conquistada, vemos que também é uma conquista coletiva de todos aqueles que estão atuando nos bastidores. Foi muito bom esse momento de visitar as instalações, conversar com profissionais, verificar condições e encontrar alguns atletas, como o Daniel, nosso medalhista no judô. Mais de 80% dos atletas que estão aqui contam com apoio do Governo Federal, destacadamente o maior apoiador e patrocinador dos atletas brasileiros”
João Roma, ministro da Cidadania
Pela manhã, o ministro visitou a base montada pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) para dar suporte aos atletas brasileiros em Tóquio. Na ocasião, acompanhado pelo vice-presidente do COB, Marco Antônio La Porta, pôde cumprimentar o judoca Daniel Cargnin, que no domingo conquistou a medalha de bronze para o Brasil. Além dele, João Roma encontrou-se com os tenistas Marcelo Melo e Bruno Soares e com Renan, técnico da Seleção masculina de vôlei. A visita foi acompanhada pelo embaixador do Brasil no Japão, Eduardo Saboia.
“O COB está de parabéns pela excelente estrutura montada aqui no Japão para atender os atletas brasileiros. De fato, quando observamos uma medalha sendo conquistada vemos que também é uma conquista coletiva de todos aqueles que estão atuando nos bastidores para que esse êxito ocorra. Foi muito bom esse momento de visitar as instalações, conversar com os profissionais, verificar as condições e encontrar alguns atletas, como o Daniel, nosso medalhista no judô. Mais de 80% dos atletas que estão aqui contaram com apoio do Governo Federal, que destacadamente é o maior apoiador e patrocinador dos atletas brasileiros”, disse o ministro.
“A cooperação entre o Comitê Olímpico do Brasil e o Ministério da Cidadania tem se intensificado. O Governo Federal tem sido o maior apoiador do esporte olímpico e paralímpico no Brasil, com R$ 745 milhões investidos por ano no esporte de alto rendimento por meio de programas como o Bolsa Atleta, a Bolsa Pódio, a Lei de Incentivo e a Lei das Loterias, e isso contribuiu de forma determinante para viabilizar a presença dos atletas brasileiros nas Olimpíadas”, ressaltou João Roma.
Segundo La Porta, a visita do ministro João Roma foi importante para que ele pudesse conhecer de forma direta o trabalho que o COB desenvolveu na base de Chuo. “Aqui é o nosso centro de alta performance, uma das principais bases nos Jogos Olímpicos e que permite dar apoio ao nosso atleta na questão da alimentação, de descanso, de relaxamento, de fisioterapia, apoio psicológico e treinamento de força, além da quadra para voleibol”, frisou Marco La Porta.
“O ministro pôde conhecer toda essa estrutura e ver como o COB aplica o recurso que recebe das Loterias. Tenho certeza de que ele saiu impressionado com o trabalho desenvolvido. E teve ainda a oportunidade de almoçar conosco e de experimentar a comida feita pelos nossos chefs. Acho que ficou uma boa impressão do Ministério da Cidadania, estreitando essa relação com o Comitê Olímpico”, prosseguiu o dirigente do COB.
Fundamental
De Daniel Cargnin, Bruno Soares e Marcelo Melo, o ministro ouviu relatos de como a Bolsa Atleta e a Bolsa Pódio tornaram-se fundamentais para o desenvolvimento de todos aqueles que se dedicam ao esporte no país.
“O apoio para o atleta, não só o de alto rendimento, é essencial. Até estava brincando com meus amigos um tempo atrás. A gente olhou para comprar um quimono e estava mil e duzentos reais. É surreal, sabe? Isso é uma coisa que também incentiva muito a pessoa a continuar. Saber que vai ter um retorno e que aquilo ali vai te levar para frente. Eu entrei muito cedo na Bolsa. Entrei na Estudantil, no início, então vivi uma evolução. E sempre me ajudou a me manter no judô. É bem difícil, mas com esse apoio eu me sentia tranquilo para poder treinar tranquilo”, contou Daniel Cargnin.
“O apoio é fundamental. Em todas as fases da nossa carreira é super importante. Todo mundo sabe a demanda de um atleta e sem o apoio é praticamente impossível você realizar alguma coisa. O mais importante disso aí é que tem que começar no início, tem que começar lá na base, na hora que o atleta está dando os primeiros passos, você tem que estar ali apoiando ele, dando o suporte, dando a estrutura, porque senão as adversidades vão ser ainda maiores”, completou Bruno Soares.
Diretoria de Comunicação - Ministério da Cidadania