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Show de enterradas, dribles e arremessos de longa distância transformam Arena Carioca 1 em festa do basquete
No sentido horário, de cima para baixo: Scala, Túlio e Fuller: os destaques do primeiro dia do Jogo das Estrelas no Parque Olímpico. Fotos: Rodolfo Vilela/Ministério da Cidadania
Palco onde astros de diversas modalidades brilharam durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, a Arena Carioca 1, no Parque Olímpico da Barra, abriu as portas na noite desta sexta-feira (18.03) para o primeiro dia do evento de gala do Novo Basquete Brasil (NBB), principal torneio masculino da modalidade no país.
O papel do Governo Federal é fazer com que o Parque Olímpico, um dos maiores legados dos Jogos Rio 2016 para o país, seja cada vez mais movimentado com eventos desse tipo, que garantem a alegria e que levam emoção aos torcedores"
André Alves, secretário especial adjunto da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania
Os primeiros torneios do Jogo das Estrelas do NBB – que conta com o apoio da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania, foram marcados por um festival de cestas de todos os tipos que fizeram os torcedores vibrarem. Entre eles estava a campeã olímpica de Tóquio 2021 das maratonas aquáticas Ana Marcela Cunha, que prestigiou os torneios de habilidades, três pontos e enterradas.
Antes do Jogo das Estrelas, os fãs do basquete acompanharam a vitória do Flamengo sobre o Paulistano por 73 x 70, em duelo válido pelo NBB. Encerrado o duelo, foi a vez de o Torneio de Habilidades, de 3 pontos e de enterradas transformarem a Arena Carioca 1 em um espetáculo de dribles, cestas de longa distância e de cravadas.
“Esses três primeiros torneios encantam os torcedores de todas as idades, porque é neles que os jogadores conseguem mostrar tudo o que são capazes de fazer em termos de jogadas de efeito”, ressaltou o secretário Especial Adjunto da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania, André Alves.
“O papel do Governo Federal é fazer com que o Parque Olímpico, um dos maiores legados dos Jogos Rio 2016 para o país, seja cada vez mais movimentado com eventos desse tipo, que garantem a alegria e que levam emoção aos torcedores. Estamos felizes pela parceria com a Liga Nacional de Basquete (LNB, organizadora do NBB e do Jogo das Estrelas), que fez um evento espetacular”, prosseguiu o secretário. Além da Arena Carioca 1, o Governo Federal administra a Arena Carioca 2, o Velódromo e o Centro Olímpico de Tênis no Parque Olímpico da Barra.
Habilidades
Primeiro torneio da noite, o torneio de habilidades foi disputado por oito atletas: Kyle Fuller (Corinthians), Ricardo Fischer (Brasília), Olivinha (Flamengo), Lucas Dias (Franca), Gui Abreu (Pinheiros), Betinho (Rio Claro), Cauê Borges (Paulistano) e Kevin Crescenzi (Unifacisa).
Ao fim, o norte-americano Kyle Fuller foi eleito o vencedor e comemorou um título que para ele é marcante. “Estou muito feliz por essa conquista para o Corinthians. Jogar aqui, nesta arena olímpica, e ainda ganhar esse troféu é espetacular. Foi uma noite muito especial”, comemorou o ala.
Três pontos
Na sequência, foi a vez do torneio de 3 pontos colocar à prova a pontaria de oito jogadores: Felipe Ruivo (Paulistano/Corpore), Cauê Verzola (Caxias do Sul Basquete), Lucas Siewert (Corinthians), Luke Martinez (Flamengo), Santiago Scala (Sesi Franca Basquete), Lucas Mariano (Sesi Franca Basquete), Larry Taylor (Zopone/Unimed/Bauru Basket) e Gui Deodato (123 Minas).

- Foto: Rodolfo Vilela/Ministério da Cidadania
Cada um deles teve o tempo máximo de 60 segundos para arremessar 25 bolas, cinco de cada posição fora do garrafão. Cada bola branca convertida valia um ponto, enquanto um tiro convertido com a bola colorida valia dois pontos.
Inspirado e com a mão certeira, o argentino Santiago Scala brilhou. Com 24 pontos, quebrou o recorde do torneio de 3 pontos do Jogo das Estrelas, que era de 23 pontos e pertencia a Marcelinho Machado e havia sido igualado nesta sexta-feira por Felipe Ruivo, que avançou à final com Santiago.
“Eu não sabia nada sobre esse recorde, mas fico feliz por ter feito isso. O segredo é treino, treino e muito treino. Esse ginásio é lindo. A arena é muito boa, o show foi muito bom e fiquei bastante contente”, comemorou Scala.
Enterradas
No basquete, a enterrada equivale a um gol de placa no futebol. É a jogada que mais encanta os torcedores. Assim, não era de se espantar que o torneio de enterradas fosse o ponto alto do primeiro dia do Jogo das Estrelas.
No páreo estavam Serjão (Cerrado), Túlio da Silva (Flamengo), Mãozinha (Fortaleza B.C), Renan Lenz (123 Minas), Márcio Henrique (Sesi Franca Basquete), Camargo (Pato Basquete), Alex Doria (São Paulo) e Bruno Caboclo (São Paulo).
Eles se enfrentaram no formato um contra um e a disputa foi feita em três etapas: quartas de final, semifinal e final. Depois dos duelos, os jurados, todas crianças, avaliaram as etapas e Túlio da Silva sagrou-se o vencedor ao superar Camargo na final.

- Foto: Rodolfo Vilela/Ministério da Cidadania
“Foi a minha primeira vez nesta arena, que é especial. E tem o fato de eu estar jogando em casa. Então estou feliz demais por essa conquista, que é importante para mim”, afirmou o jogador rubro-negro.
Presidente da Liga Nacional de Basquete, Delano Franco falou sobre a estrutura oferecida pela Arena Carioca 1 e elogiou o apoio da Secretaria Especial do Esporte por abrir as portas do equipamento olímpico para o Jogo das Estrelas.
“O evento está lindo e essa arena tem que ser bem aproveitada, porque é um equipamento fantástico e um legado para a cidade. Eu diria que é uma das melhores edições e que tem um simbolismo grande para nós, porque é o primeiro depois do auge da pandemia que a gente consegue ter público. Não teríamos condições de fazer um evento tão bonito e tão completo se não fosse esse apoio”, declarou o dirigente.
Jogo das Estrelas
Neste sábado (19.03), a ação tem início às 16h10 e o Jogo das Estrelas propriamente dito seguirá o mesmo formato da temporada anterior, com quatro equipes e quatro capitães, sendo subdivididas por: 2 NBB Brasil, NBB Mundo e Novas Estrelas – Sub-23.
Os capitães, em ordem, serão: Gui Deodato (MIN), Bruno Caboclo (SPFC), David Jackson (FRA) e Yago (FLA). Os times serão comandados por quatro grandes treinadores do basquete brasileiro: Gustavo De Conti (#TimeDEODATO), Helinho Garcia (#TimeCABLOCK), Léo Costa (#TimeDJACK) e David Pelosini (#TimeMONSTRINHO).
A disputa seguirá da seguinte forma: duas semifinais, cada uma com dois quartos de seis minutos cada. A final será disputada em dois quartos, cada um com oito minutos cada. Os confrontos foram definidos via sorteio e ficaram da seguinte forma:
Semifinal 1:
NBB Brasil (#TimeDeodato) x NBB Novas Estrelas (#TimeMONSTRINHO)
Semifinal 2:
NBB Brasil (#TimeCABLOCK) x NBB Mundo (#TimeDJACK)
Além de todas essas atrações para o fã, o evento terá ativações na FanZone, realizada no anel externo da Arena Carioca 1.
Protocolo
O Jogo das Estrelas seguirá as medidas adotadas pelo Governo do Estado Rio De Janeiro. O uso de máscara será facultativo tanto na área externa quanto interna do Ginásio. O passaporte de vacinação será obrigatório e deverá ser apresentado no momento da entrada no ginásio.
Programação
Sábado (19,03) – ao vivo na ESPN, TV Cultura e Youtube do NBB
14h – Abertura dos portões
16h10 – Jogo das Estrelas do NBB
– Semifinais (2 quartos de 6 minutos cada)
– Final (2 quartos de 8 minutos)
O projeto do Jogo das Estrelas 2022 tem o apoio da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania e é uma competição organizada pela Liga Nacional de Basquete (LNB), com chancela da Confederação Brasileira de Basketball (CBB) e em parceria com a NBA e o Comitê Brasileiro de Clubes (CBC).
Diretoria de Comunicação – Ministério da Cidadania