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BOLSA ATLETA
Contemplada com a Bolsa Pódio, Vitória Rosa, do atletismo, recebeu R$ 229,2 mil no ciclo olímpico entre o Rio e Tóquio
Representante brasileira no atletismo dos Jogos Olímpicos de Tóquio, Vitória Rosa integra o grupo que embarcou para o Japão contando com um importante apoio. Desde 2013, a velocista já foi contemplada em cinco diferentes editais do Bolsa Atleta, programa de patrocínio individual do Governo Federal Brasileiro, executado pela Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania.
Em duas ocasiões, em 2013 e 2015, Vitória ocupou a categoria Nacional. Em 2018, subiu para a divisão Olímpica e, desde 2019, integra a categoria Pódio, a mais alta do programa, destinada aos esportistas que se colocam entre os 20 melhores do mundo em suas modalidades e obtêm resultados significativos. Os repasses previstos para esse grupo variam de R$ 5 mil a R$ 15 mil mensais. Vitória recebe R$ 8 mil por mês.
Apenas no ciclo olímpico entre os Jogos do Rio de Janeiro e de Tóquio, a atleta carioca, de 25 anos, recebeu R$ 229,2 mil por meio do programa. Somando todas as bolsas desde 2013, o total investido nela sobe para R$ 251,4 mil. Além disso, Vitória é integrante do Programa de Atletas de Alto Rendimento das Forças Armadas (PAAR), representando a Marinha.
"O Governo Federal apoia constantemente o esporte brasileiro, e com a Vitória não foi diferente. Por meio do Programa Bolsa Atleta, e também das Forças Armadas, ela recebeu os recursos necessários para se preparar para os Jogos de Tóquio ao longo do ciclo olímpico. Todos os investimentos feitos em nossos atletas resultaram na melhor participação do Brasil na história da competição, com 21 medalhas", destaca o secretário especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Marcelo Magalhães.
Nos Jogos Olímpicos de Tóquio, o Brasil foi representado por 52 atletas titulares no atletismo, e 49 deles eram integrantes do Bolsa Atleta. No ciclo entre os Jogos Rio 2016 e Tóquio 2021, o atletismo recebeu quase R$ 43 milhões de repasses diretos via Bolsa Atleta, recursos que foram suficientes para a concessão de 1.935 bolsas.
No Japão, Vitória disputou as eliminatórias dos 200m rasos. Com o tempo de 23s59, terminou em sexto lugar na sua bateria e não avançou para as semifinais. Já no revezamento 4x100m, a equipe feminina do Brasil, formada também por Bruna Farias, Ana Claudia Lemos e Rosangela Santos, ficou em quinto lugar na série 2, com o tempo de 43s15, e terminou na 11ª colocação, sem passar para as finais.
Nota da CBAt
Diante das declarações de Vitória Rosa durante os Jogos de Tóquio sobre não ter patrocínio, a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) publicou uma nota em que esclarece os apoios recebidos pela velocista. De acordo com a entidade, ela teve recursos e estrutura para preparação ao longo de todo o ciclo olímpico.
Além da Bolsa Pódio e do PAAR, é atleta do Esporte Clube Pinheiros e integra o Programa de Apoio a Treinadores e Atletas Rumo a Tóquio 2020, assim como o técnico Katsuhico Nakaya. Vitória conta também com estrutura médica da Prevent Senior, patrocinadora do atletismo brasileiro, e sempre esteve inserida nos programas da Caixa. "É uma atleta, portanto, que conta com amplo apoio financeiro e de estrutura de clube, de programas do Governo e de patrocínio, CBAt e COB", afirma o texto.
A nota da confederação ainda cita que Vitória participou de sete campings, entre nacionais e internacionais, como forma de preparação para os Jogos Olímpicos. "Todas as despesas de Vitória Rosa com passagens aéreas, alimentação, hospedagem, seguro viagem e competições agendadas foram cobertas pela CBAt e COB", detalha a entidade.
Diretoria de Comunicação - Ministério da Cidadania