Operação Dagon: Receita Federal investiga fraudes fiscais no agronegócio
A fraude resultou em uma movimentação de R$ 2,2 bilhões em notas fiscais eletrônicas frias no período de junho de 2019 a dezembro de 2022.
A fraude resultou em uma movimentação de R$ 2,2 bilhões em notas fiscais eletrônicas frias no período de junho de 2019 a dezembro de 2022.
Participaram da Operação aproximadamente 60 policiais federais, 15 auditores-fiscais e analistas-tributários da Receita Federal e auditores-fiscais da Fazenda Municipal de São Paulo.
Investigação apontou que dinheiro oriundo do tráfico de drogas estava sendo usado para adquirir imóveis, veículos e itens de alto valor agregado.
A Receita Federal estima recuperar R$ 1,5 bilhão decorrente das fraudes cometidas pelas empresas.
Estão sendo cumpridos 3 mandados de prisão preventiva, 13 mandados de busca e apreensão, além do sequestro de bens e valores que somam em torno de R$ 2 bilhões.
Depois de uma ampla etapa de conformidade, o foco agora é a fiscalização das empresas irregulares.
Participam da operação 9 auditores-fiscais e analistas-tributários da Receita Federal e 46 policiais federais.
Participam da operação 8 auditores-fiscais e analistas-tributários da Receita Federal, 66 policiais federais e 3 promotores do Gaeco.
A Receita Federal identificou aproximadamente 2.400 DIRPF com indícios de fraudes, podendo totalizar um prejuízo aos cofres públicos superior a R$ 25 milhões.
As investigações revelaram que o esquema abrangia a emissão fraudulenta de notas fiscais por empresas licenciadas a vender produtos químicos em São Paulo.
Estão sendo cumpridos dez mandados de prisão preventiva, trinta e três mandados de busca e apreensão, bloqueio de mais de R$ 160 milhões das contas bancárias dos investigados e o sequestro de 40 propriedades urbanas e rurais.
Ação combate sonegação fiscal superior a R$ 3 bilhões de grupo que atua no comércio de artigos de vestuário.
Operação objetiva desarticular grupo criminoso especializado na comercialização de pneus importados do Paraguai para o Brasil sem o pagamento dos tributos devidos.
RECEITA FEDERAL e GAECO – Núcleo Londrina – combatem organização criminosa que atuava no descaminho de eletrônicos.
Valores sonegados podem ultrapassar R$ 1 bilhão. Investigações apontam relação dos alvos com pessoas ligadas ao comércio popular de São Paulo e possível conexão com organizações criminosas ligadas ao tráfico e ao descaminho de mercadorias de origem estrangeira.
Ela identificou sonegação de 20 contribuintes. As autuações superam R$ 40 milhões.
As stablecoins ou moedas estáveis na tradução literal para o português, ao contrário de outros criptoativos, costumam manter paridade com alguma moeda fiduciária, com uma cesta de moedas ou com outros ativos como commodities, o que amplia a possibilidade de sua utilização como meio de pagamento.
Receita Federal e Polícia Federal combatem organização criminosa que atuava no descaminho de eletrônicos provenientes do Paraguai
A ação conjunta tem como alvo um grupo empresarial que deve mais de 5 bilhões de reais à União Federal decorrentes de autuações tributárias.
Prejuízo estimado é de R$ 420 milhões.
Foi deferida ordem de sequestro de bens no montante total de mais de 1 bilhão de reais.
Foram identificadas operações de compra e venda de imóveis, automóveis de luxo, embarcações e um helicóptero, todos em nome de empresas de fachada e de laranjas.
Foram constituídos dois grupos distintos, porém interligados, cada qual com clara especialização e ramo de atuação próprio.
Valores sonegados ultrapassam R$ 100 milhões. Investigações apontam relação com o tráfico de drogas e contrabando.
O total de indício de insuficiência verificado é de aproximadamente R$ 3,4 bilhões.
Uma das empresas indevidamente beneficiada pleiteou e recebeu restituição de valores pagos que atingiu montante superior a R$ 700 mil.
Estão sendo cumpridos 16 mandados de busca e apreensão no estado de Rondônia. Participam da operação 9 auditores-fiscais e analistas-tributários da Receita Federal, cerca de 60 policiais federais, 13 servidores da CGU e 13 servidores do TCE/RO.
Foram cumpridos 3 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Poder Judiciário do Estado do Paraná. Participaram da ação 6 servidores da Receita Federal e 8 policiais.
Os crimes praticados possibilitaram um favorecimento indevido de cerca de R$ 100 milhões de reais.
A dívida de impostos e contribuições sociais federais do grupo empresarial com a União é de quase R$ 1 bilhão.