Receita Federal e Polícia Federal deflagram operação para apurar irregularidades envolvendo servidor público
Ação conjunta apura possíveis irregularidades envolvendo servidor público e intervenientes no comércio exterior,
Ação conjunta apura possíveis irregularidades envolvendo servidor público e intervenientes no comércio exterior,
Após a Operação Carbono Oculto, investigações identificaram seis novas fintechs que operavam como bancos paralelos, movimentando mais de R$ 26 bilhões em quatro anos; esquema inclui adulteração de combustíveis com nafta e uso de fundos para ocultação patrimonial.
Ação visa combater lavagem de capitais e fraudes na cadeia econômica do setor de carne bovina.
A ação conjunta mira complexo esquema de fraude fiscal estruturada que causou prejuízo superior a R$ 2,5 bilhões aos cofres públicos.
79 Mandados são cumpridos em 17 cidades, em 5 estados da Federação: MG, SP, RJ, ES e MA. Prejuízos aos cofres públicos por crimes tributários e lavagem de dinheiro são estimados em cerca de R$ 770 milhões, com envolvimento de consultorias, escritórios de advocacia e servidores públicos.
Operação apura fraude na obtenção de decisões judiciais para fornecimento de medicamentos de alto custo pelo Poder Público, que teria possibilitado desvio de recursos públicos destinados à saúde e o enriquecimento ilícito dos investigados, além de colocar em risco a saúde de pacientes oncológicos.
A Operação tem como objetivo desarticular uma organização criminosa altamente estruturada, voltada à prática dos crimes de contrabando, descaminho e lavagem de capitais.
A Operação tem por objetivo apurar a prática dos delitos de descaminho, falsidade ideológica, evasão de divisas e lavagem de dinheiro relacionados à importação irregular de equipamentos para academias de ginástica.
Receita Federal, Polícia Federal e CGU apuram fraudes estruturadas e desvio de recursos do Programa Farmácia Popular
Operação tem por objetivo desmantelar grupo econômico investigado pelos crimes de peculato, organização criminosa e lavagem de capitais.
Grupo alvo figura como maior devedor contumaz do País, com débitos superiores a R$ 26 bilhões.
Grande grupo empresarial, devedor de R$ 268 milhões em tributos federais, usava artifícios societários e blindagem patrimonial para não pagar os valores sonegados.
Desdobramento das operações Boyle e Carbono Oculto, a operação mobiliza uma força-tarefa nacional para a coleta de amostras e elementos em cinco estados brasileiros.
A Operação se encontra na fase coercitiva, na qual estão em análise R$ 1,7 bilhão em pedidos de ressarcimento e a Receita Federal estima cobrar cerca de 1 bilhão de reais de crédito financeiro.
Ação visa promover a conformidade tributária dos contribuintes do IRPF que exploram a atividade rural e deduziram irregularmente despesas com aeronaves.
Participam da operação 14 auditores-fiscais e 29 analistas-tributários da Receita Federal e 29 policiais federais.
Estão sendo cumpridos 10 mandados de prisão preventiva e 18 mandados de busca e apreensão, em Feira de Santana e em Salvador/BA, além do bloqueio de R$ 9 milhões de contas bancárias.
Os alvos foram 5 distribuidores da região central de Belo Horizonte que comercializam brinquedos e produtos eletrônicos importados de forma irregular e pirateados.
Segunda fase da Operação Cadeia de Carbono
Novos alvos têm ligação com investigados da “Operação Carbono Oculto” e são suspeitos de lavagem de dinheiro e ocultação patrimonial por meio de postos de combustíveis, empreendimentos imobiliários, motéis e franquias.
Foram expedidos 22 mandados de prisão preventiva, além de outras medidas cautelares, como o bloqueio de mais de R$290 milhões.
As ações concentram-se em empresas que surgem formalmente como importadoras de cargas avaliadas em centenas de milhões de reais.
Foram identificadas Declarações de Compensação fraudulentas por meio das quais se pretendia compensar aproximadamente R$ 200 milhões em tributos federais.
Nova fase da Operação Inflamável mira empresas que não corrigiram irregularidades em pedidos de ressarcimento de PIS e Cofins.
Participam da operação 17 auditores-fiscais e analistas tributários e 50 policiais federais.
Esquema causou prejuízo de mais de R$ 244 milhões aos cofres federais por meio de Declarações de Compensação fraudulentas de contribuintes de 65 cidades de todas as regiões do Brasil.
Participam da operação sete auditores-fiscais e analistas-tributários da Receita Federal e 120 policiais federais.
A ação conjunta tem como objetivo fiscalizar o meio ambiente de trabalho da empresa, focando na saúde e segurança dos trabalhadores e no cumprimento das obrigações previdenciárias.
Participam da operação 14 auditores-fiscais e analistas tributários da Receita Federal e cerca de 170 policiais federais.
Cerca de 1.000 postos de combustíveis vinculados ao grupo movimentaram R$ 52 bilhões entre 2020 e 2024. Fintech atuava como banco paralelo da organização. Pelo menos 40 fundos de investimentos foram utilizados como estruturas de ocultação de patrimônio.