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DEFESA DA DEMOCRACIA
Waldez Góes participa de ato em defesa da democracia e afirma que desenvolvimento exige estabilidade institucional
Waldez Góes participou de ato em defesa da democracia, em Brasília (Foto: Divulgação/MIDR)
Brasília (DF) - Três anos após um ataque às instituições democráticas, o Brasil reafirma que a defesa da Constituição, do voto e do Estado de Direito é um compromisso inegociável. Nesse contexto, o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, participou, nesta quinta-feira (8), da cerimônia que marcou os três anos dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. Realizado no Salão Nobre do Palácio do Planalto, o evento foi conduzido pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e reuniu ministros de Estado, autoridades dos Três Poderes e representantes da sociedade civil.
A cerimônia reafirmou os valores democráticos e a defesa das instituições brasileiras, atacadas naquela data. Durante o evento, o presidente Lula destacou que o 8 de janeiro “está registrado na história como o dia da vitória da democracia”, ao lembrar da resposta firme do Estado brasileiro às tentativas de ruptura institucional. Segundo o presidente, os ataques de 2023 representaram uma afronta direta ao Estado Democrático de Direito e à soberania popular, ao tentar impor, pela força, um projeto autoritário ao país.Ao comentar a data, o ministro Waldez Góes ressaltou a importância de preservar a memória democrática e de fortalecer as instituições como base para o desenvolvimento nacional. “Relembrar o 8 de Janeiro é reafirmar que o Brasil escolheu o caminho da democracia, do diálogo e do respeito às instituições. Não se trata apenas de memória, mas de compromisso com o futuro. O desenvolvimento regional que defendemos no MIDR só é possível em um ambiente democrático, onde as diferenças são resolvidas pelo debate e pelo voto, nunca pela violência”, afirmou.
O ministro também destacou que a atuação do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) está diretamente ligada à redução das desigualdades regionais e ao fortalecimento do pacto federativo, pilares que dependem da estabilidade institucional e do respeito à Constituição.
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