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REDE EQUIDADE
MIDR reforça compromisso com inclusão na 1ª Assembleia Geral da Rede Equidade
1ª Assembleia Geral Anual da Rede de Equidade reuniu diferentes entidades da gestão pública (Foto: Divulgação)
Brasília (DF) — Para dar início à articulação de boas práticas de inclusão e diversidade, a chefe de Gabinete do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, Marilene Nascimento, participou, nesta terça-feira (3), da 1ª Assembleia Geral Anual da Rede de Equidade. A iniciativa — promovida pelo Senado Federal e realizada no auditório do ministério de Minas e Energia — reúne diferentes entidades da gestão pública para coordenar planos de trabalho nas áreas de equidade, diversidade e inclusão. A ação traz ênfase para gênero e raça com o objetivo de construir uma sociedade mais justa e sustentável.
Coordenadora da Rede Equidade por parte do ministério, Marilene foi enfática ao tratar da adesão do MIDR. “Não tem como falar de desenvolvimento regional e integração no Brasil sem pensar em equidade e inclusão social”. Ele destacou, ainda, a disposição do ministério em avançar no tema. “Participar da Rede de Equidade é uma sinalização importante que o ministério dá, dizendo que nós estamos muito interessados em trabalhar, tanto no âmbito interno quanto nas políticas que desenvolvemos. Isso demonstra que o governo do presidente Lula, assim como a gestão do ministro Waldez Góes à frente do MIDR, vem fortemente tratar essas questões de maneira substancial”, completou.
Na reunião, foram apresentados os resultados do estudo baseado no modelo Inclusão da Diversidade e Equidade (IDE), da Rede Equidade. O modelo IDE é um instrumento de orientação com parâmetros e indicadores que sinalizam o nível de maturidade das políticas afirmativas de inclusão na cultura organizacional das instituições públicas.
Tendo como objetivo estratégico a implementação de um modelo de governança e gestão que favoreça a cultura organizacional inclusiva, o estudo foi o ponto de partida do debate dos membros da Rede. Uma vez aplicada, os resultados da pesquisa vão ajudar a apontar melhorias.
A partir das contribuições dos membros participantes, as diretrizes e os planos de trabalho propostos serão validados em assembleia extraordinária da Rede de Equidade em janeiro de 2025. Entre as medidas cabíveis estão: capacitação, plano de ação com metas e indicadores, grupos de trabalho, planos de comunicação interna e externa, e aplicação do modelo IDE.
Marilene ressaltou que o estudo será aplicado no MIDR no próximo ano, a fim de colocar em prática as propostas da Rede. “Estamos traçando um plano de ação para 2025. Já começamos com algumas iniciativas no âmbito do ministério, claro, iniciativas pontuais, mas agora estamos capacitados para traçar o nosso plano de ação em 2025”, adiantou.
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