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GESTÃO
Em uma semana, nacionalização retira mais de 118 mil benefícios da fila do INSS
- Foto: Pedro Gustavo
A nacionalização da fila de análise de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já apresenta resultados concretos. Em apenas uma semana, mais de 118 mil tarefas foram puxadas para análise de pedidos de benefícios que aguardavam há mais de 45 dias. Desse total, 60 mil já tiveram a análise concluída.
O presidente do INSS, Gilberto Waller, destaca que a iniciativa representa um esforço adicional da força de trabalho. “Além da nossa produção ordinária, que gira em torno de 1,1 milhão de análises por mês, conseguimos, em apenas uma semana, puxar mais de 118 mil benefícios para análise. Mantido esse ritmo, serão cerca de 480 mil análises extras por mês. Nossa expectativa é que esse trabalho tenha um impacto significativo na redução da fila nos próximos meses”, afirma.
Fila Nacional
Essa nacionalização permite uma atuação mais justa e estratégica, direcionando um maior número de servidores para os casos de maior espera. Nossa prioridade é enfrentar a fila de forma efetiva, com foco em benefícios como o BPC (Benefício de Prestação Continuada) e os benefícios por incapacidade, que juntos representam quase 80% da demanda”
Gilberto Waller
Presidente do INSS
Em 13 de janeiro, o INSS publicou a Portaria PRES/INSS nº 1.919, que promoveu mudanças no Programa de Gerenciamento de Benefícios (PGB) e no Pagamento Extraordinário. A principal alteração foi a nacionalização das filas de análise, que deixaram de ser regionais e passaram a ser organizadas em âmbito nacional.
Com a mudança, servidores de regiões com melhor desempenho passam a atuar também na análise de processos de localidades com maior tempo de espera, garantindo mais equidade e eficiência no atendimento.
“Essa nacionalização permite uma atuação mais justa e estratégica, direcionando um maior número de servidores para os casos de maior espera. Nossa prioridade é enfrentar a fila de forma efetiva, com foco em benefícios como o BPC (Benefício de Prestação Continuada) e os benefícios por incapacidade, que juntos representam quase 80% da demanda”, destaca o presidente do INSS.
Ascom INSS