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Custos agregados da União sobem 7,9% em 2024
Custos agregados da União sobem 7,9% em 2024
Relatório do Tesouro Nacional detalha os custos do Governo, considerando os recursos públicos consumidos na geração de bens e serviços à sociedade
Em 2024, os custos agregados da União tiveram uma variação nominal de R$ 245,59 bilhões (+7,9%) em comparação a 2023. Essas informações estão no Relatório Foco em Custos (RFC) 2024, divulgado nesta terça-feira (03) pelo Tesouro Nacional. A série histórica indica que os custos agregados evoluíram acima do IPCA Médio em todos os anos, acumulando um desvio de 27,5% de 2019 a 2024.
Em 2024, os maiores responsáveis por esse resultado foram os custos Previdenciários e Assistenciais, com aumento nominal de R$ 94,24 bilhões (+7,1%), os custos Financeiros, com aumento nominal de R$ 61,3 bilhões (+6,2%), e outros custos com aumento nominal de R$44,99 bi(+19,9%). Em contrapartida, os custos de Mão de Obra e Funcionamento aumentaram, em termos nominais, R$ 20.028 milhões (+6,6%).
Os custos de Mão de Obra e de Funcionamento, que comumente representam os recursos sobre os quais gestores das unidades administrativas detêm maior controle, totalizaram R$ 322,47 bilhões (9,7%). Contudo, desde 2019, a série histórica indica que os custos de Mão de Obra e de Funcionamento evoluíram abaixo do IPCA Médio em todos os anos, acumulando em 2024 um desvio de 9,3% e 28,5%, respectivamente.
Nesta edição do RFC, são evidenciados os custos agregados da União do ano de 2024 e sua base comparativa de 2023. Também é apresentado o histórico dos custos nos últimos 6 (seis) anos. Os dados apresentados são acompanhados de comentários sobre os principais fatores que impactaram as variações de maior relevância.