OBSERVATÓRIO COVID-19

Publicado em 26/03/2020 18h32 Atualizado em 07/05/2021 21h14

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Diante da emergência da COVID-19, esta página tem como objetivo divulgar as tecnologias que possam ser de utilidade para ações globais e locais e serem capazes de contribuir para solução deste problema, de forma que os atores do Sistema de Inovação brasileiro tenham ferramentas para desempenharem com excelência o seu papel.

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ARTIGOS E NOTÍCIAS

07 de maio de 2021                                                                                          

DESTAQUES 

O ObTec COVID-19 do INPI publica novo estudo sobre tecnologias relacionadas à COVID-19. O estudo intitulado “VACINAS À BASE DE SUBUNIDADE PROTEICA PARA PREVENÇÃO DA COVID-19: Mecanismo de ação, ensaios clínicos e pedidos de patentes” faz parte de uma série sobre as vacinas em ensaios clínicos mais avançados. Novos estudos contemplarão as vacinas baseadas em outras tecnologias, como por exemplo, vacinas de vetores virais e de vírus inativado. Acesse aqui o estudo

OMS aprova nesta sexta-feira (07/05/2021) o uso emergencial da vacina da Sinopharm. É o quinto imunizante a ser incluído em uma lista da entidade desde o início da pandemia. Uma aprovação pela agência de Saúde da ONU abre caminho para que a vacina possa ser distribuída pelo Covax Facility. A vacina da Sinopharm é do tipo inativada, e recomendada para adultos com 18 anos ou mais, em um cronograma de duas doses com um espaçamento de três a quatro semanas. A eficácia da vacina para a doença sintomática e hospitalização foi estimada em 79% (07/05/2021). Fonte: OMS

Estudo analisou os dados do ministério da saúde de Israel e demonstrou que a vacina da Pfizer tem 95% de efetividade contra a COVID-19. As duas doses da vacina também se mostraram eficazes no combate a infecção do vírus, reduzindo em 95,3% o número de novos casos de COVID-19, e em 96,7% o risco de morte. As hospitalizações tiveram redução de 97,2% em casos gerais e de 97,5% em casos graves. A eficácia da vacina foi calculada com base da taxa de reinfecção, hospitalizações e mortes nos indivíduos que haviam recebido a segunda dose da vacina há, pelo menos, sete dias e os resultados foram comparados com a taxa de pessoas não vacinadas. O imunizante se mostrou 100% eficaz na prevenção de mortes ocasionadas pela doença na faixa etária de 16 a 44 anos. Nesse grupo, a vacina também reduziu as hospitalizações em 98,1% e diminuiu os casos de infecção em 96,1% (05/05/2021). Fonte: The Lancet

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) anunciou, nesta terça-feira (4), que deu início a uma revisão contínua da vacina CoronaVac contra a Covid-19, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac. Esse é o primeiro passo para um pedido de autorização formal de comercialização na União Europeia. A EMA avaliará os dados para decidir se os benefícios da vacina superam os riscos. A CoronaVac já foi autorizada para uso no Brasil, China, Indonésia e Turquia. Outras três vacinas estão sendo submetidas a uma análise contínua pela agência: CureVac, Novavax e Sputnik V. Até agora, foram aprovadas no bloco europeu as vacinas da Pfizer, Moderna, Oxford/AstraZeneca e Johnson (04/05/2021). Fonte: G1 e EMA

Utilizou-se o Gold Standard Diagnostics ELISA para avaliar a cinética dos anticorpos SARS‐CoV‐2 IgG, IgA e IgM em soro de 82 pacientes hospitalizados com PCR‐confirmado para COVID‐19. Foram coletadas amostras de soro entre 1 a 59 dias após o início dos sintomas (PoS) e examinaram a associação da idade, sexo, gravidade da doença e duração dos sintomas com os níveis de anticorpos. Também testaram o  soro de 100 funcionários de ambulatórios hospitalares com PCR confirmados para COVID‐19 e amostras coletadas durante convalescença, 35‐57 dias PoS. Todos, exceto 4 dos pacientes internados (95,1%), desenvolveram anticorpos para SARS‐CoV‐2. Os anticorpos foram detectados dentro de sete dias de PoS; IgA em 60,0%, IgM em 53,3% e IgG em 46,7% das amostras. A positividade do IgG aumentou para 100% no dia 21. Não foram observadas diferenças significativas na taxa de desenvolvimento de anticorpos em relação à idade e ao sexo. Os níveis de IgA foram mais elevados em pacientes com doença grave e crítica. Em análises de regressão múltipla, apenas os níveis de IgA foram estatisticamente significativos correlacionados com a doença crítica (p=0,05) independentemente da idade, sexo e duração dos sintomas. Entre os 100 funcionários do hospital ambulatorial que fizeram testes de anticorpos após 4 semanas, apenas 10% tinham anticorpos IgA positivos. O isotipo mais isolado no soro dos funcionários após 30 dias de PoS foi o IgG (88%). IgA foi a imunoglobulina predominante na doença precoce e correlacionada com doença crítica. Os anticorpos IgG permaneceram detectáveis em quase 90% em amostras coletadas até dois meses após a infecção (01/05/2021). Fonte: J. med. virol

 

 

Usando um pseudovírus capaz de provocar a expressão da proteína S do SARS-CoV-2 em Hamsters, os autores demonstraram o envolvimento fisiopatológico, principalmente do Sistema Cardiovascular (30/04/2021). Fonte: Circulation Research

Estudo tem objetivo avaliar os efeitos do tocilizumabe em pacientes adultos internados no hospital com COVID-19 com hipóxia e inflamação sistêmica. Estudo utilizando uma plataforma randomizada, controlada e aberta  avaliou vários tratamentos possíveis em pacientes hospitalizados com COVID-19 no Reino Unido. Os participantes do estudo com hipóxia e evidência de inflamação sistêmica foram elegíveis para atribuição aleatória em uma proporção de 1:1 para o padrão usual de tratamento sozinho versus padrão usual de tratamento mais tocilizumabe na dose de 400 mg – 800 mg (dependendo do peso) administrado por via intravenosa. Uma segunda dose pode ser administrada 12–24 h mais tarde, se a condição do paciente não tivesse melhorado. Os pesquisadores concluem que,  em pacientes hospitalizados com COVID-19 com hipóxia e inflamação sistêmica, o tocilizumabe melhorou a sobrevida e outros desfechos clínicos. Esses benefícios foram observados independentemente da quantidade de suporte respiratório e foram adicionais aos benefícios dos corticosteroides sistêmicos (01/05/2021). Fonte: The Lancet

 


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