Outras Tecnologias

Publicado em 26/03/2020 18h32 Atualizado em 27/08/2021 20h52
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OUTRAS TECNOLOGIAS

 

21/08/2021 a 27/08/2021

Revisão foi desenvolvida para fornecer uma visão geral do desenvolvimento atual de biossensores baseados em nanopartículas que visam vírus de RNA patogênicos, em direção a uma estratégia de detecção robusta e eficaz de doenças virais humanas existentes ou emergentes, como SARS-CoV-2. Esta revisão enfatiza os biossensores baseados em nanopartículas desenvolvidos usando metais nobres como ouro (Au) e prata (Ag) em virtude de suas características poderosas como um amplificador de sinal ou intensificador na detecção de ácido nucléico. Além disso, esta revisão fornece um amplo conhecimento no que diz respeito a vários métodos analíticos envolvidos no desenvolvimento de biossensores baseados em nanopartículas para a detecção de ácido nucleico viral usando técnicas ópticas e eletroquímicas (28/07/2021). Fonte: Sensors

17/07 a 23/07/2021

Um material capaz de filtrar o ar e reter até mesmo partículas tão pequenas quanto o novo coronavírus, que tem cerca de 100 nanômetros, foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) com fibras produzidas a partir da reciclagem de garrafas PET. Segundo os pesquisadores, um dos principais desafios enfrentados na pesquisa diz respeito à combinação de diferentes parâmetros no processo de eletrofiação – no qual um campo elétrico é aplicado a uma gota de solução do polímero (o PET dissolvido em um solvente) na ponta da agulha de uma seringa, resultando na evaporação do solvente e produção da fibra, depositada sobre um coletor fixo ou giratório. A concentração da solução, o diâmetro da agulha, a intensidade do campo aplicado e a distância entre a ponta da agulha e do coletor são só alguns dos parâmetros a serem definidos, combinados e, depois, associados às diferentes características encontradas no material resultante. Além de ajudar a prevenir a COVID-19 e outras doenças respiratórias e infecciosas, causadas também por bactérias e fungos, os meios filtrantes são essenciais no enfrentamento de outro problema importante da atualidade, a poluição do ar (15/07/2021). Fonte: Agência FAPESP e Polymers

 

 

 

 

 

 

 

10/07 a 16/07/2021

Editorial COVID-19 da revista Frontiers in Materials publicou um “Research Topic” em que destaca alguns exemplos de contribuições significativas que os cientistas de materiais podem trazer para esta crise global, destacando alguns tópicos e suas aplicações para enfrentar os desafios da COVID-19: a) Mecânica de materiais de vírus; b) Materiais para biossensores, como biossensores químicos e eletroquímicos; c) Materiais para destruir a COVID-19, como catalisadores e fotocatalisadores; d) Materiais para purificar o ar e remoção eficiente de COVID-19; e) Design, caracterização e design de materiais racionais de novos biomateriais para aplicações como liberação controlada e sistemas de entrega de fármacos, para imagens e sondas baseadas em biomateriais; f) Tecnologias de fabricação de biomateriais, como impressão 3D (22/06/2021).

Pesquisadores discutem a aplicação dos polímeros para a área de saúde na crise pandêmica da COVID-19. Segundo os pesquisadores, a crise pandêmica reforçou a importância dos polímeros para a sociedade contemporânea. Se, no passado, o consumismo era a força motriz da aplicação de polímeros, hoje em dia as emergências médicas e de saúde são as novas forças. A redução dos estoques de materiais médico-hospitalares e equipamentos de proteção individual para profissionais de saúde e público em geral, causada pela pandemia, levou ao surgimento de movimentos alternativos de produção a partir de polímeros. Essas alternativas ajudaram muito a salvar e preservar vidas. Este artigo destaca os tipos de polímeros mais utilizados neste período pandêmico, como o policarbonato (PC), o poli (tereftalato de etileno) (PET) e o polipropileno (PP). Para tanto, foram analisados ​​artigos científicos relacionados à produção de máscaras e outros dispositivos tendo alguns tipos de polímeros como matéria-prima. A pesquisa teve como base o primeiro semestre de 2020, destacando os países, o polímero utilizado e o produto final a que se destina (21/08/2020). Fonte: Frontiers in Materials

Uma das principais causas da síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) é uma infecção pulmonar, como a infecção por SARS-COV-2. Os pulmões de pacientes com SDRA precisam ser ventilados mecanicamente para a reabertura das vias aéreas, o que pode danificar o tecido pulmonar delicado, levando ao edema excessivo, conhecido como lesão pulmonar induzida por ventilador (LPIVM). A mortalidade de pacientes com COVID-19 em LPIVM parece ser maior do que em pacientes sem COVID, necessitando de terapias preventivas eficazes. A inalação de óxido nítrico (NO) foi sugerida como terapia para SDRA, entretanto, foi demonstrado que não é eficaz devido à meia-vida extremamente curta do NO. Neste estudo, nanopartículas de liberação de NO foram produzidas e testadas em um modelo in vitro, representando as vias aéreas no pulmão profundo. Os autores mostram que a entrega de NO via nanopartículas aumentou a sobrevivência e recuperação de pacientes, a exposição a NO afeta a morfologia celular com uma uma regulação negativa significativa na expressão de IL6 e CCL2 ao tratar as células com NO. Estas descobertas demonstram que as nanopartículas de liberação de NO podem ser usadas como uma abordagem eficaz de entrega de NO ao pulmão profundo para prevenir / reduzir a inflamação associada a SDRA e lesões celulares. Essas nanopartículas serão úteis quando administradas clinicamente a pacientes com COVID-19 para reduzir os sintomas originados do desconforto pulmonar (16/04/2021). Fonte: Frontiers in Materials

O recente surto de SARS-CoV-2 fez com que os pesquisadores trabalhassem para entender a patogênese do vírus e desenvolver uma vacina eficaz. A cultura de células 2D tradicional não captura com precisão os efeitos de um ambiente fisiologicamente relevante, pois eles falham em promover interações célula-célula e célula-ambiente apropriadas. Modelos de cultura de células 3D podem preencher a lacuna entre a cultura de células convencionais e os modelos in vivo. Nesta revisão, os autores discutem como modelos de cultura de células 3D têm sido usados ​​para investigar patologias de doenças para coronavírus e outros vírus, como vírus Zika, hepatite e influenza, e como eles podem ser aplicados à descoberta de medicamentos e ao desenvolvimento de vacinas (22/03/2021). Fonte: Frontiers in Materials  

 

(Diferentes métodos de cultura de células 3D)

 

Para investigar, na temperatura prescrita, como a energia superficial do material e a umidade ambiente cooperam para determinar a viabilidade do vírus, os autores propõem um modelo que envolve o número mínimo de parâmetros termodinamicamente relevantes. Em particular, ao considerar uma gota de água salina (um sal) como a aproximação mais simples de soluções reais (saliva média e natural / artificial), a evaporação é descrita por uma equação diferencial não linear dependente do tempo de primeira ordem devidamente reorganizada para obter o contato evolução do ângulo como a única função desconhecida. Dada a generalidade do modelo e uma vez que estejam disponíveis dados experimentais que ligam a vulnerabilidade de um determinado vírus, como o SARS-CoV-2, às concentrações de sais ou outras substâncias em termos de CD, considera-se que esta abordagem poderia ser empregada em estratégias e protocolos antivírus para a previsão e redução dos riscos à saúde humana associados ao SARS-CoV-2 e outros vírus (16/04/2021). Fonte: Frontiers in Materials

 

 

31/05/2021

Pesquisadores realizaram uma análise aprofundada do efeito virucida de comprimentos de onda discretos: UV-C (278 nm), UV-B (308 nm), UV-A (366 nm) e violeta (405 nm) em SARS-CoV-2. Usando um título altamente infeccioso de SARS-CoV-2, foi observado que a dose de luz violeta que resulta em uma inativação viral de 2 log é apenas 10-4 vezes menos eficiente do que a luz UV-C. Além disso, utilizando técnicas de qPCR e hibridização in situ fluorescente (FISH), foi verificado que o título viral tipicamente encontrado no escarro de pacientes com COVID-19 pode ser completamente inativado pelos longos comprimentos de onda UV correspondentes à radiação solar UV-A e UV-B . Os dados corroboram resultados anteriores que mostram que o SARS-CoV-2 é altamente suscetível à luz ultravioleta e oferece uma explicação para a incidência reduzida de infecção por SARS-CoV-2 observada no verão (31/05/2021). Fonte: medRxiv

26/05/2021

Uma solução antisséptica capaz de proteger superfícies do SARS-CoV-2 por até 24 horas e que pode ser aplicada como gel ou líquido, sem agredir as pessoas e o meio ambiente, é um dos produtos desenvolvidos pela Nanotecnologia e Inovação em Nióbio (Nanonib), startup mineira que explora as propriedades do material para fins não metálicos (26/05/2021). Fonte: UFMG

24/05/2021

Pesquisadores utilizaram cães treinados e sensores com semicondutores orgânicos para identificar infecções assintomáticas e leves por SARS-CoV-2. Os cães com melhor desempenho detectaram o "cheiro" do vírus em amostras com até 94,3% de sensibilidade – o que significa um baixo risco de resultados negativos falsos – e até 92% de especificidade – o que significa um baixo risco de resultados positivos falsos. Já os sensores tiveram 98% de sensibilidade – o que significa baixíssima chance de falso negativo – e 99% a 100% de especificidade – indicando baixíssima chance de falso positivo. Os cachorros foram capazes de detectar odores tanto em pessoas sem sintomas quanto naqueles com duas cepas diferentes do vírus e com cargas virais altas e baixas. Os resultados sugeriram que pessoas infectadas com o coronavírus, mesmo sem sintomas ou com sintomas leves, têm um cheiro distinto, que pode ser identificado por cachorros treinados e por sensores com alto grau de precisão. Um modelo matemático que acompanha o estudo destaca justamente o potencial de cachorros serem usados em aeroportos: dois cães poderiam rastrear 300 passageiros de avião em cerca de 30 minutos (24/05/2021). Fonte: Pre-print

19/05/2021

Pesquisadores projetaram e fabricaram filtros de ar nanofibrosos eletrofiados para controlar aerossóis de coronavírus, que são promissores para aplicações em equipamentos de proteção individual (EPI) e ambiente interno. Devido às nanofibras ultrafinas (∼300 nm), os filtros de ar eletrofiados tinham um tamanho de poro muito menor em comparação com as máscaras cirúrgicas e as máscaras de tecido. Uma cepa de coronavírus serviu como substituto do SARS-CoV-2 e foi usada para gerar aerossóis para testes de eficiência de filtração. Os filtros de ar eletrofiados mostraram excelente desempenho, capturando até 99,9% dos aerossóis de coronavírus, com desempenho superior a muitas máscaras faciais comerciais. Além disso, observou-se que o mesmo filtro de ar eletrofiado ou máscara facial removeu aerossóis de NaCl de forma equivalente ou menos eficaz em comparação com os aerossóis de coronavírus quando ambos os aerossóis foram gerados a partir do mesmo sistema. Este trabalho abre um novo caminho para o avanço da filtragem de ar, desenvolvendo filtros de ar nanofibrosos eletrofiados para controlar a transmissão aérea de SARS-CoV-2 (17/05/2021). Fonte: Environmental Science & Technology Letters

14/04/2021

Artigo traz uma breve descrição das características de design de lipídios catiônicos únicos e nanopartículas que mimetizam vírus para realizar a entrega e apresentação de proteínas de spike pelo sistema imunológico cognato, também discutem a importância da adjuvância e recursos de design para promover B- e T- cooperativos interações celulares em centros germinativos de linfonodos, incluindo o uso de vacinas baseadas em epítopos. Embora os esforços atuais de vacinas tenham demonstrado eficácia e segurança de vacinas em curto prazo, as questões-chave agora são a durabilidade e adaptabilidade da vacina contra variantes virais. O estudo apresenta uma perspectiva prospectiva de como o projeto da vacina que pode ser adaptado para melhorar a durabilidade da resposta imunológica e a adaptação da vacina para superar o escape imunológico por variantes virais. E demonstram o impacto de abordagens nano-habilitadas no desenvolvimento de vacinas COVID-19 para design de vacinas melhoradas contra outros agentes infecciosos, incluindo patógenos que podem levar a futuras pandemias. 

19/03/2021

O desenvolvimento de materiais inovadores capazes de prevenir a transmissão, disseminação e entrada dos patógenos COVID-19 no corpo humano está atualmente em destaque. A síntese desses materiais está, portanto, ganhando força, uma vez que métodos que fornecem procedimentos atóxicos e ecológicos estão em alta demanda. Neste estudo, um material altamente virucida construído a partir de compósito SiO2-Ag imobilizado em uma matriz polimérica (etil vinil acetato) é apresentado. Os resultados experimentais indicaram que as amostras fabricadas exibiram alta atividade antibacteriana para Escherichia coli e Staphylococcus aureus, bem como para SARS-CoV-2. Com base nos resultados atuais e experimentos com sequestradores de radicais, os pesquisadores propuseram um possível mecanismo para explicar o aumento da atividade biocida. Na presença de O2 e H2O, o mecanismo de superfície assistido por plasmon é o principal canal de reação gerando espécies reativas de oxigênio (ROS). Eles acreditam que a presente estratégia baseada no efeito plasmônico seria uma contribuição significativa para o projeto e preparação de materiais biocidas eficientes. Esta pesquisa fundamental é um precedente para o projeto e aplicação de tecnologia adequada para a próxima geração de superfícies antivirais para combater o SARS-CoV-2 (04/03/2021). Fonte: Nanomaterials

15/03/2021

UFMG Desenvolve adesivo que protege superfícies contra COVID-19. A Universidade desenvolveu uma substância química capaz de matar o novo coronavírus sem agredir o meio ambiente, e, em parceria com uma empresa de tecidos, os pesquisadores criaram uma fita adesiva que protege superfícies por até 28 dias. Os testes foram feitos em um aeroporto de São Paulo e o produto já pode ser comercializado (08/03/2021). Fonte: UFMG

10/03/2021

Um sistema composto por um kit de sensores acoplável a qualquer tipo de óculos e um processador que usa inteligência artificial poderá auxiliar pessoas com deficiência visual a circular com alguma segurança durante a pandemia de COVID-19. Com eficiência de 95% na fase de testes, o acessório fornece três informações fundamentais para os que enxergam nada ou quase nada se previnam contra o vírus SARS-CoV-2. O aparelho informa se o usuário está a menos de 1,5 metro de distância de alguém; se a pessoa ao redor utiliza máscara corretamente; e se a temperatura corporal dela está alterada. No Brasil, cerca de 6 milhões de indivíduos com baixa visão e 500 mil cegos potencialmente poderiam se beneficiar da inovação (02/03/2021). Fonte: Revista Pesquisa FAPESP 

17/02/2021

Revisão verificou o uso potencial de algumas nanopartículas baseadas em metal como agentes antivirais nanoteranósticos. NPs baseados em metal podem atuar como transportadores que permitem a entrega sustentável e direcionada de moléculas antivirais ativas ou como agentes de diagnóstico que permitem o diagnóstico rápido e sensível de infecções virais (05/02/2021). Fonte: Bulletin of the National Research Centre 

08/02/2021

Estudo de revisão realizada com dados até outubro de 2020 na resolução da COVID-19 com impressão 3D. Muitos pacientes que precisam ser hospitalizados por causa da COVID-19 só podem sobreviver com assistência respiratória antiviral de bio-macromoléculas e outros dispositivos médicos. Um protetor facial biocelular com conforto relativo feito de bio-macromoléculas polimerizadas de cloreto de polivinila (BPVC) e outros biomateriais são produzidos com impressoras 3D. Resumidamente, ficou evidente a partir deste estudo de revisão que a manufatura aditiva (AM) é uma tecnologia oferecida para a produção eficiente de uma bio-macromolécula melhorada capaz de reduzir o efeito da COVID-19 na economia mundial (15/01/2021). Fonte: Materials Chemistry and Physics

Pesquisadores apresentam um estudo exploratório de microscopia de íon hélio (HIM) de células Vero E6 infectadas com SARS-CoV-2, em que várias áreas de interação entre células e partículas virais, bem como entre as partículas virais, foram fotografadas. As imagens do HIM mostram a aparência tridimensional do SARS-CoV-2 e da superfície das células Vero E6 com grande detalhe morfológico. A ausência de um revestimento condutor permite a distinção entre as partículas virais ligadas à membrana celular e as partículas virais que ficam no topo da membrana. Depois de imagens prolongadas, verificou-se que a deposição de hidrocarbonetos induzida por íons do vácuo torna a amostra suficientemente condutora para permitir imagens, mesmo sem compensação de carga. As imagens apresentadas demonstram o potencial do HIM em bioimagem, especialmente para a geração de imagens de interações entre vírus e seus organismos hospedeiros (02/02/2021). Fonte: Beilstein Journal of Nanotechnology

 

Imagem captada com microscópio de íons de hélio mostra o coronavírus (em azul) saindo de uma célula (Foto: Natalie Frese/Universidade de Bielefeld). Fonte: Galileu

03/02/2021

Pesquisadoras da UFMG lançam calculadora de risco de mortalidade por COVID-19: ABC2-SPH. A calculadora estima a mortalidade intra-hospitalar em pacientes admitidos por COVID-19 e pode ser acessada em https://abc2sph.com/pt/. Segundo pesquisadores, a calculadora foi aplicada em mais de mil pacientes do Brasil e também em pacientes de Barcelona e os resultados foram muito bons (29/01/2021). Fonte: UFMG

22/01/2021

Uma equipe de pesquisadores da Escola de Medicina Icahn no Monte Sinai encontrou evidências que sugerem que relógios inteligentes podem detectar os sintomas do COVID-19 antes que uma pessoa perceba que está infectado. Em seu site, a equipe da Mount Sinai descreve o teste de 297 profissionais de saúde observando os dados de seus relógios inteligentes. Um dos primeiros sinais de infecção por COVID-19 é a inflamação em áreas infectadas do corpo. E quando a inflamação começa, o corpo responde alterando ligeiramente o fluxo sanguíneo. Essa mudança no fluxo sanguíneo pode ser vista em pequenas mudanças no batimento cardíaco de uma pessoa, detectáveis por meio de relógios inteligentes (19/01/2021). Fonte: Medical Press

13/01/2021

Para prevenir efetivamente a disseminação do coronavírus, foi apresentado um método de detecção de objetos baseado em detector de disparo único (SSD), que se concentra na detecção precisa e em tempo real de máscaras faciais no supermercado. Contribuindo nos seguintes três aspectos: 1) apresentar uma rede backbone leve para extração de recursos, que se baseia em SSD e convolução separável espacial, visando melhorar a velocidade de detecção e atender aos requisitos de detecção em tempo real; 2) propor um Módulo de Aprimoramento de Características (FEM) para fortalecer as características profundas aprendidas com os modelos da CNN, visando aprimorar a representação de características dos pequenos objetos; 3) construir o COVID-19Mask, um conjunto de dados em grande escala para detectar se os clientes estão usando máscaras, coletando imagens em dois supermercados. Os resultados do experimento ilustram a alta precisão de detecção e desempenho em tempo real do algoritmo proposto (30/11/2020). Fonte: IEEEXPLORE  

30/12/2020

Revisão aborda o potencial dos ODFs (filmes orodispersíveis) como carreadores de drogas e/ou vacinas contra a COVID-19. Os ODFs são transportadores de fármacos excelentes e atraentes que têm o potencial de fornecer fármacos, extratos de ervas e vacinas. Eles são adequados para pacientes que têm problemas para consumir medicamentos tradicionais, como comprimidos ou cápsulas. As vantagens desta forma de dosagem é que ela não precisa de água para ser consumida pelos indivíduos e pode ser prontamente administrada na língua (10/12/2020). Fonte. Drug development and Industrial Pharmacy

Artigo descreve a inativação rápida e completa do SARS-CoV-2 através de radiação UV-C. O contato com superfícies contaminadas com gotículas geradas por pessoas infectadas ao exalar, falar, tossir e espirrar é considerado importante fator de transmissão da SARS-CoV-2, com o vírus sendo capaz de sobreviver nas superfícies por longos períodos de tempo. Para interromper essas cadeias de transmissão, há uma necessidade urgente de dispositivos que possam ser implantados para inativar o vírus em superfícies contaminadas. Autores descrevem a inativação de SARS-CoV-2 em formato úmido e seco usando radiação gerada por uma fonte de luz ultravioleta (UV)-C comercialmente disponível a 254 nm. Foi demonstrado que, para superfícies contaminadas, apenas alguns segundos de exposição são necessários para a inativação completa, permitindo uma fácil implementação em fluxos de trabalho de descontaminação (30/12/2020). Fonte: Nature

23/12/2020

Pesquisadores da UFPel desenvolvem dispositivo biossensor portátil para diagnóstico em tempo real (Point of Care) da COVID-19. A plataforma desenvolvida é do tipo Diagnostic On a Chip (DoC) baseada na tecnologia inovadora de biossensor eletroquímico descartável, contendo nanocompósitos à base de grafeno, funcionalizados com antígenos que são capazes de detectar anticorpos específicos da SARS-CoV-2. Neste imunossensor, o antígeno específico é imobilizado nas nanoestruturas dos compósitos de grafeno e, quando em contato com a amostra de sangue humano, o antígeno se liga com os anticorpos (IgG, IgA e IgM) fornecendo um sinal elétrico característico e dependente da concentração. De acordo com os pesquisadores, este protótipo poderá no futuro servir para o diagnóstico de outros tipos de patologias, gerenciando doenças e antecipando condutas terapêuticas (15/12/2020). Fonte: UFPel  

14/12/2020

O gerenciamento da avaliação primária do nível / necessidade de oxigênio torna-se uma tarefa desafiadora em hospitais devido ao grande número de pacientes com COVID-19. Assim, o oxímetro de pulso tornou-se um divisor de águas na pandemia de COVID-19 para detectar a necessidade de oxigênio em pacientes. No entanto, existem vários fatores que afetam a sensibilidade do oxímetro de pulso que precisam ser compreendidos para obter uma leitura precisa. Em vista disso, o presente artigo discute o (i) papel do oxímetro de pulso no gerenciamento da COVID-19, (ii) o princípio básico de engenharia do oxímetro de pulso, (iii) vários fatores que afetam a sensibilidade, (iv) prós, contras e desafios no uso de o oxímetro de pulso (27/11/2020). Fonte: India Chemical Engineer

Estudo teve como objetivo determinar se o material fotocatalítico da Wako Filter Technology composto por uma solução de ácido peroxotitânio ((Ti(OH)3O2H)) reduz efetivamente os coronavírus (CoVs) no ambiente. Utilizando o método de adesão de filme de materiais fotocatalíticos, pesquisadores avaliaram sua atividade antiviral e o efeito da irradiação de luz visível de acordo com métodos definidos pela Organização Internacional de Padronização. O material fotocatalítico revelou ter atividade antiviral, reduzindo as cargas virais. Portanto, esse material fotocatalítico pode ser aplicável não apenas para reduzir CoVs no ambiente de criação de gado, mas também talvez em outros espaços internos, como escritórios e quartos de hospital (30/11/2020). Fonte: Viruses  

02/12/2020

A capacidade do SARS-CoV-2 de permanecer viável em superfícies e aerossóis significa que a transmissão por contato indireto pode ocorrer e, portanto, há uma oportunidade de reduzir a transmissão usando desinfetantes eficazes em espaços públicos e comunitários. Virusend (TX-10), um novo desinfetante, foi desenvolvido como um desinfetante altamente eficaz contra uma variedade de agentes microbianos. Neste artigo, investigou-se a capacidade do Virusend (TX-10) de inativar o SARS-CoV-2. Usando ensaios de inativação de superfície e solução, mostrou-se que o Virusend (TX-10) é capaz de reduzir o título viral do SARS-CoV-2 em 1 minuto de contato (27/11/2020). Fonte: bioRxiv

30/11/2020

Para desenvolver fármacos e terapias profiláticas precisas anticonavírus, as estratégias de pesquisa de biomateriais e engenharia de tecidos podem servir como uma alternativa adequada às opções de tratamento convencionais. Portanto, nesta revisão, foram destacados vários sistemas de diagnóstico baseados em engenharia de tecidos para SARS-CoV-2 e sugeriu-se como essas estratégias envolvendo organ-on-a-chip, organoides, bioprinting 3D e modelos avançados de biorreator podem ser empregados para desenvolver modelos de tecido humano in vitro, para diagnóstico mais eficiente, desenvolvimento de fármacos e vacinas e foco na necessidade de terapia específica para o paciente. Os autores acreditam que combinar os fundamentos da virologia com as técnicas de engenharia de tecidos pode ajudar os pesquisadores a compreender o mecanismo molecular subjacente à infecção viral, que é fundamental para o desenvolvimento de medicamentos eficazes. Além disso, também pode servir como uma plataforma adequada para testes de fármacos e distribuição de pequenas moléculas que podem levar a ferramentas terapêuticas. Adicionalmente, também discutiu-se as propriedades essenciais do biomaterial que polarizam o sistema imunológico, incluindo células dendríticas e macrófagos, em direção ao seu fenótipo inflamatório, o que pode servir como uma referência sobre o papel do biomaterial em influenciar a resposta imune adaptativa envolvendo linfócitos B e T para promover um microambiente de tecido regenerativo (16/11/2020). Fonte: ACS Biomaterials Science & Engineering

 

Estudo fornece uma visão geral detalhada dos dispositivos de EPI impressos em 3D e fornece informações práticas sobre a fabricação e o processo de design posterior, bem como descreve os riscos potenciais de seu uso. Modelos de código aberto de uma meia máscara facial, óculos de segurança e um escudo de proteção facial são avaliados, considerando o tempo de produção, uso de material e custo. As estimativas foram realizadas com fabricação de filamento fundido (FFF) e tecnologia de sinterização seletiva a laser (SLS), destacando as características do material de ácido polilático (PLA), poliamida e um silicone de dois compostos. Medições de espectrofotometria de amostras transparentes de PMMA foram realizadas para determinar sua funcionalidade como óculos ou peças de máscara facial. Todos os testes foram realizados antes e depois do processo de desinfecção à base de tetra-acetil-etileno-diamina (TAED). Os resultados mostram que a desinfecção não tem efeito significativo na estabilidade mecânica e estrutural dos polímeros utilizados; portanto, o EPI impresso em 3D é reutilizável. Para cada dispositivo, recomendações e possíveis meios de desenvolvimento são explicados. Os arquivos dos modelos modificados são fornecidos. As tecnologias de manufatura aditiva SLS e FFF podem ser ferramentas úteis no desenvolvimento de EPI em produções de pequenas séries (16/11/2020). Fonte: Polymers  

23/11/2020

Capacete oferece uma alternativa mais confiável às máscaras faciais cirúrgicas, com um sistema de ventilação equipado com ventiladores que empurram o ar através dos filtros HEPA antes de atingir o nariz e a boca do usuário. Além dos benefícios da purificação do ar, o MicroClimate também resolve a maioria dos problemas comuns de máscara facial, fixando-o no pescoço. O AIR tem uma vida útil da bateria de cerca de cinco horas com um cabo de seis pés de comprimento que permite aos usuários continuar usando a máscara durante o carregamento. Ele pesa cerca de um quilo e vem com seu próprio estojo de transporte seguro. Os elementos do capacete são projetados para substituição e limpeza, incluindo os filtros HEPA que purificam o ar e os revestimentos laváveis. (24/09/2020). Fonte: Olhar Digital 

18/11/2020

Pesquisadores da Unicamp desenvolveram um spray que ao ser aplicado sob máscaras de algodão forma uma barreira de proteção que mata o coronavírus em apenas um minuto. Batizado de SprayCov, ele mantém 99,99% de sua eficácia nas 48 horas seguintes à aplicação. O líquido usa sais de cobre, que segundo os pesquisadores, já são usados em larga escala na agricultura como fungicida para conter o avanço de pragas, em uma mistura de polímeros biodegradáveis, que funcionam como uma espécie de cola para a fixação dos sais. De posse dos resultados alcançados, a Agência de Inovação Inova Unicamp entrou com um pedido no Instituto Nacional de Propriedade Industrial para patentear SprayCov e está oferecendo a tecnologia a empresas com potencial para levá-la ao mercado (18/11/2020). Fonte: Uol

16/11/2020

Espanhol cria elevador anti-COVID-19 capaz de eliminar o vírus além de controlar distanciamento social. O elevador inteligente e capaz de remover todos os vestígios de COVID-19 do ar e das superfícies através de raios ultravioleta em apenas um minuto assim que fica sem ocupantes. O protótipo teve sua patente depositada e também inclui um mecanismo que impede que as portas fechem se as pessoas não cumprirem o distanciamento social, acionando o alarme caso haja mais pessoas do que as que mandam as regras (14/11/2020). Fonte: Diário de Noticias

12/11/2020

Revisão sobre tecnologias que se relacionam diretamente com o tratamento do vírus e também aquelas que têm sido utilizadas para adaptação à convivência com a crise da COVID-19. Dado que tal pandemia provavelmente afetará a humanidade novamente, este artigo também destaca como essas tecnologias podem ser úteis no futuro. Para este fim, os desafios tecnológicos, lógicas de inovação relacionadas e seus impactos sociais são discutidos (07/10/2020). Fonte: Technological Forecasting and Social Change

11/11/2020

Artigo discute nanomateriais no combate ao SARS-CoV-2, como nanomateriais metálicos, nano-fotocatalisadores à base de óxido metálico e nanomateriais não metálicos e fornece informações sobre o desenvolvimento e a aplicação de nanomateriais antivirais, que podem ajudar no controle da transmissão do vírus por aerossol. São discutidas a estrutura e propriedades químicas, a eficiência na inativação do vírus, o mecanismo de inativação do vírus e a aplicação na purificação do ar (30/10/2020). Fonte: Aerosol Science and Engineering

26/10/2020

Estudantes com idades entre 13 e 16 anos de Birigui (SP) conquistaram o primeiro lugar no Torneio do Sesi de Robótica com um projeto que pretende evitar a transmissão do coronavírus em banheiros. O projeto se chama freetoilet, um filtro sanitizante para vaso sanitário capaz de eliminar, em menos de um minuto, 99,99% do vírus presente em fezes e urina de pessoas. A eficácia do produto foi atestada de acordo com laudo emitido pelo instituto de biologia da Unicamp. Pelo computador, eles criaram o filtro sanitizante e, com ajuda de uma impressora 3D, criaram o protótipo. Os seus materiais são duráveis e utilizam o plástico verde, um material sustentável produzido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, podendo ser usado como filamento da impressora 3D, facilitando a produção. Foram aplicadas também partículas de prata no filtro, impedindo a contaminação do produto (25/10/2020). Fonte: G1

19/10/2020

A Startup Biocobre desenvolveu uma película adesiva que evita o contágio pelo coronavírus em superfícies. A película adesiva é feita à base de cobre e solta um elétron que se liga à molécula do coronavírus e o destrói. Em dois minutos, a superfície tem mais 77% das partículas virais inativadas. O material pode ser aplicado em vários tipos de superfície, como maçanetas, corrimãos e puxadores (18/10/2020). Fonte: G1  

15/10/2020

Revisão combina estudos antivirais anteriores (SARS e MERS) com pesquisas recentes conduzidas sobre SARS-CoV-2 para delinear estratégias baseadas em Nanopartículas que podem ser usadas para combater COVID-19 e pandemias semelhantes no futuro (25/08/2020). Fonte: ACS Publications


 

14/10/2020

Os imunossensores plasmônicos monitoram as alterações do índice de refração que ocorrem como resultado de interações ligante-analito específico ou anticorpo-antígeno que ocorrem na superfície do sensor. Neste trabalho, é apresentado um modelo de biossensor plasmônico sanduíche que utiliza nanobastões de ouro (Au NRs) para a detecção da proteína S do SARS‐CoV‐ 2. Os pesquisadores apresentam resultados de simulação para vários ARs e arranjos dos Au NRs. Descobriu-se que o aumento do AR pode efetivamente levar a um campo elétrico melhor. Alternativamente, aumentar a distância entre o Au NR e a nanofolha plasmônica de Au pode reduzir o campo evanescente. Para uma configuração baseada em Au NR de 10 nm de diâmetro típica (nanofolha Au + Au NR com AR = 4), observou-se que há uma melhoria de campo evanescente de 376,33% em comparação com o modelo básico de Kretschmann baseado em nanofolha de Au (04/10/2020). Fonte: Advanced Theory and Simulations

13/10/2020

Em outro projeto selecionado pela Plataforma Inovação para a Indústria, o Instituto SENAI de Inovação em Biossintéticos e Fibras uniu-se a Bio-Manguinhos/ Fiocruz e à Diklatex para o desenvolvimento de um tecido capaz de neutralizar o novo coronavírus. Os testes preliminares realizados no início de junho demonstraram que amostras do tecido foram capazes de inativar mais de 99,9% das partículas virais respiratórias do sarampo e da caxumba. Após testar positivamente para o COVID-19. Agora está sendo avaliada, experimentalmente, a ação de tecidos antivirais para a produção de máscaras e aventais no Laboratório de Tecnologia Virológica (Latev) da Bio-Manguinhos. A expectativa é que com o tecido antiviral sejam produzidas 600 mil peças por mês, entre máscaras, aventais e scrubs. Desde março, equipes com médicos, microbiologistas, engenheiros têxteis, de materiais e químicos vêm trabalhando no desenvolvimento da solução (07/10/2020). Fonte: Portal da indústria 

Estudo busca fornecer uma visão geral abrangente dos materiais antivirais e revestimentos que podem ser implementados para suprimir a propagação de SARS-CoV-2 através de superfícies contaminadas. Discutem o mecanismo de operação e efetividade de vários tipos de materiais inorgânicos e orgânicos, a granel e na forma de nanomateriais, e avaliam a possibilidade de implementá-los como revestimentos antivirais. Apresentam perspectivas futuras com relação às tecnologias antimicrobianas emergentes, como superfícies onifóbicas e avaliam seu potencial na supressão da transferência de vírus mediada por superfície (09/10/2020). Fonte: ACS Publications

09/10/2020

Produtos inovadores desenvolvidos na rede de Institutos SENAI de Inovação vão ajudar os brasileiros a enfrentar a pandemia do novo coronavírus. A solução apresentada pela startup SII Technology é de luminárias de raio UV-C, instaladas dentro de ônibus ou vagões, acionadas por uma base móvel que funcionará fora do veículo, operada por um técnico. Uma unidade pode desinfetar até 40 ônibus por noite. O raio UV-C não deixa resquícios químicos, sendo mais seguro para as pessoas. Além disso é mais sustentável do que outras formas de desinfecção, pois não gera resíduos tóxicos para o meio ambiente (07/10/2020). Fonte: Portal da indústria

Membros da comunidade de nanotecnologia sugerem alguns novos alvos de pesquisa que podem ser projetados e melhorados, otimizados e desenvolvidos para a utilização de materiais existentes ou novos no subcampo de diagnóstico e saúde. Os alvos de pesquisa potenciais para lutar contra a COVID-19 incluem diagnóstico de ponto de atendimento (POCD), vigilância e monitoramento, novas terapêuticas, desenvolvimento de vacinas, pesquisa e desenvolvimento, reaproveitamento de medicamentos existentes com aplicações terapêuticas potenciais, desenvolvimento de nanorrevestimento antiviral e spray antimicrobiano de revestimento baseados em PPE, nanopartículas magnéticas e RNA viral e kits de detecção rápida (22/07/2020). Fonte: Biointerface Research in Applied Chemistry 

01/10/2020

A pandemia COVID-19 aumentou muito a frequência de desinfecção de superfícies em locais públicos, causando uma pressão na capacidade de obter soluções desinfetantes. Uma alternativa é fornecer álcoois simples como etanol e isopropanol (EtOH e IPA) ou hipoclorito de sódio (SH). Estudo avaliou a eficácia de múltiplas concentrações de EtOH, IPA e SH em coronavírus humano (HCoV) seco em superfícies usando tempos de contato curtos. EtOH, IPA e SH em múltiplas concentrações inativaram eficientemente o vírus infeccioso em diferentes superfície como cerâmicas e porcelanas. Frequentemente, nenhum HCoV infeccioso remanescente pode ser detectado (28/09/2020). Fonte: Journal of Hospital Infection

30/09/2020

Nos últimos três meses, estudantes de todo Brasil – de escolas privadas e públicas – participaram do Torneio SESI de Robótica - Desafio COVID-19, criado pelo Serviço Social da Indústria (SESI), para incentivar jovens a pensarem em soluções para a pandemia. Cerca de 1.900 jovens, distribuídos em mais de 400 equipes, se inscreveram na competição. Eles apresentaram projetos sobre desinfecção de ambientes, higienização de compras, kits de equipamentos de proteção individual (EPI) com sensores e muito mais. Foram sete equipes vencedoras em diferentes categorias (24/09/2020). Fonte: Portal da Indústria 

29/09/2020

A rede de Institutos SENAI de Inovação concluiu projeto que definiu 16 novas formulações alternativas para a produção de álcool gel sem a necessidade de espessante importado. Uma das soluções permite utilizar o acetato de cálcio, um sal usado como aditivo e estabilizante alimentar, para dar viscosidade ao produto. O insumo oferece vantagens em relação à matéria-prima usada normalmente por ter ótimo custo-benefício e estar disponível no Brasil. Em outra pesquisa foi desenvolvida uma formulação inovadora com espessante alternativo feito a partir da celulose microfibrilada (MFC), produto extraído da madeira, ou seja, de fonte renovável. O primeiro volume, de 60 quilos, foi produzido e possui laudos técnicos que garantem a sua ação bactericida. A MFC utilizada é um tipo de microcelulose que garante hidratação para a pele, evitando o ressecamento pelo uso contínuo (28/09/2020). Fonte: Portal da Indústria

16/09/2020

Pesquisadores desenvolverem um swab nasofaríngeo impresso em 3D (3DP) como uma substituição do swab FLNP. O desempenho dos swabs 3DP e FLNP foram comparados em um ensaio clínico de pacientes sintomáticos em três centros clínicos (n = 291) usando três testes SARS-CoV-2: uma versão modificada do CDC Real-time Reverse Transcriptase (RT) - Painel de diagnóstico de PCR e dois formatos comerciais automatizados (Roche Cobas e NeuMoDx). Os resultados não mostraram diferenças significativas entre os swabs para ambos os alvos de genes virais (10/09/2020). Fonte: Clinical Infectious Diseases

15/09/2020

Um filme plástico adesivo para proteção de superfícies, como maçanetas, corrimãos, botões de elevadores e telas sensíveis ao toque, é capaz de inativar o novo coronavírus por contato. Lançado pela indústria Promaflex, o material possui micropartículas de prata e sílica incorporadas em sua estrutura, desenvolvidas pela empresa paulista Nanox, apoiada pelo Programa Fapesp Pipe (Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas). O material à base de polietileno demonstrou ser capaz de eliminar 99,84% de partículas do SARS-CoV-2 após dois minutos de contato. As amostras do material com e sem micropartículas de prata e sílica incorporadas na estrutura foram mantidas em contato direto com o SARS-CoV-2 em intervalos de tempo diferentes. Após os períodos estipulados, os coronavírus presentes nas amostras do material foram recolhidos e colocados em contato com células Vero para permitir avaliar a capacidade de infecção e multiplicação após a exposição ao filme plástico. Os resultados das análises por quantificação do material genético viral por PCR indicaram uma redução de quase 100% (15/09/2020). Fonte: UOL 

14/09/2020

Pesquisadores da UFMG (Unidade Federal de Minas Gerais) desenvolveram um composto, à base do metal nióbio, que protege mãos e superfícies contra o novo coronavírus por até 24 horas. Ele não deve ser ingerido e não serve para eliminar o vírus dentro do corpo humano, apenas para evitar a propagação fora. A solução pode ser usada na forma de gel ou líquido spray para proteger superfícies e equipamentos em ambientes doméstico, médico e odontológico. A solução foi registrada pela startup Nanonib e  é eficaz contra diversos microrganismos, como vírus, bactérias e fungos. Chamado comercialmente de INNIB-41, o composto pertence à família dos polioxoniobatos. A invenção está em processo de análise pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI). (14/09/2020). Fonte: UFMG

09/09/2020

Cientista brasileira desenvolve 'super-sabonete' que protege por 6 horas contra o coronavírus. A diferença entre o “super-sabonete” e outros antissépticos é o uso da clorexidina, ativo utilizado na área hospitalar que permite a proteção antiviral e bactericida por mais tempo. Este parece ser o primeiro produto de higiene pessoal no mundo que usa o composto. A startup de alta tecnologia, Aya-Tech, também produz e comercializa um spray, o Microbac, para higienizar máscaras em tecido. O spray elimina 99% das bactérias e vírus e a proteção pode durar até dois meses, se a peça não for lavada. (20/07/2020). Fonte: G1

08/09/2020

Estudo desenvolveu nanofibras eletrofiadas de Aloe Vera e Álcool Polivinílico. Quatro fibras diferentes foram desenvolvidas variando as concentrações de Aloe vera (0,5%, 1,5%, 2,5% e 3%), mantendo a concentração de PVA constante. As amostras desenvolvidas foram submetidas a diferentes técnicas de caracterização, como estudos SEM, FTIR, XRD, TGA e ICP. Depois disso, a atividade antimicrobiana das nanofibras eletrofiadas de Aloe Vera/PVA desenvolvidas foi verificada contra bactérias Gram-positivas (Staphylococcus aureus) e Gram-negativas (Escherichia coli). As nanofibras desenvolvidas tiveram alta atividade antibacteriana. Essas nanofibras têm aplicações potenciais no desenvolvimento de aventais cirúrgicos, luvas e máscaras faciais (02/09/2020). Fonte: Materials 

         

31/08/2020

Os filtros HEPA de alto grau são eficazes na remoção da maioria dos vírus do ar. No entanto, embora alguns testes tenham sido conduzidos, a captura viral não faz parte da certificação de filtro HEPA convencional. Métodos adicionais de inativação viral incluem a ionização do ar, métodos alternativos de luz ultravioleta e ozônio. Para alcançar o controle viral para certos tipos de processamentos farmacêuticos, é necessária uma combinação desse métodos. O presente artigo faz referência a essas abordagens (22/06/2020). American Pharmaceutical Review     

26/08/2020

Pesquisadores japoneses apontam que baixas concentrações de gás ozônio conseguem neutralizar as partículas do SARS-CoV-2. E poderia ser uma forma para hospitais desinfetarem salas de exame e áreas de espera, reduzindo os riscos de contágio. Para comprovar a eficácia do método, o estudo usou um gerador de ozônio em uma câmara selada com amostras do SARS-CoV-2. Após os testes, a potência viral do agente infeccioso diminuiu em mais de 90% quando submetido a níveis baixos do gás por cerca de 10h (26/08/2020). Fonte:The japantimes

25/08/2020

Saco de lixo desenvolvido por empresa brasileira com plantas em Hortolândia (SP) e Manaus (SP) é capaz de eliminar vírus, inclusive o SARS-CoV-2. O procedimento de fabricação consiste em adicionar ao plástico uma espécie de aditivo antisséptico. O composto age diretamente na membrana do saco de lixo e envolve o material. A partir disso, o produto inativa as proteínas e as gorduras, e quebra toda a estrutura genética do vírus, o que impede a transição para as células humanas e, consequentemente, a contaminação. O Instituto de Biologia da Unicamp comprovou a capacidade do saco de lixo em eliminar o novo coronavírus. Segundo a Universidade Estadual de Campinas (SP), a tecnologia é inédita e a previsão da companhia é distribuir o item no mercado (23/08/2020). Fonte: G1 Campinas e Regiões.

Artigo discute as possibilidades de utilização da nanotecnologia que vem sendo desenvolvidas durante a pandemia de COVID-19 aumentando a experiência da comunidade cientifica com materiais em nanoescala e “delivery” de medicamentos, fornecendo conhecimento e ferramentas para o desenvolvimento de vacinas e terapias para a COVID-19 (06/08/2020). Fonte: Nature

17/08/2020

O Instituto SENAI de Inovação em Biomassa está desenvolvendo um projeto para produção de um biossanitizante a partir de bio-óleo da macaúba, que poderá ser utilizado para esterilização de áreas comuns como calçadas, bancos e veículos de transporte público. Segundo os pesquisadores, o biossanitizante que será produzido é uma alternativa sustentável para produtos químicos não renováveis e nocivos ao meio ambiente. O novo produto possui características eco-friendly e usa como matéria-prima uma biomassa de baixo custo (10/08/2020). Fonte: Portal da indústria

10/08/2020

Fabricantes temem falta de seringas e agulhas na vacinação contra a COVID-19. Segundo autores, para que a população tenha acesso à vacina, é preciso pensar também em como operacionalizar a sua aplicação. E isso inclui a quantidade de seringas e agulhas necessárias. O país vai precisar de ao menos 300 milhões de seringas em um prazo de 3 a 4 meses, e o tempo gasto usualmente para produzir 50 milhões de seringas é de 5 meses (10/08/2020). Fonte: MSN

31/07/2020

O artigo discute a dificuldade de gestão de resíduos sólidos gerados pela pandemia, com um aumento considerável dos resíduos hospitalares e a necessidade de preparação para o enfrentamento de situações excepcionais neste gerenciamento (26/06/2020). Fonte: Science

Pesquisadores demonstram a viabilidade do uso de um sistema de tele-ecografia robótica para examinar pacientes com COVID-19. Essa técnica pode não apenas reduzir a probabilidade de infecção de especialistas, mas também acompanhar dinamicamente a progressão doença. Esse sistema robótico também pode ser uma ferramenta potencial para especialistas em telemedicina que lidam com circunstâncias difíceis, como doenças infecciosas, desastres naturais e assistência médica em zonas de guerra e áreas remotas (29/07/2020). Fonte: Journal of Ultrasound Medicine  

29/07/2020

Escassez de frascos de vacina é suprida com tecnologia usada em semicondutores. Mais de 140 candidatas à vacina estão sendo estudadas. Desenvolver uma fórmula eficaz é apenas uma das tarefas, que quando finalizada abre espaço para o próximo passo: a fabricação em massa. Estamos falando de dezenas de bilhões, uma quantidade nunca produzida antes. Acredita-se que um grande desafio é a quantidade de frascos para armazenar doses das vacinas (30/06/2020). Fonte Canaltech

27/07/2020

Modelo matemático para previsão da propagação da COVID-19 (SHEIQRD, Susceptible-Stay-at-home-Exposed-Infected-Quarantine-Recovery-Death). O modelo foi empregado para calcular os pontos de equilíbrio endêmicos e extinção da doença. Foi calculado também o número de reprodução básico – R0 - e realizada a análise de sensibilidade, concluindo-se que a disseminação da pandemia do COVID-19 desaparece quando R0≤1 e persiste na comunidade quando R0>1. Para atenuar a pandemia, necessário que a taxa de permanência em casa seja eficiente, alta cobertura de identificação e isolamento de indivíduos expostos e infectados com a doença, redução de transmissão e taxa de relaxamento do isolamento social podem atenuar a pandemia de COVID-19 (23/07/2020). Fonte: Results in Applied Mathematics.

Revisão revela o poder das ciclodextrinas no combate ao coronavírus. Anéis de cerca de ∼1 nanômetro  de diâmetro e tão versáteis que são capazes de participar no ataque de vírus, e especificamente SARS-CoV-2, de maneiras diferentes. Isso inclui o encapsulamento e o transporte de medicamentos específicos, como adjuvantes para estabilizar proteínas, vacinas ou outras moléculas envolvidas na infecção, como sequestradores de colesterol para desestabilizar o envelope do vírus, como portadores de terapias de RNA, como fármacos antivirais diretas e até mesmo para estabilizar a coagulação sanguínea no tratamento com a heparina. (25/07/2020) Fonte: International Journal of Pharmaceutics

24/07/2020

Modelo matemático baseado em equações diferenciais ordinárias não lineares descreve a evolução da COVID-19 na cidade de São Paulo, Brasil, e propõe cenários em diferentes hipóteses. O estudo descreve a introdução e disseminação do SARS-CoV-2 na cidade, avaliando o isolamento social como medida de controle da doença e propondo cenários epidemiológicos de relaxamento da medida (20/07/20). Fonte: Epidemiology & Infection.

23/07/2020

A cirurgia robótica tem muitos benefícios reconhecidos em relação à cirurgia aberta. O artigo destaca vantagens que a cirurgia robótica pode oferecer durante esse período excepcionalmente desafiador nos cuidados de saúde (20/07/2020). Fonte: Journal of Robitic Surgery.

Várias iniciativas de suporte à oxigenação empírica foram iniciadas com a terapia intermitente de oxigênio hiperbárico (HBO) para superar a hipoxemia e progressiva durante o suporte do ventilador em pacientes entubados, apesar do alto FiO2. Mais recentemente, pacientes menos graves à beira da hipoxemia iminente foram expostos à HBO prevenindo a intubação e obtendo a rápida resolução dos sintomas. As poucas descrições de casos indicam grande variabilidade nos protocolos e frequência de exposição. O artigo faz um resumo para ilustrar os mecanismos biológicos de ação do aumento da pressão O2, para esclarecer protocolos mais adequados e aplicação mais útil do uso HBO no tratamento COVID-19 (22/07/2020). Fonte: Advances in Experimental Medicine and Biology

 

 

21/07/2020

A pandemia da COVID-19 trouxe uma preocupação que não estava no dia a dia da população. Superfícies sujeitas ao toque constante, como as maçanetas, são um grande foco de contágio de doenças como a COVID-19. A solução para menos contato e mais segurança pode estar no produto desenvolvido por um estudante do curso de Desenho Industrial, Rafael Aguirre, e patenteado pela Agência de Inovação da UFRJ: uma fechadura acionada com o pé (20/07/2020). Fonte: Conexão UFRJ.

20/07/2020

Os autores apresentam um robô para coleta de swab nasal, demonstrando que os resultados da coleta mecânica são equivalentes ao da coleta manual (07/2020). Fonte: European Respiratory Journal

 

Os autores fazem uma discussão sobre qual o papel da tomografia computadorizada frente a outras ferramentas diagnósticas, como os testes sorológicos na COVID-19. E apontam que é uma tecnologia reservada aos casos sintomáticos graves (07/2020). Fonte: Clinical Medicine Journal

17/07/2020

Os autores avaliaram a viabilidade do SARS-CoV-2 em plástico poliestireno, alumínio e vidro por 96 horas com e sem albumina sérica bovina (3 g / L). Observaram uma infecciosidade constante (<1 log10 gota) no plástico, uma diminuição de 3,5 log10 no vidro e uma queda de 6 log10 no alumínio. A presença de proteínas visivelmente prolongou a infecciosidade. Segundo os autores, esses resultados apoiam a limpeza de superfícies como uma ação necessária que deve ser aplicada e repetida, pois pode desempenhar um papel fundamental na interrupção da transmissão de SARS-CoV-2 e na mitigação da pandemia de COVID-19 (07/2020). Fonte: Emerging Infectious Disease

14/07/2020

Sistema conhecido como ATMUS foi desenvolvido pela Enebras, empresa especializada em soluções de ar condicionado para a área da saúde, em parceria com a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein. O sistema distribuído pela Embraer para os sistemas de saúde de alguns municípios do interior de São Paulo (14/07/2020). Fonte: Botucatu On line

O autores discutem que a luz ultravioleta germicida, normalmente a 254 nm, é eficaz, mas pode ser um risco à saúde da pele e dos olhos. Por outro lado, a luz UVC (207–222 nm) mata eficientemente patógenos potencialmente sem causar danos aos tecidos humanos expostos. Foi demonstrado que a luz UVC de 222 nm mata eficazmente o vírus da influenza no ar é eficaz os coronavírus humanos no ar alfa HCoV-229E e beta HCoV-OC43(24/06/2020). Fonte: Nature

08/07/2020

O desenvolvimento de nanomateriais antivirais por engenharia de superfície com especificidade aprimorada pode ser valioso para combater o novo vírus. Quantum dots (QDs) são agentes multifacetados com a capacidade de combater/inibir a atividade do vírus COVID-19. Este artigo discute o papel potencial dos QDs como biosensores e agentes antivirais para atenuação da infecção viral (26/06/2020). Fonte: Applied Organometallic Chemistry

 

Usando um clone de cDNA infeccioso de SARS-CoV-2 os autores fazem a inserção do gene da nanoluciferase no OFR7 do genoma viral. Usam um promotor T7 para transcrever in vitro o RNA viral de Nluc de tamanho completo, obtendo uma partícula viral altamente infecciosa marcada com a luciferase e propondo o seu uso em ensaios de cinética de inibição de medicamentos antivirais (23/06/2020). BioRxiv

       

 

07/07/2020

Neste artigo é apresentado um modelo matemático para estimativa da propagação de COVID-19. O modelo usa um esquema numérico desenvolvido recentemente baseado na interpolação polinomial de Newton onde simulações numéricas são representadas para diferentes valores de ordens fracionárias (07/07/2020). Chaos, Solitons & Fractals

01/07/2020

A Nanox, uma Startup que já produzia tecidos que evitam a proliferação de fungos e bactérias, desenvolveu um tecido composto por poliéster, algodão e duas micropartículas de prata em busca de combater o vírus. O produto foi testado pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) e, em parceria com a Universitat Jaume I, da Espanha, e com o Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), foi comprovado que a composição do tecido inativa até 99,9% de SARS-CoV-2 em dois minutos de contato (01/07/2020). G1

17/06/2020

Pesquisadores criaram "nanoesponjas" capazes de neutralizar o SARS-CoV-2, que causa a COVID-19. A nanoesponja consiste em um núcleo de polímero revestido por uma membrana celular extraída dos pulmões. Essa cobertura, por sua vez, tem proteínas receptoras que o SARS-CoV-2 usa para entrar nas células. Segundo os especialistas, a tecnologia se liga a essas proteínas, inviabilizando sua reprodução e, portanto, contendo a infecção pelo novo coronavírus (17/06/2020). Fonte: Nano Letters

 

08/06/2020

Estudo faz uma revisão sobre as superfícies inanimadas como fonte potencial de propagação de SARS-CoV-2 e sua desinfecção com agentes biocidas. O SARS-CoV-2 permanece infeccioso no ar por 3 horas e em superfícies inanimadas, como papelão, cobre, plástico e aço até 24, 4, 72 e 48 h, respectivamente. Vários agentes biocidas podem ser usados contra os coronavírus: como etanol (62-71%), hipoclorito de sódio (0,1%) e peróxido de hidrogênio (0,5%) (05/06/2020). Fonte: Virus Disease

04/06/2020

Empresa TNS com apoio do SENAI desenvolve spray que torna as superfícies à prova de coronavírus e promete ser um aliado importante no combate à doença (04/06/2020). Fonte: Portal da indústria

07/05/2020

SENAI Cimatec cria túnel de desinfecção para profissionais de saúde se descontaminarem após o atendimento a pacientes contaminados (06/05/2020). Fonte: Portal da indústria 

Especialista no desenvolvimento de climatizadores evaporativos, a empresa gaúcha Joape desenvolveu uma solução tecnológica que vai auxiliar no combate ao coronavírus: a ”Estação de Descontaminação”. O equipamento consiste em uma espécie de câmara dotada de pulverizadores verticais que borrifam agentes químicos ou orgânicos em quem se submete ao procedimento, como os profissionais da saúde. Dentre essas substâncias está a biguanida, atóxica e utilizada livremente na limpeza e descontaminação de hospitais, blocos cirúrgicos e indústrias de alimentos. (07/05/2020) Fonte: Jornal o Sul

A indústria de alumínio desenvolve pia adaptada para prevenir contágio de COVID-19. A tecnologia permite que o sabão e os jatos de água sejam acionados por pedais. Com isso, evitam o toque direto das mãos que podem estar contaminadas (07/05/2020). Fonte: Portal da indústria

06/05/2020

SENAI auxilia criação de spray que protege superfícies da contaminação por COVID-19. Projeto, que deve ser realizado em até seis meses, visa criar uma superfície de proteção com nanopartículas contra o SARS-CoV-2. No produto, serão utilizadas diferentes tecnologias para a ancoragem das nanopartículas de prata, tornando superfícies comuns em superfícies capazes de inativar o vírus (05/05/2020). Fonte: Portal da Indústria

A IBM anunciou nesta terça-feira (05) que está liberando mais de 80 mil patentes, incluindo aquelas relacionadas a inteligência artificial e a “vírus biológicos”, para uso gratuito no desenvolvimento de soluções para a pandemia de COVID-19. A decisão se aplica não só a patentes já concedidas, como também quaisquer outras que sejam resultantes de registros feitos até o final de 2023. A iniciativa da IBM é parte da Open Covid Pledge, que pede a empresas participantes que liberem gratuitamente sua propriedade intelectual (patentes) para uso no combate à pandemia dA COVID-19 e minimização de seu impacto na sociedade. Empresas como a Intel, Amazon, Facebook, Microsoft e Uber, entre outras, também participam. (05/05/2020) Fonte: IBM

28/04/2020

SENAI de Mato Grosso fabrica cápsula de proteção contra coronavírus. Os equipamentos, ainda em teste, podem reduzir o tempo de internação de pacientes da covid-19 e também a necessidade de encaminhamento à UTI, além de proteger os profissionais de saúde (27/04/2020). Fonte: CNI

26/04/2020

O PROSUR, Sistema de Cooperação sobre Aspectos de Informação Operacional e de Propriedade Industrial, que agrupa os Escritórios de Patentes de 13 países da América Latina e Caribe, publica boletim com invenções relacionadas a tecnologias disponíveis em documentos de patentes em domínio público para combater a COVID-19 (26/04/2020). Fonte: PROSUR.

24/04/2020

A tecnologia tornou-se aliada durante a pandemia, oferecendo soluções em todos os setores. São plataformas e programas que auxiliam na coleta e organização de dados para posteriores análises e projeções, no desenvolvimento de equipamentos de diagnóstico mais precisos, pelo reconhecimento facial de pessoas, por atendimentos e triagem via telemedicina, pela substituição de indivíduos por robôs para evitar interações. E, ainda, o uso de veículos aéreos não tripulados para o transporte de amostras e materiais contaminados (23/04/2020). Fonte: Faperj

22/04/2020

Artigo faz uma revisão sobre como nano-materiais podem servir no combate ao COVID-19, na área de medicamentos e de desinfecção hospitalar e aponta para a necessidade de pesquisa na área. (21/04/2020). Fonte: Nanomaterials

10/04/2020

A Food and Drug Administration dos EUA emitiu uma autorização para uso de um sistema de purificação de sangue para tratar pacientes com COVID-2019 confirmada e insuficiência respiratória confirmada ou iminente (10/04/2020). Fonte: The General Digital-Partner

As primeiras transfusões de plasma sanguíneo de sobreviventes de COVID-19 para pacientes foram realizadas em Moscou (09/04/2020). Fonte: The General Digital- Partner

09/04/2020

Pesquisadores analisam a dinâmica epidêmica e a tendência do novo coronavírus em Wuhan, usando os dados após o fechamento da cidade de Wuhan até 12 de fevereiro de 2020, com base no método de modelagem SEIR. Comparado a outros estudos, o valor de R0 produzido neste estudo é menor, indicando que o fechamento e as medidas subsequentes tiveram papel importante na disseminação da epidemia (09/04/2020). Fonte: JoGH

07/04/2020

Inova, da Unicamp lança aplicativo CoroSai para mapeamento do coronavirus por região (07/04/2020) Fonte: INOVA/UNICAMP

06/04/2020

Diante de uma crescente preocupação internacional em relação à escassez na cadeia de suprimentos de equipamentos pessoais e de proteção (EPI) pesquisadores da Irlanda sugerem a proteção da cadeia de suprimentos e tecnologias ecologicamente corretas para a esterilização de alguns equipamentos, tais como o peróxido de hidrogênio vaporizado (VHP), como para filtrar os respiradores das máscaras. A irradiação UV também é realizada na Irlanda (06/04/2020). Fonte: Science of The Total Environment

03/04/2020

Alguns hospitais estudaram a viabilidade da telemedicina de emergência para manter pacientes saudáveis com pequenas queixas fora do departamento de emergência (DE) com resultados otimistas. Essa abordagem tem o potencial de preservar os EPIs e proteger os trabalhadores de saúde, mantendo padrões seguros para os exames de triagem no pronto-socorro para pacientes de baixo risco nos quais há suspeita de COVID-19. (03/04/2020) Fonte: JAMIA https://doi.org/10.1093/jamia/ocaa048

02/04/2020

Os benefícios da telemedicina já são reconhecidos em outras epidemias (SARS, MERS). O artigo discute os desafios para o uso global e integração da telemedicina na resposta ao COVID e epidemias futuras (02/04/2020). Fonte: JAMIR Publications.