Ir para o Conteúdo 1 Ir para a Página Inicial 2 Ir para o menu de Navegação 3 Ir para a Busca 4 Ir para o Mapa do site 5
Abrir menu principal de navegação
Instituto Nacional da Propriedade Industrial
Termos mais buscados
  • imposto de renda
  • inss
  • assinatura
  • cnh social
  • mei
Termos mais buscados
  • imposto de renda
  • inss
  • assinatura
  • Serviços
    • Marcas
      • Guia Básico
      • Sistema Internacional de Madri
      • Consultas Públicas
      • Classificação
      • Busca
      • Custos e Pagamento
      • Sistema e-Marcas
      • Dúvidas
      • Legislação de marcas
      • Cópia de Documentos de Marcas
      • Normativos revogados
      • INPI Explica Tudo
      • Trâmite Prioritário de Marcas
      • Alto renome
    • Patentes
      • Guia Básico
      • Tutorial de depósito
      • Guias rápidos de Patentes
      • Busca
      • Dúvidas
      • Custos e Pagamento
      • Sistema e-Patentes
      • Trâmite Prioritário
      • Legislação
      • Proteção da Patente no Exterior
      • Cópia de Documentos de Patentes
      • Consultas Públicas
      • Plano de Combate ao Backlog
      • Observatório de Tecnologias Relacionadas à COVID-19
      • Relatórios Gerenciais
      • Materiais de Consulta e Apoio
      • Informações relacionadas à ADI n° 5.529/DF
      • Classificação
      • CPAPD Patentes
      • Restauração de autos
      • Diálogo Permanente com as Partes Interessadas
      • Módulo de Serviços de Patentes
      • Perguntas e Respostas - Módulo de Serviços de Patentes
      • Manual do Depósito Eletrônico (ePCT-Filing)
    • Desenhos Industriais
      • Guia Básico
      • Busca
      • Custos e Pagamento
      • Sistema e-DI
      • Dúvidas
      • Classificação
      • Materiais de Consulta e Apoio
      • Legislação de desenhos industriais
      • Normativos revogados
      • Cópia de documentos de desenho industrial
      • Consultas Públicas
      • Acordo de Haia
    • Indicações Geográficas
      • Guia Básico
      • Busca
      • Custos e Pagamento
      • Sistema e-IG
      • Dúvidas
      • Materiais de Consulta e Apoio
      • Legislação de indicações geográficas
      • Consultas Públicas
      • Certificados de registros de Indicações Geográficas concedidos
      • Fichas Técnicas de Indicações Geográficas
      • Normativos revogados
    • Programas de Computador
      • Guia Básico
      • Busca
      • Custos e Pagamento
      • Sistema e-Software
      • Dúvidas
      • Legislação
      • Consultas Públicas
      • Relatórios Gerenciais
    • Topografias de Circuitos Integrados
      • Guia Básico
      • Busca
      • Custos e Pagamento
      • Sistema e-Chip
      • Dúvidas
      • Legislação
    • Contratos de Tecnologia e de Franquia
      • Guia Básico
      • Busca
      • Custos e Pagamento
      • Sistema e-Contratos
      • Dúvidas
      • Materiais de Consulta e Apoio
      • Legislação
    • Academia do INPI
      • Institucional
      • Soluções de Ensino
      • Cursos de Pós-Graduação
      • Cursos de Extensão
      • Biblioteca
      • Eventos Acadêmicos
      • Processo Seletivo
      • Publicações Acadêmicas
      • Calendário Acadêmico
      • Área do Aluno da Pós
      • Notícias da Academia
      • Alinhamento Estratégico
      • Educação Corporativa
      • ACAD News
      • Instalações Educacionais
  • Acesso à Informação
    • Institucional
    • Ações e Programas
    • Participação Social
    • Auditorias
    • Convênios e Transferências
    • Receitas e Despesas
    • Licitações e Contratos
    • Servidores
    • Programa de Gestão e Desempenho
    • Informações Classificadas
    • Serviço de Informação ao Cidadão
    • Dados Abertos
    • Sanções Administrativas
    • Ferramentas e Aspectos Tecnológicos
    • Simplificação Administrativa
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia da Informação
    • Glossário de Verbetes de PI
    • Manifestações Jurídicas de PI
      • Arquivos
  • Canais de Atendimento
    • (1) Pré-Atendimento
    • (2) Atendimento em Campo
    • (3) Atendimento na Solução de Problemas
    • (4) Atendimento em Novas Soluções
    • Termo de Uso
    • Política de Privacidade
    • Endereços
  • Governança
    • Planejamento Estratégico
      • Plano Estratégico
      • Plano de Ação
      • Central de Monitoramento
      • Plano Plurianual
      • Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual
      • Perfil do INPI
    • Transparência e Prestação de Contas
      • Continuidade de Negócios
      • Supervisão, Controle e Correição
      • Remuneração
      • Relatórios dos Órgãos do Sistema de Controle Interno e do Controle Externo
      • Rol de Responsáveis
      • Relatórios de Gestão
      • Pareceres de Auditoria Interna sobre Processos de Contas Anuais
      • Arquivos
    • Tratamento de Dados Pessoais
      • Guia Prático de Proteção de Dados Pessoais
      • Inventário de Dados Pessoais
      • Arquivos
    • Agenda das Autoridades
    • Excelência da Gestão
    • Ouvidoria
    • Comitês
    • Gestão da Integridade
      • Agenda de Autoridades
      • Programa de Integridade
      • Ética
      • Transparência
      • Interação Público-Privada
      • Canal de Denúncias
      • Atividade Correicional
      • Conflito de Interesses
      • Combate ao Nepotismo
      • Gestão de Riscos
      • Conformidade
      • Proteção de Dados
    • Gestão da Qualidade
      • Gestão de Riscos
      • Avaliação da Satisfação dos Usuários
      • Sistema de Padronização de Documentos
      • Imagens
    • Segurança da Informação
    • Disponibilidade Técnica de Sistemas
  • Uso Estratégico da PI
    • INPI para empreender e inovar
    • Observatório de Tecnologias Verdes
    • Depósito Internacional de Marcas (Madri)
    • Depósito Internacional de Patentes (PCT/CUP)
    • Relações e Parcerias Nacionais
    • Relações e Parcerias Internacionais
    • Estudos e Informação Tecnológica
    • Trâmites Prioritários de Patentes
  • Projetos Estratégicos
    • Pesquisa de Percepção da Qualidade do Exame
    • Contato Direto com o Usuário
    • Combate à Falsificação
      • Diretório Nacional de Combate à Falsificação de Marcas CNCP–INPI
      • Diretório Nacional de Combate à Falsificação de Indicações Geográficas CNCP–INPI
      • Plataforma Bebidas
    • Memória da Propriedade Industrial
    • Combate ao Backlog de Patentes
      • Combate ao Backlog de Patentes
    • Webinário Acordo de Haia
    • Inova Simples
    • Programa Agir INPI
    • Programa Bem Aqui no INPI
  • INPI Data
    • Índice Brasil de Inovação e Desenvolvimento (IBID)
    • Dados e Séries Temporais
    • Painéis e Infográficos
    • Relatórios
    • Estudos
    • Valor Econômico e Gestão Estratégica da PI
      • Negociando a PI
      • Valorando a PI
      • Financiando a PI
      • Auditando a PI
      • Divulgações
    • Precificação dos Serviços
      • Perguntas e Respostas
  • Central de Conteúdo
    • Legislação e Atos Normativos Internos
    • Publicações de Propriedade Industrial
    • Alerta contra Fraudes
    • Carta de Serviços
      • Carta de Serviços
    • Comunicação
    • Notícias
    • Webmail
  • GOV.BR
    • Serviços
      • Buscar serviços por
        • Categorias
        • Órgãos
        • Estados
      • Serviços por público alvo
        • Cidadãos
        • Empresas
        • Órgãos e Entidades Públicas
        • Demais segmentos (ONGs, organizações sociais, etc)
        • Servidor Público
    • Temas em Destaque
      • Orçamento Nacional
      • Redes de Atendimento do Governo Federal
      • Proteção de Dados Pessoais
      • Serviços para Imigrantes
      • Política e Orçamento Educacionais
      • Educação Profissional e Tecnológica
      • Educação Profissional para Jovens e Adultos
      • Trabalho e Emprego
      • Serviços para Pessoas com Deficiência
      • Combate à Discriminação Racial
      • Política de Proteção Social
      • Política para Mulheres
      • Saúde Reprodutiva da Mulher
      • Cuidados na Primeira Infância
      • Habitação Popular
      • Controle de Poluição e Resíduos Sólidos
    • Notícias
      • Serviços para o cidadão
      • Saúde
      • Agricultura e Pecuária
      • Cidadania e Assistência Social
      • Ciência e Tecnologia
      • Comunicação
      • Cultura e Esporte
      • Economia e Gestão Pública
      • Educação e Pesquisa
      • Energia
      • Forças Armadas e Defesa Civil
      • Infraestrutura
      • Justiça e Segurança
      • Meio Ambiente
      • Trabalho e Previdência
      • Turismo
    • Galeria de Aplicativos
    • Acompanhe o Planalto
    • Navegação
      • Acessibilidade
      • Mapa do Site
      • Termo de Uso e Aviso de Privacidade
    • Consultar minhas solicitações
    • Órgãos do Governo
    • Por dentro do Gov.br
      • Dúvidas Frequentes em relação ao Portal gov.br
      • Dúvidas Frequentes da conta gov.br
      • Ajuda para Navegar o Portal
      • Conheça os elementos do Portal
      • Política de e-participação
      • Termos de Uso
      • Governo Digital
      • Guia de Edição de Serviços do Portal Gov.br
    • Canais do Executivo Federal
    • Dados do Governo Federal
      • Dados Abertos
      • Painel Estatístico de Pessoal
      • Painel de Compras do Governo Federal
      • Acesso à Informação
    • Empresas e Negócios
Links Úteis
  • Galeria de Aplicativos
  • Participe
  • Galeria de Aplicativos
  • Participe
Redes sociais
  • Facebook
  • Instagram
  • YouTube
  • Twitter
  • Linkedin
Você está aqui: Página Inicial Acesso à Informação Dados Abertos Arquivos Documentos Estudos Setoriais es-2020-xbiit-agroalimentos.txt
Info

es-2020-xbiit-agroalimentos.txt

Atualizado em 07/10/2020 12h38

text/plain es-2020-xbiit-agroalimentos.txt — 75 KB

Conteúdo do arquivo

El Programa Iberoamericano de Propiedad Industrial (IBEPI) presenta el décimo Boletín Iberoamericano de Información Tecnológica en el sector agroalimentario, como parte de las actividades de cooperación y promoción del sistema de propiedad industrial a cargo de IBEPI.
Este boletín tecnológico, representa el trabajo que realizan las Oficinas Nacionales de Propiedad Industrial para difundir y acercar información tecnológica de gran importancia para el sector agroalimentario. En esta ocasión, el contenido establecido por IBEPI son documentos de patente presentados durante el primer semestre del año 2019 en Oficinas del Programa.
En esta edición, se muestran solicitudes de patentes y modelos de utilidad publicados en Argentina, Brasil, Colombia, España y Portugal y considerando los subsectores de: conservación, biotecnología y nuevas tecnologías aplicadas al sector agroalimentario. Para ofrecer un documento atractivo y de rápida lectura, la información es organizada en tablas con los datos bibliográficos básicos para una pronta identificación de la tecnología y el subsector.

Como en ediciones anteriores, este boletín cuenta con un apartado estadístico con información gráfica de las solicitudes de patente presentadas, así como noticias y casos de éxito, con datos generados por emprendedores o Pymes que han adoptado y aprovechado el sistema de propiedad industrial en sus modelos de innovación y generación de conocimientos.
Foto de Anna Shvets en Pexels

O Programa Ibero-Americano de Propriedade Industrial (IBEPI) apresenta o decimo Boletim IberoAmericano de Informação Tecnológica do setor de agroalimentos, como parte das atividades de cooperação e promoção do sistema de propriedade industrial a cargo do IBEPI.
Este boletim tecnológico representa o trabalho realizado pelos Escritórios Nacionais de Propriedade Industrial para difundir e reunir informações tecnológicas de grande relevância para o setor de agroalimentos. Neste atual ciclo, os conteúdos trazidos pelo IBEPI são documentos de patentes apresentados durante o primeiro semestre de 2019 nos Escritórios dos países-membros do Programa.
Esta edição apresenta os pedidos de patentes e modelos de utilidade publicados na Argentina, Brasil, Colômbia, Espanha e Portugal considerando os subsetores de conservação, biotecnologia e novas tecnologias aplicadas ao setor de agroalimentos. Para oferecer um documento de leitura mais atrativa e de fácil entendimento, as informações estão organizadas em tabelas com os dados bibliográficos básicos, permitindo uma imediata identificação da tecnologia e do subsetor.

Como nas edições anteriores, este boletim dispõe de uma seção de dados estatísticos com informações gráficas dos pedidos de patente, assim como notícias e casos de sucesso, com dados gerados por empreendedores ou por Pequenas e Médias Empresas (PMEs), que adotaram e exploraram o sistema de propriedade industrial em seus modelos de inovação e geração de conhecimento.
Foto de Pexels

En esta sección se presenta un informe estadístico basado en las solicitudes de patentes que fueron publicadas durante el primer semestre de 2019 en las Oficinas Nacionales de Propiedad Industrial (ONAPI) de Argentina, Brasil, Colombia, España y Portugal y que se relacionan con el sector de agroalimentos.
Las estadísticas fueron realizadas a partir de la información suministrada por cada una de las Oficinas Nacionales de Propiedad Industrial.
Durante el primer semestre del 2019 las Oficinas Nacionales de Propiedad Industrial de países IBEPI publicaron 457 solicitudes de patentes relacionadas con agroalimentos.
Gráfica 1. Solicitudes publicadas en países IBEPI.
En la gráfica 1 se observa que, del total de solicitudes, 258 fueron publicadas en Brasil, 93 en España, 71 en Portugal, 23 en Argentina y 12 en Colombia.
Gráfica 2. Tipos de Solicitantes
Las 457 solicitudes de patentes reportadas por los países participantes del Boletín IBEPI, fueron presentadas por 329 solicitantes, de los cuales 81% corresponden a empresas, 13,4% a universidades, 3% a personas naturales, 2% a centros de investigación y 0,6% a entidades gubernamentales.

Gráfica 3. Solicitudes presentadas por residentes y no residentes de países IBEPI
Con relación a las solicitudes presentadas por residentes y no residentes, las solicitudes de patente presentadas por residentes de los países IBEPI (Argentina, Brasil, Colombia, España, México y Portugal) representan el 27% del total de solicitudes y los no residentes el 81% de la totalidad. Se debe tener en cuenta que algunas patentes fueron presentadas por más de un solicitante, quienes son de diferentes nacionalidades, en algunos casos.

Gráfica 4. Solicitudes por sector tecnológico

Para la selección de documentos en el boletín en el sector de Agroalimentos, la información fue dividida en tres tecnologías; biotecnología, conservación y nuevas tecnologías. Cada tecnología relaciona diferentes códigos de Clasificación Internacional de Patentes CIP, lo cual lleva a que un documento de patente pueda incluir más de una tecnología. De esta forma, el 26% de las solicitudes están relacionadas con biotecnología, el 62% con conservación y el 13% con nuevas tecnologías.

Gráfica 5. Solicitudes presentadas por no residentes de países IBEPI
Teniendo en cuenta la gráfica anterior relacionada con los sectores tecnológicos, los países IBEPI con mayor número de solicitudes publicadas en el primer semestre de 2019 en el sector de “Biotecnología” son Brasil y Portugal. Así mismo en el sector de “Conservación” se destacan Brasil y España. Respecto al sector de “Nuevas Tecnologías”, los países líderes son Portugal y Brasil. Gráfica 6. Solicitudes presentadas por no residentes de países IBEPI
Dentro del grupo de solicitudes presentadas por no residentes, Estados Unidos presenta el mayor número de solicitudes con 96, seguido por Suiza y Países Bajos con 44 y 28 solicitudes respectivamente.

Gráfica 7. Solicitudes presentadas por residentes de países IBEPI

En la gráfica se presenta

el número de solicitudes

de patente por

residentes publicadas

en el primer semestre

de 2019; el país con

mayor número de

solicitudes

por

residentes es Brasil con

81, seguido por España

con 22, Portugal con 10,

Colombia con 7,

Argentina con 3 y

México con 2.

Gráfica 8. Solicitudes de residentes por sector tecnológico

Adicionalmente, en la gráfica 8 se muestran las solicitudes de residentes por sector tecnológico. Tenga en cuenta que un documento de patente puede incluir más de una tecnología.

Gráfica 9. Empresas con más de 10 solicitudes en países IBEPI
Los solicitantes con 6 o más solicitudes de patentes publicadas en los países IBEPI se presentan en la gráfica, donde la empresa con mayor número de solicitudes es Nestec S.A. con 30, seguida de la Universidade Federal da Paraiba con 13 y Dupont Nutrition Biosciences APS con 8.

ARGENTINA
INNOVACIÓN EN EL ALTERAN LA CALIDAD CONTROL DE HONGOS QUE
DE LOS QUESOS Ver noticia
Título: Una composición protectora que controla el desarrollo de la microflora de superficies de quesos de mediana y baja humedad. Patente: AR084987B1 Estado: Concedida 30/01/2019
Investigadores de la UNL hallaron una nueva cualidad a unos compuestos llamados polifosfatos. Son efectivos, baratos y no alteran la calidad de los alimentos.
En la actualidad existen numerosos compuestos que se utilizan para mejorar las propiedades de los alimentos, entre los cuales se encuentra un grupo de sustancias llamadas polifosfatos. Se utilizan puntualmente para favorecer la retención de agua en carnes, tratar embutidos, conservar sabores de masas en panificación y hasta para volver solubles algunos ingredientes de los helados. Ahora investigadores de la Universidad Nacional del Litoral (UNL) les encontraron una nueva particularidad: impedir el avance de hongos perjudiciales para la industria quesera.

El camino hacia el hallazgo del nuevo

uso de los polifosfatos surgió hace

unos años, cuando la empresa

argentina Sudamfos SA les propuso a

investigadores del Instituto de

Lactología

Industrial

(Inlain,

dependiente de la UNL y Conicet) que

investigase si esos compuestos tenían

capacidad contra microbios llamados

“alteradores”, porque provocan

defectos en los alimentos. Los

resultados fueron más que

satisfactorios a nivel laboratorio. Sin

embargo, había que ver qué sucedía en

la “realidad industrial”, como la llama

Jorge Reinheimer, coordinador de

aquel estudio y director del Inlain.

Para la experiencia compraron quesos a la industria y los maduraron más de seis meses en cámaras propias con el fin de hacerles un seguimiento pormenorizado. “Diseñamos la forma de aplicación de los polifosfatos, por eso nuestro trabajo, que ahora está en trámite de patentamiento, va dirigido a la metodología. Los resultados que obtuvimos fueron muy buenos”, destacó Carlos Meinardi, que coordinó el grupo de investigadores a cargo de este segundo estudio, compuesto por Viviana Suárez, Gustavo Tremmel, Oscar Dorbessan, Mauricio Rivera y Jorge Reinheimer.

Hongo

Cuando los quesos de mediana y larga maduración se encuentran en las cámaras son colonizados por

hongos ambientales que producen manchas en sus superficies. A su vez, las esporas de estos hongos son consumidas por ácaros que lastiman la corteza de los quesos. El desenlace de esa micro cadena alimenticia es la pérdida económica de la industria.
Esa situación se resuelve con la implementación de medidas para que no progresen los hongos. Para ello, las empresas trabajan con un producto llamado natamicina, un antibiótico producido por bacterias, muy difundido, pero que tiene el gran inconveniente de ser muy costoso por ser importado.
“La ventaja es que los polifosfatos son más baratos, porque los tenemos a mano. Además, la natamicina no es de uso alimentario y los polifosfatos sí, porque son totalmente inocuos a la salud”, aseveró Meinardi.
Con esos datos en la mano, analizaron las condiciones de aplicación y la forma de proteger la superficie de los quesos y compararon los datos con la natamicina: “Igualamos los resultados que se obtienen con el antibiótico”, acotó.
Sabor y olor
Por otra parte, teniendo en cuenta que el producto era sumamente prometedor, restaba saber qué sucedía con las propiedades de los quesos en que se aplicaban los polifosfatos. Para

conocer si era alterado el sabor y el olor convocaron a un grupo de catadores.
“Utilizamos un panel no entrenado, compuesto por consumidores normales, a quienes les dimos porciones de queso más cercanas a la superficie de la horma. Seleccionamos productos con dos tipos de polifosfatos diferentes y los dos dieron buenos resultados de conservación. A la vez, los resultados obtenidos no mostraron diferencias significativas en los quesos elaborados con estos productos”, sintetizó Suárez.
Más aplicaciones
Reinheimer destacó que con los buenos resultados que dieron en los quesos, los polifosfatos resultan productos muy prometedores. Estas pruebas son sólo la punta del iceberg de lo que pueden hacer, ya que se podrían estudiar más propiedades contra otros microorganismos como bacterias o levaduras. “Lo interesante es que se decidió hacer una patente. El tema era realmente de importancia porque se usaban para muchas cosas, pero poco se sabía sobre su capacidad antimicrobiana. Ahora se le suma más potencial al aditivo”, finalizó.

COLOMBIA .
INVERTIR EN CACAO, UNA NUEVA ALTERNATIVA
Ver noticia
Una compañía colombiana encontró un interesante modelo para apostarle al campo colombiano por medio de un fondo de capital privado. Así funciona su negocio.
En un país que requiere empresas, diversificar su economía, mayores recursos para el campo y alternativas novedosas de inversión, el caso de la Compañía Colombiana de Cacao (CCC) y su modelo de negocio y propiedad es un gran ejemplo.
En tan solo 5 años, la CCC es una empresa integrada de producción de cacaos diferenciados y de origen, que cuenta con 653 hectáreas sembradas en Cimitarra, Santander. El suyo es el segundo cultivo más grande del país,

luego de uno desarrollado por Casa Luker, y ya produjo sus primeras 15 toneladas.
Pero no pertenece a grandes multinacionales o a algún conglomerado económico, sino a un grupo de 70 inversionistas que creyeron en el proyecto.
“Hace 5 años comenzamos con una idea plasmada en diapositivas y hoy contamos con uno de los cultivos de cacao más grandes del país”, afirma Paula Paucar, presidente de Ultraserfinco, la entidad proveedora del vehículo de inversión, el Fondo de Capital Privado (FCP) Agronegocios Cacao. La compañía es administrada por el gestor profesional Agrow.
Con este esquema, todos ganan. La compañía puede concentrarse en desarrollar su estrategia de diferenciación para convertirse en un jugador relevante en el mercado del cacao fino de aroma. Los inversionistas tienen acceso a un vehículo de inversión diferente a los activos tradicionales del mercado de capitales, con una rentabilidad esperada atractiva y que no está correlacionada con otros mercados. Y el país logra mayor inversión para el campo a un escala mayor, con un modelo que no solo beneficia al gran capital sino buscando que los campesinos se beneficien de ese desarrollo.

¿Por qué cacao? Las tendencias climáticas amenazan la producción de cacao e incrementan la demanda, favoreciendo un aumento en los precios de esta materia prima a futuro, afirma Mario Acosta, gerente de investigaciones económicas de Ultraserfinco.
El calentamiento global reduce el área cultivable, limita la oferta potencial y beneficia a países montañosos cercanos a la línea ecuatorial como Colombia, donde el cacao se cultiva sobre el nivel del mar y a temperaturas entre 20º y 30º centígrados. Además, la mayoría de los cultivos de África – donde está el grueso de la producción mundial– fueron sembrados hace décadas y han comenzado a decaer en productividad. Adicionalmente, han sido afectados por enfermedades y plagas.
Paralelamente, la demanda de los países emergentes crece y tiende a asemejarse a la de los desarrollados. Mientras un europeo puede consumir cerca de 10 kilogramos de chocolate al año, en los mercados emergentes se consume una décima parte de dicha cantidad. Además, las tendencias del consumo de chocolate han migrado hacia productos en los que el sabor y la calidad del cacao utilizado cada vez son más relevantes.
Colombia tiene una ubicación geográfica ideal para aprovechar estas tendencias. Aunque la producción total

nacional únicamente representa 1% de la mundial es uno de los pocos países con denominación de origen para su cacao.
De acuerdo a la International Cocoa Organization, 95% de las exportaciones colombianas de cacao son clasificadas como cacao fino de aroma. Colombia tiene el potencial de entrar a un mercado de nicho y de alta calidad, en el cual se consiguen precios muy superiores a los que logran productores de cacaos de menor calidad y mayor volumen como los africanos, los indonesios o los brasileños.
Precisamente, esta es la estrategia de la compañía. “Competir en el mercado de cacao fino, logrando una prima en precios por un producto diferenciado. Hay que perfeccionar el proceso de fermentación de la semilla y lograr la escala suficiente para atraer al comprador internacional y exportar el

producto”, afirma Camilo Pérez Villegas, gerente general de Agrow.
La firma también ha involucrado a la comunidad en el proyecto, fomentando a pequeños agricultores a sembrar, apalancando sus capacidades a través de la transferencia de conocimiento, tecnología, compra de material y soporte en ventas.
La meta es consolidar un clúster cacaotero. El objetivo de la compañía es alcanzar 1.200 hectáreas sembradas propias y otras 4.000 hectáreas de campesinos en el Magdalena Medio. “Esta es una zona esencialmente ganadera y lo que buscamos es un mayor intensidad de uso del suelo, generar empleo y esquemas de comercialización más justos, compartiendo las primas de calidad”. El objetivo de la compañía es alcanzar una facturación de US$33 millones al año 2026.
Además de buenas rentabilidades y diversificación del riesgo, a los inversionistas les gusta ver el impacto tangible de sus inversiones, la transformación social y el tema ambiental. De hecho, hay varias comunidades religiosas dentro de los primeros inversionistas.
La inversión mínima es alrededor de los $500 millones (600 salarios mínimos) y se estiman rentabilidades entre 12% y

18%. Sin embargo, solo comenzara a repartir dividendos a partir de 2021.
Este es uno de los pocos fondos de capital privado que se le han medido a invertir en el agro. De los más de US$16.000 millones que estos han levantado, hay solo uno forestal y este de Agrow.
Sin embargo, son los que mayor empleo generan. Este proyecto produce 130 puestos de trabajo, 45% de los cuales son para madres cabeza de familia.
Isabella Muñoz, directora ejecutiva de Colcapital, gremio de los fondos de inversión, dice que se requieren cambios regulatorios en el régimen de los inversionistas institucionales y, sobre todo, mayor seguridad jurídica en el agro para que prosperen nuevas empresas y fondos de este tipo. Y son justamente recursos y compañías formales lo que requiere el campo colombiano.

COLOMBIA .
CARTA DEL CAMPO: SACHA INCHI, EL LEGADO DE LOS INCAS
Ver noticia Sacha Inchi es una planta con un gran aporte nutricional para el ser humano, además, se integra a la historia de nuestros ancestros como un alimento autóctono de nuestra amazonía. Aquí se cuenta por nuestra reportera rural Emilce López.
Gaia, nuestra madre tierra no se cansa de obsequiarnos maravillosos tesoros guardados en su vientre; y desde la vorágine verde del Amazonas surge un susurro llamado Sacha Inchi, un bejuco que bien conocían los incas y que guarda en sus semillas un aceite vital; pero abrigado por el olvido permaneció callado hasta hace poco cuando redescubrieron sus sorprendentes cualidades nutricionales y medicinales.

La primera mención científica del Sacha Inchi fue hecha en 1980 en la Universidad de Cornell (Estados Unidos) donde el análisis del contenido graso y proteico de sus semillas, mostraron un alto porcentaje de proteínas (33%) y aceite (49%). En el año 2000, gracias al apoyo de científicos europeos y a la colaboración de la Universidad Agraria de la Molina (UNALM) en Perú, se confirmó la presencia de Omega 3, 6 y 9, además de proteínas y una gran cantidad de antioxidantes en las semillas.
El Sacha inchi, Sacha maní, maní del Inca o maní estrella, es una planta semileñosa y perenne, de la familia de las euforbiáceas. Es una especie vegetal vigorosa, su primera cosecha comienza a los 6 u 8 meses dependiendo de la variedad, con una producción permanente por 5 años de vida útil, extensible hasta los 10 años. No es exigente en suelos, muy poco susceptible al daño de plagas y enfermedades, eso sí, demanda buena luz y como es una enredadera, requiere de tutores y de tendales de alambres, aunque también puede soportarse en troncos vivos.
Hay dos formas de cultivo; una intensiva que no maneja sombra y otra en el que se utilizan forestales, que sirven de asocio al cultivo. El cultivo intensivo puede generar mayor producción por que no se compite por la luz; pero el asociado, presenta menos ataques por plagas y .

enfermedades, que al final puede generar mayor rentabilidad por menos costos de manejo.
En el primer año, una hectárea puede producir un promedio de 3000 kg de grano; para el segundo año puede estar generando 4500 kg de grano, o más de acuerdo con la forma de manejo. Carlos Palacio, director del departamento agrícola de la Cooperativa Sacha Colombia, afirma que esta planta puede crecer entre 12°C y 36°C, y precipitación de 750 a 2500 mm por año.
Ya se está cultivando en Perú, Ecuador, Costa Rica, y hay cerca de 150 Unidades Económicas Agroindustriales Independientes en 19 departamentos del territorio Colombiano, gracias a la formación en el 2015 de la cooperativa Sacha Colombia que garantiza a los agricultores participar en la transformación y comercialización de los productos terminados con valor agregado.
Colombia es el país con mayor biodiversidad por área, y conociendo esta ventaja comparativa se eligió el cultivo de Sacha Inchi por sus grandes propiedades ya que su aceite fue merecedor dos veces de la medalla de oro como el mejor del mundo por su alto contenido de omega 3. Los cooperados y sus familias participan de los beneficios que se derivan del encadenamiento productivo del Sacha

inchi haciendo mejor uso de sus parcelas, pues en cada surco permite asociar cultivos de pan coger como maíz, mora, papa criolla, achiras, entre otros.
El Sacha Inchi se ha convertido en un cultivo no tradicional promisorio por su potencial para nuevos mercados nacionales e internacionales. También ha tenido un papel fundamental en la sustitución de la siembra de cocaína, como explicó el señor Palacio.
Aunque las variedades nativas son de clima cálido y templado, actualmente ya se cuenta con una variedad que crece bien en zonas frías.
Anímate mi campesino a experimentar con estos productos cultivados desde antaño por las comunidades indígenas, y que aún no han sido acaparados por las multinacionales con sus patentes. El Sacha inchi es nuestro, es el legado de nuestros ancestros que renace para darnos vida, salud y esperanza.

COLOMBIA .
CANNABIS MEDICINAL: COLOMBIA SE VUELVE POTENCIA
Ver noticia
Esta es una oportunidad dorada para que Colombia se convierta en uno de los mayores proveedores del mundo. Quiénes están detrás de estas inversiones y cómo crece el negocio.
Las fiestas de San Valentín tienen por estos días inundadas de flores colombianas las calles de Estados Unidos y otros países de Europa. Es una foto multicolor que se repite cada año y que representa cientos de millones de dólares para la industria floricultora del país. Sin embargo, una nueva actividad agroindustrial florece por estos días en invernaderos, bodegas y laboratorios de Colombia, en buena parte por el dinero que proviene de la Bolsa de Valores de Toronto y al capital

acumulado de grandes empresarios del arroz, flores y café, entre otros.
Se trata del cannabis o marihuana legal que se siembra desde hace un par de años, luego de la promulgación de la Ley 1787 de 2016, la cual permite el cultivo y fabricación de insumos y productos de esta planta con propósitos medicinales.
Esta ley fue el detonador para que entre 20 y 30 empresas grandes y medianas construyeran la hoja de ruta científica, legal, tecnológica y comercial para que este negocio germine.
El propósito de esta naciente agroindustria es claro: entrar en la pelea por un mercado global de la marihuana legal que podría alcanzar US$146.000 millones para el año 2025, según un informe de Grand View Research.
Además, las grandes multinacionales de bebidas y alimentos ya fijaron su mirada en la actividad. Un reporte de Bloomberg destaca que “la legitimación de la marihuana se ha acelerado a una velocidad asombrosa, con empresas tradicionales de consumo y farmacéuticas que van desde Constellation Brands y Anheuser-Busch InBev, hasta Altria Group y Novartis que invierten o se asocian con compañías de cannabis”.

Informaciones publicadas en medios internacionales dan cuenta de al menos 149 compañías listadas en las bolsas de valores canadienses con un valor combinado de US$50.000 millones.
El capital ¿De dónde sale el combustible financiero que tiene ‘volando’ esta creciente agroindustria? En el caso de Colombia, las primeras inversiones para el desarrollo de áreas de siembra, semillas y otros insumos se hicieron – en buena parte– con dineros en caja de grandes empresarios del sector arrocero, floricultor, cafetero y hasta de la ingeniería civil. Ellos vieron hace unos pocos años como Canadá, Estados Unidos y otros países de Europa daban pasos importantes hacia la legalización de la marihuana con propósitos medicinales y recreativos. Luego vino en Colombia la Ley Galán (1787 de 2016) que sentaba las bases del negocio.
Sin embargo, para nadie es un secreto

que el mayor ‘fertilizante’ financiero de esta actividad proviene de la Bolsa de Valores de Toronto.
En junio de 2018 la firma colombocanadiense Khiron empezó a cotizar en el TSX Venture Exchange de Toronto. “Fuimos los primeros en Colombia en llegar con éxito a esa Bolsa. Desde ese momento, hemos logrado incrementar nuestra presencia e inversiones en otros países como Chile y Uruguay”, dijo a Dinero Álvaro Torres, cofundador y CEO de Khiron.
En agosto del año pasado, un mes más tarde de esta movida empresarial, otra firma local, Colombian Cannabis se fusionó con Canopy Growth, la multinacional de cannabis medicinal más grande del mundo. Según Bibiana Rojas, fundadora de Colombian Cannabis y actual presidenta de Spectrum Cannabis Colombia, esta transacción le permitió permutar su compañía con acciones de Canopy; algo similar a lo que hizo en su momento el Grupo Santo Domingo con Bavaria en su negocio cervecero.
“Canopy tiene hoy tres unidades: Spectrum Cannabis, que se enfoca en productos medicinales; Tweed para cannabis con propósitos recreacionales y Canopy Health Innovation, que hace investigación y desarrollo. La holding tiene presencia en 15 países”, explicó Rojas.

Pero no solo con dólares canadienses se alimenta el negocio. El 15 de agosto pasado, el gigante de las bebidas Constellation Brands (que tiene marcas como cerveza Corona y Modelo, entre otras) anunció que estaba aumentando su participación a US$4.000 millones en Canopy Growth.
Un mes después, Bloomberg reportó que Aurora Canopy, competencia de Canopy, había tenido acercamientos con Coca-Cola para el desarrollo de bebidas con infusión de CBD, un componente no psicoactivo encontrado en el cannabis.
Esta fiebre de negocios y movidas ha aupado las acciones de estas empresas tanto en Toronto, como en Nueva York, donde también han encontrado espacio bursátil. En medio de este furor, algunos analistas se muestran preocupados debido a que algunas de estas firmas presentan valores en Bolsa aparentemente inflados. Es así como una de las más grandes multinacionales del sector factura al año US$20 millones, pero tiene un valor en el mercado de US$40.000 millones.
“La Bolsa de Valores es inteligente y apuesta en el equipo, el plan, el tamaño y la capacidad, entre otros. Es como la minería, hay una proyección de una capacidad, de cuánto puede vender, etc. Es un mercado de paciencia”, explicó Torres de Khiron.

Y puede ser cierto. Khiron vende desde diciembre pasado sus productos cosméticos con cannabis (no psicoactivo) en la cadena Farmatodo a través de la marca Kuida. Así mismo, llegó a un acuerdo hace un par de semanas con la estadounidense Dixie Brands para distribuir los productos colombianos en Colorado y California.
En contraprestación, Khiron fabricará y distribuirá los productos de Dixie en América Latina, claro, donde la legislación lo permita. Entre esos productos con cannabis se destacan alimentos y calmantes para mascotas y suplementos para personas, entre otros. “Es la primera vez que una compañía colombiana realiza este tipo de exportaciones”, dijo Torres. Esto último le ha permitido a la empresa aumentar su valor en Bolsa; la acción pasó en una semana de 1,95 a 2,88 dólares canadienses.
Aunque bolsas como Toronto y Nueva York parecen convencidas del nuevo negocio verde, los bancos del mundo y Colombia se mantienen aún al margen –por el momento– de este boom. El único banco que tiene abiertas líneas de crédito a ‘cannabicultores’ es el BBVA, siempre y cuando se cumplan rigurosos procesos de calificación. El asunto parece ser reputacional.
Continuar leyendo…

ESPAÑA .
PATENTAN UN CHICLE QUE CAMBIA DE SABOR AL MASTICARLO Ver noticia
Aromas en forma de pellets matriciales para la aromatización simple y Dual ES2623086
Grupo Carinsa acaba de conseguir una nueva patente gracias al desarrollo del llamado “chicle dual”, una goma de mascar que cuando empieza a consumirse tiene un sabor y tras un rato masticándolo cambia de gusto. Esta invención ha sido posible tras tres años de investigación del equipo de I+D+i de la compañía, que empezó a trabajar en este proyecto al detectar la necesidad de introducir en el mercado de la confitería productos disruptivos.
El chicle dual funciona de forma secuencial, tal y como explica el director de I+D+i de la División de Confitería de Grupo Carinsa, Àngel Palomes: “Hemos combinado aromas líquidos con otros microencapsulados con componentes poco solubles, de forma que la saliva los disuelve muy poco a poco. En ese momento es cuando el consumidor percibe el cambio de sabor en el chicle”. La tecnología aplicada a este producto está basada en procedimientos propios del ámbito farmacéutico, que han sido .

aportados por un equipo de la Facultad de Farmacia de la Universidad de Barcelona a través del programa de Doctorados industriales.
Grupo Carinsa está terminando de hacer los ajustes necesarios al chicle dual antes de empezar a comercializarlo entre sus clientes. “Tenemos a varias empresas interesadas en adquirir este producto, así que lo estamos perfeccionando para que cuando llegue al consumidor sea una auténtica y novedosa experiencia”, detalla la CEO de Carinsa, Vanesa Martínez.
Más allá del cambio de sabor, la tecnología del chicle dual podría aplicarse también en el ámbito de la salud. El equipo de I+D+i de la compañía está investigando la incorporación tanto de probióticos como de componentes que ayuden a prevenir las caries. También se está estudiando la posibilidad de que el chicle dual funcione como un indicador de patologías de rápida detección, como el hígado graso.
El I+D+i es uno de los pilares estratégicos de crecimiento de la compañía, ámbito en el que cada año invierte hasta un 20% de los beneficios. Los otros dos ejes del modelo de crecimiento son la diversificación especializada y la internacionalización. Sus productos se comercializan en 53 mercados internacionales.

ESPAÑA .
PAN SIN GLUTEN CON MASA MADRE Y ALGAS PARDAS DE LA ESPECIE ‘HIMANTHALIA ELONGATA’. Ver noticia
Pan sin gluten que contiene algas de la especie Himanthalia elongata y procedimiento de fabricación de dicho pan ES2675948
La dieta sin gluten es la única medicina que tienen los celíacos. Una enfermedad que en los próximos años es probable que se observe un aumento mayor porque el diagnóstico se agiliza y los médicos conocen cada vez mejor los síntomas que esconde.
El principal enemigo de estos pacientes es el gluten, una proteína estructural necesaria para la elaboración de pan y otros productos de panadería, ya que permite la formación de masa y la retención de gas durante el proceso de elaboración. Por consiguiente, su exclusión dificulta la obtención de estos artículos, siendo imprescindible la suma de aditivos como hidrocoloides.
En este sentido, el empleo de nuevos ingredientes con elevado contenido en polisacáridos puede repercutir positivamente en la textura de estos productos sin gluten, además de

enriquecerlos en nutrientes. Un buen ejemplo es la incorporación de masa madre y algas en la elaboración de pan sin gluten, puesto que mejora su textura y valor nutritivo, a la vez que reduce su índice glucémico y aumenta su vida útil. Además, contiene diversos compuestos con potenciales beneficios para la salud, y su uso como ingredientes funcionales «abre nuevas perspectivas» para la elaboración de alimentos.
Con este escenario de fondo, investigadores del departamento de Higiene y Tecnología de los Alimentos de la Universidad de León (ULE) han creado pan sin gluten realizado con masa madre y algas pardas de la especie Himanthalia elongata. Esta iniciativa, recuerda la profesora Mª Eugenia Tornadijo Rodríguez, comenzó su desarrollo hace dos años con la meta de obtener un producto de panificación sin gluten, diferente a los existentes en el mercado, con carácter innovador en lo que se refiere a sabor y en el que estuviesen mejoradas sus características de textura y nutricionales.
A este objetivo se suma profundizar en la influencia de la adición de masa madre y algas en las características químicas, de textura y sensoriales de los panes elaborados con las diferentes formulaciones. A este respecto compararon formulaciones propias con las formulaciones comerciales, con vistas a que dichas modificaciones

puedan resultar de interés tanto para la industria panificadora como para el consumidor celíaco.
Para Tornadijo Rodríguez, es innovador porque las gomas incorporadas aportan a esos productos las características de textura que se requieren para «imitar» lo que proporciona el gluten en un pan elaborado con harina de trigo. Además, comenta que se pretende dar carácter al mismo dotándolo de un sabor intenso y peculiar a producto marino, que lo diferencia del pan convencional, que en principio es «bastante insípido», si se exceptúa el sabor dulce que posee. «Está pensado como acompañante de mariscos, pescados grasos como el salmón o el atún, así como para su consumo en forma de snacks dirigido principalmente a la población celíaca».
¿Y cómo se elabora? La profesora de la ULE detalla que la esencia radica en la fermentación de una masa a partir de la propia microbiota de la harina de un cereal sin gluten, pudiendo incorporar un cultivo láctico para acelerar la fermentación, así como en la capacidad gelificante y de incremento de viscosidad que poseen los polisacáridos contenidos en las algas.
Respecto a las ventajas, comenta que la incorporación de una masa madre aporta ácidos orgánicos que potencian el sabor y el aroma del pan, mejoran su textura y alveolado y alargan la vida útil del pan. «A su vez se basa en el empleo

de algas que contienen polisacáridos que son responsables de la capacidad de absorción de agua y de las propiedades de gelificación y viscosidad, favoreciendo así un incremento de volumen y la retención del gas producido durante la fermentación».

Las algas, tal y como señala Mª

Eugenia Tornadijo Rodríguez, son ricas

en polisacáridos con capacidad

gelificante, aportan viscosidad y

mejoran la textura del pan, a la vez que

lo enriquecen en fibra, minerales –

entre ellos, potasio, calcio, magnesio,

manganeso y yodo–, ácidos grasos

poliinsaturados,

aminoácidos

esenciales, cuyo contenido en los

cereales es bajo, y además reducen el

índice glucémico del pan.

Este aspecto resulta «fundamental si se tiene en cuenta que el pan blanco y los cereales refinados son productos que tienen una elevada carga energética y que incrementa rápidamente la glucosa en sangre y dicho consumo es diario», apunta para, a renglón seguido, precisar que este aumento del índice glucémico se relaciona con problemas cardiovasculares, de diabetes y de cáncer. Por tanto, defiende que la incorporación de una fuente de fibra a través de las algas contribuye, sin duda, a reducirlo.

Otro valor añadido de esta iniciativa con sello leonés es la posibilidad de

contar con un procedimiento con un reducido coste de producción y, así, conseguir que el producto tenga un menor precio final de venta al público. Al mismo tiempo, celebra que el proceso debe asegurar una buena calidad del producto, una prolongada vida útil y una elevada aportación de nutrientes naturales. En esta línea, subraya que la no adición de hidrocoloides supone un ahorro para la empresa.
Por otro lado, dice que las algas «no representan un gasto importante», puesto que su producción es «elevada, crece muy rápido, es abundante y madura vertiginosamente». Tampoco, agrega, habría que invertir en maquinaria porque la tecnología es «similar» a la de la elaboración convencional de pan.
El hilo del que se empezó a tirar para confeccionar este proyecto fue un trabajo de fin de grado que estudiaba el efecto que diferentes ingredientes podían tener en la calidad del pan sin gluten. De este modo, se estudió cómo repercutía la adición de algas y masa madre en productos de panificación sin gluten, apoyándose a su vez en investigaciones previas que se habían llevado a cabo también acerca del efecto de la adición de masas fermentadas en la calidad del pan sin gluten, el estudio del proceso fermentativo de dichas masas a .

diferentes temperaturas, así como su repercusión en las características físicoquímicas y de textura del pan.
La iniciativa arrancó de forma oficial hace dos años. Se presentó en la segunda edición del Congreso Nacional de Jóvenes Investigadores en Ciencia, Ingeniería y Tecnología de los Alimentos celebrado en la Facultad de Veterinaria de León en octubre de 2017, donde obtuvo el segundo premio. El siguiente paso fue solicitar la patente, que fue concedida el pasado mes de marzo.
En la actualidad, Mª Eugenia Tornadijo Rodríguez avanza que la Oficina de Transferencia de los Resultados de la Investigación de la Universidad de León ha contactado con una Consultoría para la Universidad y la Empresa que va a efectuar un estudio de mercado para ver las posibilidades de comercialización de la patente y qué tipo de empresas podrían estar interesadas en el pan sin gluten con algas.

ESPAÑA .

EMBUMAR FABRICA FIAMBRES DE PESCADOS GRACIAS A DOS INVENTOS QUE HA PATENTADO Y FACTURA SEIS
MILLONES DE EUROS Ver noticia
Proceso para la obtención de embutidos a partir de productos alimenticios procedentes de agua
salada y de agua dulce. ES2311374
Embutido de huevas de pescado en tripa artificial alimentaria. ES2221810
Cuando José Viva era un niño ya se imaginaba “creando cosas que no existían”. Y ahora que tiene 53 años presume de dirigir una próspera empresa surgida a partir de sus propios inventos. Si existen embutidos de carne, ¿por qué no hacerlos con pescado? Dos patentes de fabricación y 22 años después de que se hiciese esta pregunta, su compañía Embumar factura más de seis millones de euros al año creando y vendiendo desde Cádiz más de 20 variedades de fiambres marineros.
Por la cadena de producción de su flamante fábrica —una planta de más de 6.000 metros cuadrados estrenada el pasado mes de septiembre y ubicada en Jerez de la Frontera— pasan pulpos, salmones, atunes, calamares gigantes,

chocos o langostinos antes de acabar convertidos en peperoni, salchichas o hamburguesas. Pero los embutidos de huevas de merluza y bacalao lideran sus ventas y son los que, allá por 1996, dieron pie a Viva a crear lo que él prefiere llamar “embumares”.
La idea surgió de la necesidad de aprovechar una materia prima de alto valor que se descartaba y funcionó”, resume. Aunque la aventura empresarial que llevó a este sanluqueño hasta la invención de sus embutidos marinos arrancó mucho antes. “Yo empecé de tendero”, reconoce el gerente de Embumar, cuyo primer trabajo fue en las carnicerías de sus padres. Con 17 años consiguió un crédito para fundar una firma de precocinados cárnicos. Y de ahí, dio el salto a unas tiendas de congelados.
Mientras despachaba huevas de merluza o bacalao, Viva descubrió la elevada pérdida que tenía el producto:

“Más de dos terceras partes se descartaban por estar rotas o por no tener el tamaño ideal”. Fue así como investigó para poder separar las huevas de su membrana original y embutirlas en una ‘piel’ plástica que hace posible su cocción. Viva registró dos patentes, una para la fabricación de embutidos de huevas y otra para el mismo producto con materia prima marina en general.
En un pequeño saladero del puerto de Sanlúcar, echó a andar en 1999 Embumar. “Entonces no tenía ni idea de pescado. Tampoco existía nadie que elaborase procesados y embutidos con esa materia prima”, reconoce Viva. Y su ingenio cotizó al alza. La firma penetró con fuerza en la hostelería y en cadenas de supermercados como El Corte Inglés. La firma creció y creció: ocupó más cuartos del puerto hasta que se mudó a unas naves en Sanlúcar.
Con la crisis, se lanzó a hacer “productos más económicos dirigidos al segmento retail”. Y comenzó a vender sus barritas de huevas de 120 gramos por, aproximadamente, un euro. La idea funcionó tan bien que su producto se coló en cadenas de supermercados como Carrefour, Mercadona, Dia, Lidl, Alcampo o Eroski. Hoy Embumar está en más de 15 grandes superficies y las ventas al por menor suman el 85% de su facturación. Si su crecimiento se movía entre el 5% y el 10%, con la crisis llegó hasta el 30%.

En la nueva planta donde ha invertido seis millones de euros medio centenar de trabajadores faenan a destajo para producir hasta cinco toneladas diarias de productos pesqueros. En total, la empresa compra hasta 1.500 toneladas de materia prima. En la fábrica de Embumar las zonas de producción se dividen por el color en el que está pintado el suelo —amarillo, azul o salmón— y las tareas se programan en función del día. Para elaborar sus embumares de hueva, unas máquinas diseñadas por la empresa separan las membranas naturales de éstas sin romper su contenido. Otro aparato introduce el grano en unos envases plásticos de embutido, antes de que sean sellados y cocidos a entre 85 y 90 grados durante unos 40 minutos. “Las claves son seguridad, calidad, servicio y coste”, detalla Viva. De hecho, el empresario dice que esta forma de embutir hace que no tengan pérdidas de omega-3 como en la cocción tradicional y que su fecha de caducidad se extienda hasta seis meses de forma natural. Viva tiene más creaciones en la recámara gracias a la nueva planta con la que quiere triplicar la producción. En cinco años, Embumar prevé elevar sus ventas hasta los 20 millones de euros, penetrando en mercados como Italia y Portugal. “Estamos en el momento del despegue del cohete, cuando necesita más energía, pero luego subirá rápido”, afirma.

PORTUGAL
SARGAÇO: ALGA DE ELEVADO POTENCIAL ANTIFÚNGICO PARA USO
AGRÍCOLA´ Ver noticia
O extrato de sargaço, uma mistura de diferentes algas marinhas castanhas muito abundante em Portugal, apresenta um potencial como biofungicida para uso agrícola muito superior ao da alga Ascophyllum nodosum – há muito tempo usada pela indústria para este fim -, conclui um estudo desenvolvido por uma equipa de investigadores do Centro de Ciências do Mar e do Ambiente (MARE) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), com a colaboração da Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC).
Este estudo foi realizado no âmbito do projeto NASPA – Natural fungicides against air & soil borne pathogens in the Atlantic Area, que junta 17 parceiros (cientistas e indústria) de Espanha, França, Irlanda, Portugal e Reino Unido.

Financiado com mais de dois milhões de euros (2.245.500,00€) pela União Europeia, através do Programa INTERREG, o projeto tem como objetivo encontrar substitutos naturais baseados em macroalgas marinhas para produtos químicos utilizados na agricultura, especialmente herbicidas, fungicidas e fertilizantes, estimulando uma agricultura mais verde e sustentável em toda a zona Atlântica.
As várias experiências comparativas realizadas «demonstraram que os compostos bioativos extraídos do sargaço são bem mais eficazes que o substrato comercial da alga Ascophyllum nodosum. Observou-se, também, um bom desempenho do sargaço como bioestimulante (ativa o sistema imunitário das plantas para se protegerem, por exemplo, de pragas) e como fertilizante», afirmam João Cotas e Leonel Pereira, investigadores do MARE.

Solicitudes de Patente Publicadas en el primer
semestre de 2019
En la siguiente sección se presentarán quince (15) solicitudes publicadas en las Oficinas Nacionales de Propiedad Industrial. El listado completo reportado por cada uno de los países IBEPI (Argentina, Brasil, Colombia, España y Portugal) lo podrá visualizar en el siguiente Link.

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

AR110158A1 AR110582A1 AR110665A2 AR110673A1
AR110687A1

PRODUCCIÓN DE FITASA Y MÉTODOS PARA SU USO

AGRIVIDA, INC.

US62/419,136 08/11/2016-
WO/US17/059,903 03/11/2017

MÉTODOS PARA PRODUCIR

BIOMASA RICA EN DHA,

ÁCIDO PALMÍTICO Y MARA RENEWABLES

PROTEÍNAS CON UN

CORP.

MICROORGANISMO

EUCARIOTA

CONSTRUCCIONES DE

ÁCIDOS NUCLEICOS Y MÉTODOS PARA PRODUCIR COMPOSICIONES DE ACEITE

MONSANTO TECHNOLOGY LLC

DE SEMILLAS ALTERADAS

MÉTODOS PARA MEJORAR

LA PRODUCCIÓN AVÍCOLA

MEDIANTE LA

ADMINISTRACIÓN DE ASCUS BIOSCIENCES,

ASOCIACIONES

INC

MICROBIANAS O CEPAS

PURIFICADAS DE LAS

MISMAS

US62/437,886 22/12/2016
US60/772,614 13/02/2006 US60/781,519 10/03/2006
US62/323,305 15/04/2016 US62/335,559 12/05/2016 US62/425,480 22/11/2016 -

POLIPÉPTIDOS CON ACTIVIDAD LISOZIMA, POLINUCLEÓTIDOS QUE CODIFICAN LOS MISMOS, USOS Y COMPOSICIONES DE
LOS MISMOS

NOVOZYMES A/S

WO/CN2016/111317 - 21/12/2016 -
WO/CN2017/075978 - 08/03/2017

US CA US US
DK

AR111298A2

PRODUCTO ALIMENTICIO QUE COMPRENDE UNA
BIOMASA DE TRAUSTOQUÍTRIDOS

DSM IP ASSETS B.V.

US12/407687 19/03/2009

NL

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

FORMULAÇÃO BIOLÓGICA

PARA COMPLEMENTAÇÃO

BR102015006972-3

DE RAÇÃO ANIMAL, PROCESSO DE OBTENÇÃO DE UMA FORMULAÇÃO

PHB INDUSTRIAL S/A (BR)

BIOLÓGICA PARA RAÇÃO

ANIMAL E RAÇÃO ANIMAL

BR102015008762-4

PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE ADITIVO GRANULADO ALCALINO PARA RAÇÕES ANIMAIS E
ADITIVO GRANULADO ALCALINO PARA RAÇÕES
ANIMAIS

CJ DO BRASIL INDUSTRIA E COMERCIO DE PRODUTOS ALIMENTICIOS LTDA.
(BR)

PROCESSO DE

REAPROVEITAMENTO DE

BIOMASSA DE LEVEDO,

COM SEPARAÇÃO DE

SÓLIDOS ANTES DA

FERMENTEC -

BR102017016415-2

DESTILAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE

TECNOLOGIAS EM ACUCAR E ALCOOL

ETANOL DO BOLO ÚMIDO, LTDA (BR)

NA INTEGRAÇÃO DE

FERMENTAÇÕES

ALCOÓLICAS DE CANA E

SUBSTRATOS AMILÁCEOS

MÉTODO PARA

OBTENÇÃO DE

HIDROLISADOS

UNIVERSIDADE

BR102017017733-5

PROTEICOS

FEDERAL RURAL DE

ANTIOXIDANTES OBTIDOS PERNAMBUCO (BR)

A PARTIR DA CASEÍNA DO

LEITE BUBALINO

PAÍS DE ORIGEN
BR BR
BR
BR

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

DESENVOLVIMENTO DE UM

COMPOSTO PROBIÓTICO A UNIVERSIDADE

BR102017021031-6

PARTIR DO CAJU

FEDERAL DE SERGIPE

(ANACARDIUM

(BR)

OCCIDENTALE L.)

BR

BR102017022794-4

RAÇÃO PARA AQUICULTURA CONTENDO BIOPRODUTO COMPOSTO
POR UMA MISTURA DE BIOFLOCO E LEVEDURA

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO (BR)

BR

BR102017026157-3

FILME DE PECTINA, CASCA DE OVO E GLICEROL

UNIVERSIDADE TECNOLOGICA FEDERAL DO PARANA (BR)

COMPOSIÇÃO E MÉTODO BR102017026595-1 PARA MOSTURAÇÃO DE
MALTE

CNPEM - CENTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENERGIA E MATERIAIS (BR)

BR112018009294-0

PROCESSO DE ENCAPSULAÇÃO, E, SISTEMA PARA RECUPERAR
MASSA GEL

R.P. SCHERER TECHNOLOGIES, LLC
(US)

US 62/252,759 20151109

MODIFICAÇÃO ENZIMÁTICA

MELHORADA DE

DUPONT NUTRITION

BR112018012907-0 FOSFOLIPÍDIOS DE TRIGO BIOSCIENCES APS

EM APLICAÇÕES DE

(DK)

COZEDURA

US 62/319,399 20160407; GB
1522681.4 20151222

MÉTODO PARA MELHORAR

BR112018067862-7

A EFICIÊNCIA DE PRODUÇÃO DE ETANOL

BASF ENZYMES LLC (US)

POR LEVEDURA

US 62/305439 20160308

BR BR US DK US

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

BR112018069305-7

MÉTODO E COMPOSIÇÃO COMPREENDENDO
AMIDO HIDROLISADO

THE QUAKER OATS COMPANY (US)

US 15/077,758 20160322

BR112018069330-8

MÉTODO, APARELHO, E PRODUTO
PROPORCIONANDO AMIDO E FIBRA HIDROLISADOS

THE QUAKER OATS COMPANY (US)

US 15/077,670 20160322

BR112018069360-0

PRODUTO DE PROTEÍNA

CARGILL,

DE MILHO E MÉTODO INCORPORATED (US)

US 62/312798 20160324

CONCENTRADO DE

BR112018069365-0

PROTEÍNA DE MILHO E MÉTODO DE PRODUÇÃO DE UM CONCENTRADO DE

CARGILL, INCORPORATED

(US)

PROTEÍNA DE MILHO

US 62/312867 20160324

US US US US

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

ES 2685638 T3 20181010

CARNE COMESTIBLE PRODUCIDA
ARTIFICIALMENTE

UNIV MISSOURI

US 201161511948 P 20110726 US 2012048357 W 20120726

US

ES 2697802 T3 20190128

PROCESO PARA LA

INOCULACIÓN DIRECTA DE

FERMENTOS CONCENTRADOS Y

CHR HANSEN AS

DISPOSITIVO

CORRESPONDIENTE

FR 1455037 A 20140603 EP 2015062224 W 20150602

DK

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

ES 2695149 T3 20190102

CEPAS DE BACILLUS SENSIBLES A ANTIBIÓTICOS
QUE TIENEN EFECTO ANTIMICROBIANO CONTRA
E. COLI Y CLOSTRIDIUM PERFRINGENS Y QUE
TIENEN ALTA CAPACIDAD DE ESPORULACIÓN

CHR HANSEN AS

EP 12164087 A 20120413 EP 2013057590 W
20130411

DK

ES 2695307 A2 20190103

PREPARADO ENVASADO PARA ELABORAR CHURROS,
PORRAS O SIMILARES.

HERNANDEZ GARCIA FRANCISCO JOSE

ES 201730035 A 20170114

ES

ES 2697675 T3 20190125

FORMULACIÓN ENZIMÁTICA LÍQUIDA Y SU
PROCEDIMIENTO DE PREPARACIÓN

VALIO LTD

FI 20116074 A 20111101 FI 2012051048 W
20121031

ES 2700455 T3 20190215

PROCEDIMIENTO PARA AUMENTAR LA
CONCENTRACIÓN DE AVENANTRAMIDAS EN LA
AVENA

HER MAJESTY THE QUEEN IN RIGHT OF
CANADA AS REPRESENTED BY
THE MINI OF AGRICULTURE AND
AGRI FOOD

US 16397509 P 20090327 CA 2010000458 W
20100325

ES 2701163 T3 20190221

PROCEDIMIENTO PARA LA PURIFICACIÓN EFICIENTE DE OLIGOSACÁRIDOS DE LA LECHE HUMANA (HMO) NEUTROS A PARTIR DE LA
FERMENTACIÓN MICROBIANA

JENNEWEIN BIOTECHNOLOGIE
GMBH

EP 14151737 A 20140120

ES 2701403 T3 20190222

TRAUSTOQUÍTRIDOS RECOMBINANTES QUE CRECEN EN SACAROSA, Y
COMPOSICIONES, MÉTODOS DE
PREPARACIÓN Y USOS DE LOS MISMOS

DSM IP ASSETS BV

US 29044309 P 20091228 US 2010062277 W
20101228

FI CA DE NL

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

ES 2701727 T3 20190225
ES 2702230 T3 20190228
ES 2703217 T3 20190307

USO DE BETA-DIPÉPTIDOS DE CIANOFICINA

WESTFAELISCHE WILHELMS UNIV
MUENSTER

EP 08158205 A 20080613

CEPAS DE BACILLUS PRODUCTORAS DE
ENZIMAS

US 201161526881 P

20110824 US

DUPONT NUTRITION 201161527371 P

BIOSCI APS

20110825 US

2012052360 W

20120824

PIENSOS PARA ACUICULTURA QUE
COMPRENDEN ALIMENTOS QUE CONTIENEN ÁCIDO ESTEARIDÓNICO PARA
ACUICULTURA

COMMW SCIENT IND RES ORG

US 73794605 P 20051118 AU 2006001737 W
20061117

DE DK AU

ES 2703520 T3 20190311

ACEITE ENRIQUECIDO EN ÁCIDO ARAQUIDÓNICO
PROCEDENTE DE MICROORGANISMOS (HONGO UNICELULAR MORTIERELLA ALPINA) Y SU PROCEDIMIENTO DE
PREPARACIÓN

ROQUETTE FRERES

CN 201210343057 A 20120914

FR

ES 2704251 T3 20190315
ES 2704278 T3 20190315

COMPOSICIÓN QUE COMPRENDE
DIAMINOOXIDASA PARA UTILIZAR EN EL
TRATAMIENTO O LA PREVENCIÓN DE LA FIBROMIALGIA O EL SÍNDROME DE FATIGA
CRÓNICA

DR HEALTHCARE ESPANA S L

ES 201130383 A 20110318 IB
2012051276 W 20120316

INTRAESTERIFICACIÓN 1,3-ESPECÍFICA

ADVANTA HOLDINGS BV

EP 2012064547 W 20120724 EP 2013065419 W 20130722

ES NL

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

ES 2704639 T3 20190319

COMPOSICIONES ESTABLES Y BIODISPONIBLES DE
ISÓMEROS DE LICOPENO PARA LA PIEL Y EL CABELLO

INDENA SPA

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

EP 06016475 A 20060808 EP 2007006747 W
20070730

IT

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

PT110178 PT110202

PROCESSO DE VALORIZAÇÃO DO REPISO
DE TOMATE

INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO

PROCESSO PARA A PREPARAÇÃO PRODUTO EMBALADO DE BATATADOCE E PRODUTO DELE
OBTIDO.

INSULAR PRODUTOS ALIMENTARES, S.A.

PT PT

PT110453

PÓ DE CORTIÇA COMO AGENTE DE COLAGEM DE
BEBIDAS, MÉTODO DE PREPARAÇÃO E SUA
UTILIZAÇÃO.

UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E
ALTO DOURO

PT

PT110866

PROCESSO DE REMOÇÃO UNIVERSIDADE DE

DE CONTAMINANTES DE TRÁS-OS-MONTES E

BEBIDAS

ALTO DOURO

PT

PT11844

DISPOSITIVO DE

SEGURANÇA PARA PROTEGER UM OPERADOR
DE UMA SERRA ELECTRICAMENTE

SCOTT AUTOMATION & ROBOTICS PTY LIMITED

MOTORIZADA.

2014/09/18 AU 2014903735

AU

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PT1591532 PT1633767 PT1638417

PROCESSO PARA PRODUÇÃO DE UM
DERIVADO DE ASPARAGINA DE CADEIA
DE AÇÚCAR

GLYTECH, INC.

MÉTODOS E COMPOSIÇÕES PARA CONTROLAR A EFICÁCIA DO SILENCIAMENTO DE
ARN

UNIVERSITY OF MASSACHUSETTS

COMBINAÇÕES DE AGENTES
VASOPROTETORES E FORMULAÇÕES QUE OS
CONTÊM

INDENA S.P.A.

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

2003/02/04 JP 2003026609

JP

2003/06/02 US 475386 P

US

2003/06/27 IT MI20031313

IT

PT1641832

MÉTODO DE PREPARAÇÃO DE PECTINA QUE
CONTENHA FIBRAS E SEUS PRODUTOS E UTILIZAÇÕES

KMC KARTOFFELMELCENT
RALEN AMBA

2003/07/07 DK 200301037
2004/01/27 DK 200400112

DK

PT1793855 PT1850873

PROTHENA

PREVENÇÃO E

BIOSCIENCES

TRATAMENTO DE DOENÇA

LIMITED

SINUCLEINOPÁTICA E THE REGENTS OF

AMILOIDOGÉNICA THE UNIVERSITY OF

CALIFORNIA

2004/08/09 US 915214
2005/07/19 US 185907

ANTICORPOS CONTRA TGFBETA

GENZYME CORPORATION OPTEIN, INC.

2005/02/08 US 651343 P

US US

PT1987141

COMPOSIÇÕES ADEQUADAS AO TRATAMENTO DE DOENÇAS MEDIADAS PELO COLAGÉNIO

BIOSPECIFICS TECHNOLOGIES CORPORATION ENDO GLOBAL
VENTURES

2006/01/30 US 763470 P
2006/03/20 US 784135 P
2007/01/29 US 699302

US

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

PT2048972

COMPOSIÇÕES ESTÁVEIS E BIODISPONÍVEIS DE
ISÓMEROS DO LICOPENO PARA A PELE E O CABELO

INDENA S.P.A.

2006/08/08 EP 06016475

IT

PT2076540

NOVOS ANTICORPOS ANTICD38 PARA O
TRATAMENTO DE CANCRO

SANOFI

2006/10/19 EP 06291628

FR

PT2084268

MÉTODOS E COMPOSIÇÕES PARA O TRATAMENTO DE DEFEITOS ÓSSEOS COM POPULAÇÕES DE CÉLULAS
PLACENTÁRIAS

CELULARITY, INC.

2006/10/23 US 853971 P
2006/10/30 US 855629 P
2007/09/28 US 997022 P

US

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

AR109795A1

CÁTSUP DE TOMATE QUE TIENE ESTABILIDAD DE ALMACENAMIENTO MEJORADA

CJ CHEILJEDANG CORPORATION

KR10-2016-0129260 06/10/2016

KR

AR109988A1

PELÍCULA IMPREGNADA CON ACTIVIDAD INSECTICIDA Y
PROCEDIMIENTOS PARA OBTENERLA.

CONICETUNIVERSIDAD NACIONAL DE
CORDOBA

AR

AR110032A1

COMPOSICIÓN PARA EL CONTROL DEL ESCALDADO
SUPERFICIAL EN POMÁCEAS

UNIVERSIDAD DE TALCA

WO2017/CL/050010 08/03/2017 -

CL

AR110180A1

SISTEMAS DE MATERIAS GRASAS EN GRUMOS,
MÉTODOS PARA ELABORARLOS Y MÉTODOS
DE USO

BUNGE OILS, INC.

AR110231A1

COMPOSICIONES ALIMENTICIAS QUE CONTIENEN ACEITE VEGETAL Y MEZCLA CON
PROPIEDADES ESTABILIZANTES

UNILEVER N.V

AR110266A1

UN PROCESO PARA LA OBTENCIÓN DE OLEINAS A
PARTIR DE BORRAS DE ACEITES VEGETALES, POR
MEDIOS BIOTECNOLÓGICOS

J. C. TUDELA Y CIA. S.A.

US 62/423,267 17/11/2016 -
EP16200705 25/11/2016

US NL AR

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

AR110490A1

MÉTODO Y SISTEMA PARA TRATAR PRODUCTOS AGRÍCOLAS

PACE INTERNATIONAL, LLC

US62/497,850 05/12/2016

AR110496A1 AR110562A1 AR110640A1

LECHE FERMENTADA QUE COMPRENDE SACÁRIDOS QUE COMPRENDEN ALTO CONTENIDO DE ALULOSA

CJ CHEILJEDANG CORPORATION

KR10-2016-0167707 09/12/2016

APARATOS Y MÉTODOS PARA SECADO DE PRODUCTOS

WENGER MANUFACTURING
INC

MÉTODO PARA PRODUCIR CRISTALES DE ALULOSA

TATE & LYLE INGREDIENTS AMERICAS LLC

US15/437,658 21/02/2017 US62/437,124 21/12/2016
US62/414,280 28/10/2016

AR110929A2

PROCESO PARA PREPARAR SEMILLAS TOSTADAS
INFUNDIDAS CON SABOR

KRAFT FOODS GROUP BRANDS LLC

US12/815,223 14/06/2010

US KR US US US

AR110956A1

PROCESO DE VINIFICACIÓN EN ZUMO DESFANGADO

BIOMCO

AR111186A1 AR111309A1

MÉTODO DE

TRATAMIENTO CON AL

MENOS UN PRODUCTO

BIOCIDA Y/O

FITOPROTECTOR MEDIANAMENTE VOLÁTIL,
CONJUNTO DE

XEDA INTERNATIONAL S.A.

TRATAMIENTO

CORRESPONDIENTE Y

CONJUNTO DE

ALMACENAMIENTO

PROTEÍNAS HIDROLIZADAS

DE HORTALIZAS ADAPTADAS PARA EL
EMPLEO EN LA

COMPAGNIE LAITIERE EUROPEENNE

ALIMENTACIÓN DE BEBÉS

FR17 50915 03/02/2017 -
FR17 52368 22/03/2018
FR17 52807 31/03/2017 -

FR FR FR

BRASIL .

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

BR102014025135-9

COMPONENTE ALIMENTÍCIO COM ALTA
CONCENTRAÇÃO DE HENRY OKIGAMI (BR) PROTEÍNA EM MEIO
AQUOSO

SERVIÇO NACIONAL

PROCESSO PARA DE APRENDIZAGEM

PREPARAÇÃO DE

INDUSTRIAL (BR);

BR102014030242-5 CONCENTRADO RICO EM TERMOCONTROL AR

COMPOSTOS BIOATIVOS E CONDICIONADO,

PRODUTO OBTIDO

VENTILAÇÃO E

ACÚSTICA LTDA. (BR)

BR102015012609-3

MÉTODO DE SECAGEM RÁPIDA COM ALTO RENDIMENTO PARA MASSA SECA COM
“NÚCLEO ESTABILIZADO

FAVA S.P.A. (IT)

BR102015013980-2 BOMBOM FUNCIONAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO
REDÔNCAVO DA BAHIA (BR)

BR102016005617-9

COMPOSIÇÃO DE QUEIJO QUARK, PROCESSO DE
PRODUÇÃO DA MESMA E USO DE SORO DE QUEIJO

FUNDAÇÃO VALE DO TAQUARI DE EDUCAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO SOCIAL (BR)

PAÍS DE ORIGEN
BR
BR
IT BR BR

BR102016016824-4

IOGURTES COM BAIXO TEOR DE PROTEÍNA CONTENDO AMIDOS MODIFICADOS

CORN PRODUCTS US 15/194,123 DEVELOPMENT, INC. 20160627; US
(US) 62/196,381 20150724

US

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

BR102017003499-2

PROCESSO DE OBTENÇÃO DE QUEIJO COLORIDO E
QUEIJO COLORIDO OBTIDO

FRIMESA COOPERATIVA CENTRAL (BR)

BR102017012713-3

REQUEIJÃO CAPRINO CREMOSO SIMBIÓTICO

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA (BR)

BISCOITO SALGADO

UNIVERSIDADE

BR102017012775-3 ADICIONADO DE SURIMI E FEDERAL DO CEARÁ

VEGETAIS EM PÓ

(BR)

BR102017012847-4

MASSA ALIMETÍCIA COM ADIÇÃO DE FARINHA DA
CASCA DO ALHO, PROCESSO DE OBTENÇÃO
E SUA APLICAÇÃO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO
GROSSO (BR)

MASSA PRONTA,

MOINHO

BR102017012947-0 PROCESSO E MÉTODO DE TAQUARIENSE LTDA

PRODUÇÃO

(BR)

MASSA PRONTA,

MOINHO

BR102017013041-0 PROCESSO E MÉTODO DE TAQUARIENSE LTDA

PRODUÇÃO

(BR)

BR102017013078-9

PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE PUDIM DE LEITE CONDENSADO ZERO ADIÇÃO DE AÇUCAR
E SEU PROCESSO DE ARMAZENAMENTO

RICARDO RIBEIRO (BR)

ELABORAÇÃO DE BR102017013777-5 ESPECIARIA DE CASCA DE ALMIRO KELM (BR)
GUAVIRA EM PÓ

PAÍS DE ORIGEN
BR BR BR
BR
BR BR
BR
BR

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PROCESSO DE PRODUÇÃO

DE MICROCÁPSULAS A

BR102017014573-5

PARTIR DE PROTEÍNA DO FARELO DE ARROZ E

MALTODEXTRINA, E

PRODUTO OBTIDO

UNIVERSIDADE TECNOLOGICA FEDERAL DO PARANA (BR)

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

BR

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

NC2017/0008063

EMULSIÓN ALIMENTARIA UNIVERSIDAD DE LA

BAJA EN GRASA

SABANA

CO

NC2017/0008064

PROCESO DE OBTENCIÓN

DE EMULSIÓN

UNIVERSIDAD DE LA

ALIMENTARIA BAJA EN

SABANA

GRASA

NC2017/0008058

PROCESO DE ENCAPSULACIÓN DE MICROORGANISMOS
PROBIÓTICOS

UNIVERSIDAD DE LA SABANA

NC2017/0008060

PROCESO DE PRODUCCIÓN DE SURIMI
CON ULTRASONIDO

UNIVERSIDAD DE LA SABANA

CO CO CO

NC2017/0010804

CONJUNTO MODULAR DE

RECIPIENTE METÁLICO

ENVASES

PARA HORNO DE

UNIVERSALES DE

MICROONDAS CON TAPA MÉXICO S.A. P.I. DE

Y UTENSILIO PARA COMER

C.V.

INCORPORADO

MX/U/2016/000504

MX

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

NC2017/0010870

PROCESO PARA

CONCENTRAR FLUIDOS

POR CONGELACIÓN POR UNIVERSIDAD DE LA

COMBINACIÓN

SABANA;

CRIOCONCENTRACIÓN EN UNIVERSITAT

BLOQUE,

POLITÈCNICA DE

DESCONGELACIÓN Y

CATALUNYA

CRIOCENTRACIÓN EN

PELÍCULA

NC2018/0007569

CANASTILLO PARA HELADOS Y/O PRODUCTOS REFRIGERADOS

MIMET S.A.

NC2018/0008620

EXTRACTO DE LÚPULO ESTABLE A LA LUZ Y CERVEZA QUE LO CONTIENE

HEINEKEN SUPPLY CHAIN B.V.

CL 1950-2017 EP 16154513.2

CO,ES
CL NL

NC2018/0008622

MÉTODO PARA PREPARAR UN EXTRACTO DE LÚPULO
ESTABLE A LA LUZ Y CERVEZA QUE LO
CONTIENE

HEINEKEN SUPPLY CHAIN B.V.

EP 16154513.2

NL

NC2019/0002309

HOJUELAS CON MATERIAL UNIVERSIDAD DE LA

LIPÍDICO ENCAPSULADO

SABANA

CO

NC2019/0003429 NC2019/0005180

SALSA DE TOMATE CON ESTABILIDAD DE
ALMACENAMIENTO MEJORADA
COMPOSICIÓN QUE CONTIENE ALULOSA PARA
PROMOVER LA EXCRECIÓN DE LÍPIDOS VEGETALES DEL CUERPO

CJ CHEILJEDANG CORPORATION.
CJ CHEILJEDANG CORPORATION;
KYUNGPOOK NATIONAL UNIVERSITY INDUSTRYACADEMIC
COOPERATION FOUNDATION

KR 10-2016-0129260
KR 10-2016-0179487 KR 10-2016-0179488

KR KR

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

ES 1225174 U 20190220

"DISPOSITIVO PARA EL ENFRIAMIENTO DE
ACEITUNAS CONTENIDAS MARIN PAREJA JUAN EN TOLVA DE
ALMACENAMIENTO"

ES 201930087 U 20190118

ES

ES 1224937 U 20190214
ES 1225789 U 20190304
ES 1231626 U 20190627
ES 2695573 T3 20190109

DISPOSITIVO DE REFRIGERACIÓN INSTANTÁNEA DE
BEBIDAS

RODRIGUEZ GARCIA FRACISCO ALEJANDRO

ES 201900042 U 20190109

SISTEMA DE DESINFECCIÓN Y DESODORIZACIÓN PARA VEHÍCULOS ESPECIALES DE TRANSPORTE DE
ALIMENTOS.

EL MOUSSATI EL FOUNTI KAMAL

PREPARADO PARA LA ELABORACION DE SANGRIAS U OTRAS BEBIDAS QUE
INCORPORAN FRUTAS

MEJIAS GARCIA JUAN LUIS

ES 201930097 U 20190121
ES 201930907 U 20190530

BLANQUEADOR DE PRODUCTOS FARINÁCEOS QUE CONTIENE ALCOHOL POLISACÁRIDO Y SU USO

WILMAR SHANGHAI BIOTECHNOLOGY
RES & DEVELOPMENT CENTER CO LTD

CN 201210342676 A 20120914 CN 2013083173 W 20130910

ES ES ES CN

ES 2695578 T3 20190109
ES 2696079 T3 20190114

MÉTODO PARA EL MANEJO DE MANGOS

AGROFRESH INC

PROCEDIMIENTO DE FABRICACIÓN DE BEBIDAS PROTEICAS Y APARATO Y
SISTEMA DE DESNATURALIZACIÓN EN
BUCLE

PEPSICO INC

US 201161502530 P 20110629
US 2012044623 W 20120628
US 201261606066 P 20120302 US 2013028610 W 20130301

US US

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

ES 2696203 T3 20190114

MÉTODO Y MÁQUINA PARA LIMPIEZA DE AGUJAS PARA
INYECTAR FLUIDOS EN PRODUCTOS CÁRNICOS

METALQUIMIA SA

ES 201230464 A 20120905 ES 2013000056 W 20130301

ES

ES 2696426 A1 20190115

ADSORCION DE CONCENTRACIONES ULTRABAJAS DE ETILENO A BAJA
TEMPERATURA

CONSEJO SUPERIOR DE INVESTIG CIENTIFICAS

ES 201730937 A 20170714

ES

ES 2697055 T3 20190121

PROCEDIMIENTO Y DISPOSITIVO PARA EL
TRATAMIENTO DE PRODUCTOS ALIMENTICIOS

SCHROEDER MASCHB KG

ES 2698206 T3 20190201

MASA QUE COMPRENDE INHIBIDOR DE NUCLEÓTIDO
PIROFOSFATASA

PURATOS NV

DE 102011051254 A 20110622 EP 2012059411 W 20120521
EP 04447155 A 20040629 BE 2005000104 W
20050629

DE BE

ES 2698443 T3 20190204

TENTEMPIÉ A BASE DE MASA CON FORMA DE COPA CALENTABLE POR
MICROONDAS

CONEINN MARKETING B V

IB 2012000462 W 20120312

NL

ES 2699272 T3 20190208
ES 2699463 T3 20190211
ES 2700103 T3 20190214

COMPOSICIÓN DE

RECUBRIMIENTO COMESTIBLE Y USOS DE LA

FRUITSYMBIOSE INC

MISMA

EXTRACTOS VEGETALES COMO ADITIVOS PARA PRODUCTOS HORNEADOS LEUDADOS CON LEVADURA

COGNIS IP MAN GMBH

UN APARATO DE ENFRIAMIENTO RÁPIDO PARA CANALES DE AVES DE
CORRAL

AIR PROD & CHEM

US 32249910 P 20100409 CA 2011000392 W
20110408
EP 09010035 A 20090804
EP 16189336 A 20141015 EP 14189069 A
20141015

CA DE US

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

PT2231847

MÉTODO E COMPOSIÇÕES PARA CONSERVAR VINHO

DAVID RUBIN ELY RUBIN

2008/01/08 US 19745

US

PT2586319 PT2816890 PT2829156 PT2895015 PT2915437

COMPOSIÇÃO COMPREENDENDO
SUBSTÂNCIAS AROMATIZANTES E ÁCIDOS
ORGÂNICOS E SUA UTILIZAÇÃO

VETAGRO INTERNATIONAL
S.R.L.

MÉTODO E APARELHO PARA CONTROLAR A ATMOSFERA NUM ESPAÇO CHEIO COM PRODUTOS
AGRÍCOLAS OU HORTÍCOLAS

VAN AMERONGEN CONTROLLED ATMOSPHERE
TECHNOLOGY B.V

PROCESSO PARA AQUECER DE FORMA RÁPIDA E HOMOGÉNEA UM PRODUTO LÍQUIDO E
APARELHO PARA ESTE TIPO DE PROCESSO

STICHTING WAGENINGEN
RESEARCH

2007/08/03 IT MI20071623
2012/02/24 NL 2008346
2012/03/20 BR 0062631
2012/03/20 EP 12160363

DISPOSITIVO E MÉTODO PARA FORNECER UM CAMPO ELÉCTRICO
PULSADO DE ALTA TENSÃO A UM FLUIDO

TOP B.V.

APARELHO PARA EXPANSÃO INSTANTÂNEA
COM ONDAS DE ULTRASSOM E VÁCUO

UNIVERSIDAD MIGUEL
HERNáNDEZ DE ELCHE

2012/09/11 NL 2009443
2012/08/09 ES 201200830

IT NL BR NL ES

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

PT2934156 PT2959778 PT3082454

EMBALAGEM DE ATMOSFERA MODIFICADA AGROFRESH INC.
PARA BANANAS

2012/12/18 US 201261738455 P

MÉTODO PARA O

TRATAMENTO E

CONTROLO DE DOENÇAS

PÓS-COLHEITA EM

FRUTOS E VEGETAIS E

COMPOSIÇÕES COMPREENDENDO EXTRATOS NATURAIS E FORMULAÇÕES DE

DECCO WORLDWIDE POST-HARVEST HOLDINGS B.V.

FORTALECIMENTO DE

PLANTAS E/OU

FUNGICIDAS PARA

UTILIZAÇÃO NO DITO

MÉTODO

2013/02/20 ES 201330227

MÉTODO PARA PROCESSAMENTO DE
VEGETAIS

FULLGREEN LTD

2013/11/19 GB 201320418

US ES GB

PT3135122

MÉTODO PARA PREPARAR OVOS FRITOS CONGELADOS

INNOVATION FOODS 360, S.L.

2014/03/28 ES 201430457

ES

PT3204299 PT3338563

GAVETA DE VÁCUO COM TAMPA ACIONÁVEL PARA
EMBALAGEM DE ALIMENTOS POR VÁCUO

MICHATEK, K.S.

MÉTODO PARA A CONSERVAÇÃO DE UM PRODUTO AGRÍCOLA FRESCO, COMPOSIÇÃO SÓLIDA PARA APLICAÇÃO NUM MÉTODO PARA A CONSERVAÇÃO DE UM PRODUTO AGRÍCOLA
FRESCO E PRODUTO AGRÍCOLA FRESCO
CONSERVADO

SINGH, BENJAMIN AMIT

2014/10/24 DE 102014015788
2016/12/21 EP 16205983

DE DE

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

PT3225567

GÁS INERTE PARA O EMBALAMENTO DE PRODUTOS DE CARNE

MESSER AUSTRIA GMBH

2016/03/29 DE 102016003786

DE

PT110252 PT110318

DISPOSITIVO DE MONITORIZAÇÃO E CONTROLO PREDITIVO PARA SEGURANÇA
ALIMENTAR.

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR

DESIDRATADOR PARA HORTOFRUTÍCOLAS E
MÉTODO DE FUNCIONAMENTO

INSTITUTO POLITÉCNICO DE
SETÚBAL

PT PT

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

AR110037A1 AR110517A1

PROCEDIMIENTO PARA PREDECIR, CONTROLAR Y
OPTIMIZAR LAS PROPIEDADES FUNCIONALES DE LOS HIDROLIZADOS PROTEICOS DE QUESO DE CABRA PARA EL DISEÑO DE ADITIVOS A MEDIDA PARA SISTEMAS ALIMENTICIOS DETERMINADOS

CONEA-CONICET

COMPOSICIÓN QUE CONTIENE ACEITE VEGETAL, CARAMELO Y COMPUESTOS
FENÓLICOS

UNILEVER N.V.

AR110535A1

EMULSION ACEITE EN AGUA COMESTIBLE QUE COMPRENDE
COMPONENTES DE YEMA DE HUEVO

UNILEVER N.V.

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

AR

EP16204725 16/12/2016

NL

EP16205012 19/12/2016

NL

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

BR112019002416-6

COMPOSIÇÕES DE

CHOCOLATE E DE CHOCOLATE BRANCO, E, USO DE MANTEIGA DE

CARGILL, INCORPORATED

(US)

CACAU

EP 16183377.7 20160809

US

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PROCESSO OBTENÇÃO DE

UMA MICROPARTÍCULA

CONTENDO FEPEPTÍDEO

BR102017022719-7

DE ELEVADA

BIODISPONIBILIDADE,

MICROPARTÍCULA E USOS

DA MICROPARTÍCULA

INSTITUTO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS (BR); INSTITUTO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DO ESTADO DE SÃO
PAULO (BR)

BR102017023847-4

BISCOITO TIPO COOKIES UTILIZANDO ÓLEO DE
CHIA MICROENCAPSULADO

UNIVERSIDADE TECNOLOGICA FEDERAL DO PARANA (BR)

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

BR

BR

BR102018007162-9

PRODUTO DE CONFEITARIA QUE POSSUI
UM CORPO OCO

SOREMARTEC S.A. (LU)

LU 100167 20170410

PROCESSO DE OBTENÇÃO

DE UMA

MICROPARTÍCULA

BR102018071692-1

CONTENDO FE-PEPTÍDEO DE ELEVADA

BIODISPONIBILIDADE,

MICROPARTÍCULA E USOS

DA MICROPARTÍCULA

INSTITUTO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DO ESTADO DE SÃO
PAULO (BR)

BR112018069667-6

INGREDIENTE PARA GÊNEROS ALIMENTÍCIOS

NESTEC S.A. (CH); SOCIÉTÉ DES
PRODUITS NESTLÉ S.A. (CH)

EP 16163531.3 20160401

BR112018073084-0

FORMULAÇÃO, MÉTODO

PARA USAR UMA BAYER HEALTHCARE

FORMULAÇÃO

LLC (US);

ESPUMANTE, E,

FORMULATED

EMBALAGEM

SOLUTIONS, LLC (US)

PRESSURIZADA

US 62/396,415 20160919; US
62/396,424 20160919; US
62/351,385 20160617; US
62/334,862 20160511

LU BR CH US

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

COMPOSIÇÃO DE ÓLEO OU

GORDURA PARA BR112018070146-7 CHOCOLATES LÁURICOS E
CHOCOLATE CONTENDO A

FUJI OIL HOLDINGS INC. (JP)

MESMA

JP 2016-079977 20160413

JP

FORMULAÇÃO, MÉTODOS

PARA PREPARAR UMA

FORMULAÇÃO ESPUMÁVEL BAYER HEALTHCARE

BR112018073095-5

E PARA USAR UMA FORMULAÇÃO

LLC (US); FORMULATED

ESPUMANTE, E,

SOLUTIONS, LLC (US)

EMBALAGEM

PRESSURIZADA

US 62/396,415 20160919; US
62/396,424 20160919; US
62/351,385 20160617; US
62/334,862 20160511

US

FORMULAÇÃO

BAYER HEALTHCARE

BR112018073097-1

ESPUMANTE, MÉTODOS PARA FABRICAR E USAR A

LLC (US); FORMULATED

MESMA, E, FORMULAÇÃO SOLUTIONS, LLC (US)

US 62/396,415 20160919; US
62/396,424 20160919; US
62/351,385 20160617; US
62/334,862 20160511

FORMULAÇÃO, MÉTODOS

PARA PREPARAR UMA

FORMULAÇÃO ESPUMÁVEL

BR112018073118-8

E PARA USAR UMA FORMULAÇÃO

BAYER HEALTHCARE LLC (US)

ESPUMANTE, E,

EMBALAGEM

PRESSURIZADA

US 62/396431 20160919; US
62/334880 20160511

COMPOSIÇÃO DE REVESTIMENTO DE PRODUTO DE CONFEITARIA BR112018074600-2 CONGELADO COM SOLIDIFICAÇÃO DE DUAS ETAPAS E UM PROCESSO DE FABRICAÇÃO DA MESMA

NESTEC S.A. (CH)

EP 16172757.3 20160602

US US CH

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

BR112018073538-8

PROCESSO PARA A FABRICAÇÃO DE UM
CONCENTRADO, PROCESSO PARA A FABRICAÇÃO DE UM A PRÉ-MISTURA, PROCESSO PARA A FABRICAÇÃO DE UM PRODUTO DE
CONFEITARIA CONGELADO E CONCENTRADO PARA A PREPARAÇÃO DE UMA PRÉ-MISTURA

UNILEVER NV (NL)

EP 16175674.7 20160622

NL

BR112018074631-2

COMPOSIÇÃO PARA REVESTIMENTO DE
PRODUTO DE CONFEITARIA CONGELADO E UM PROCESSO PARA A FABRICAÇÃO DA MESMA

NESTEC S.A. (CH); SOCIÉTÉ DES
PRODUITS NESTLÉ S.A. (CH)

EP 16172755.7 20160602

CH

MÉTODO PARA PREPARAR

UMA COMPOSIÇÃO DE

BR112019000731-8

PROTEÍNA DO SORO DE LEITE GELIFICÁVEL POR ÁCIDO E MÉTODO PARA

ARLA FOODS AMBA (DK)

PREPARAR UM PRODUTO

ALIMENTÍCIO

EP 16179713.9 20160715

DK

BR112019002416-6

COMPOSIÇÕES DE

CHOCOLATE E DE CHOCOLATE BRANCO, E, USO DE MANTEIGA DE

CARGILL, INCORPORATED (US)

CACAU

EP 16183377.7 20160809

US

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

COMPOSIÇÃO DE ÓLEO OU

GORDURA PARA BR112018070146-7 CHOCOLATES LÁURICOS E
CHOCOLATE CONTENDO A

FUJI OIL HOLDINGS INC. (JP)

MESMA

JP 2016-079977 20160413

JP

FORMULAÇÃO, MÉTODOS

PARA PREPARAR UMA

FORMULAÇÃO ESPUMÁVEL BAYER HEALTHCARE

BR112018073095-5

E PARA USAR UMA FORMULAÇÃO

LLC (US); FORMULATED

ESPUMANTE, E,

SOLUTIONS, LLC (US)

EMBALAGEM

PRESSURIZADA

US 62/396,415 20160919; US
62/396,424 20160919; US
62/351,385 20160617; US
62/334,862 20160511

US

FORMULAÇÃO

BAYER HEALTHCARE

BR112018073097-1

ESPUMANTE, MÉTODOS PARA FABRICAR E USAR A

LLC (US); FORMULATED

MESMA, E, FORMULAÇÃO SOLUTIONS, LLC (US)

US 62/396,415 20160919; US
62/396,424 20160919; US
62/351,385 20160617; US
62/334,862 20160511

FORMULAÇÃO, MÉTODOS

PARA PREPARAR UMA

FORMULAÇÃO ESPUMÁVEL

BR112018073118-8

E PARA USAR UMA FORMULAÇÃO

BAYER HEALTHCARE LLC (US)

ESPUMANTE, E,

EMBALAGEM

PRESSURIZADA

US 62/396431 20160919; US
62/334880 20160511

COMPOSIÇÃO DE REVESTIMENTO DE PRODUTO DE CONFEITARIA BR112018074600-2 CONGELADO COM SOLIDIFICAÇÃO DE DUAS ETAPAS E UM PROCESSO DE FABRICAÇÃO DA MESMA

NESTEC S.A. (CH)

EP 16172757.3 20160602

US US CH

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

NC2017/0008063

EMULSIÓN ALIMENTARIA UNIVERSIDAD DE LA

BAJA EN GRASA

SABANA

NC2017/0008064

PROCESO DE OBTENCIÓN

DE EMULSIÓN

UNIVERSIDAD DE LA

ALIMENTARIA BAJA EN

SABANA

GRASA

PAÍS DE ORIGEN
CO
CO

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

ES 2694233 T3 20181219
ES 2698837 T3 20190206

PRODUCTO ALIMENTICIO DUPONT NUTRITION

CON UNA ENVOLTURA

USA INC

GB 0811443 A 20080620 US 2009047946 W
20090619

SUSTANCIAS BIOACTIVAS ENCAPSULADAS DE
LIBERACIÓN CONTROLADA

BALCHEM CORP

US 32904202 A 20021223 US 34216803 A 20030114 US 0339847 W 20031215

US US

ES 2700848 T3 20190219

BEBIDAS DE LECHE LISTAS PARA BEBER CON
TEXTURA/SENSACIÓN EN BOCA MEJORADAS MEDIANTE LA AGREGACIÓN CONTROLADA DE
PROTEÍNAS Y EL MÉTODO PARA HACERLAS

NESTEC SA

US 201462095160 P 20141222 EP 2015080848 W 20151221

CH

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

ES 2701752 T3 20190225

ALMIDÓN PROCESADO CON

GRASA Y UN PROCEDIMIENTO PARA

JAPAN MAIZE PROD

PRODUCIR EL MISMO

JP 2013012978 A 20130128 JP
2013061836 W 20130423

JP

ES 2704438 T3 20190318

COMPONENTE DE ALIMENTO EN FORMA DE
PARTÍCULA

AGRANA BETEILIGUNGS AG

AT 6302007 A 20070423 AT 2008000148 W
20080423

ES 2715849 T3 20190606

MÉTODO PARA OBTENER COMPONENTES RETARDANTES DE
EFLORESCENCIA PARA PRODUCTOS DE CONFITERÍA

AAK DENMARK AS

DK 2012050410 W 20121107 DK 2013050363 W 20131106

ES 2715958 T3 20190607

PROCESO DE PRODUCCIÓN DE COMPOSICIONES CREMOSAS

NESTEC SA

EP 15159893 A 20150319 EP 2016054871 W
20160308

AT DK CH

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

PT2575788 PT2792245

CÁPSULAS DE GEL MOLE DE

MÚLTIPLAS FASES, CATALENT ONTARIO

APARELHO E MÉTODO

LIMITED

RESPETIVOS

2010/06/03 CA 2706272

MÉTODO PARA OBTER O MEL DO CAFÉ DA POLPA OU
DAS CASCAS E DA MUCILAGEM DO GRÃO DE
CAFÉ

ANDRES RAMIREZ VELEZ
JUAN CARLOS JARAMILLO LOPEZ

2011/12/14 WO2011IB55680

CA CO

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

PT2818048

AGRUPAMENTO DE

BACTÉRIAS

MICROENCAPSULADAS PARA A DEGRADAÇÃO DO GLÚTEN EM FERMENTO E

JAVIER GONZÁLEZ LA TORRE

DE

MÉTODO PARA PRODUZIR

O DITO FERMENTO

MX

PT2911533 PT2941135

MÉTODO PARA PRODUZIR

ALIMENTOS RECHEADOS E INSTALAÇÃO

FROMAGERIES BEL

CORRESPONDENTE

SUBSTITUTO DO TABACO CARMEN DELTOUR

2012/10/23 FR 1260085
2013/01/03 BE 201300007
2013/01/10 BE 201300016

FR BE

PT2994150

PROBIÓTICOS E MÉTODOS H.J. HEINZ COMPANY 2013/05/10 US

DE UTILIZAÇÃO

BRANDS LLC

201361821990 P

US

PT3009003 PT3024336

PRODUTO DE QUEIJO KRAFT FOODS R & D, 2014/10/13 GB

RECHEADO

INC. 201418075

PRODUTO LÁTICO QUE PODE SER CORTADO EM FATIAS COM VIDA ÚTIL
PROLONGADA

ARLA FOODS AMBA

2013/07/03 EP 13174847

GB DK

PT3027036

PRODUTO COM BASE EM URGO RECHERCHE ÓLEO HIPEROXIGENADO INNOVATION ET
DE ORIGEM VEGETAL DÉVELOPPEMENT

2013/08/01 FR 1357623

PT3027065

MÉTODO PARA PRODUZIR MATERIAL QUERATINOSO
HIDROLISADO

TESSENDERLO GROUP NV

2013/07/30 EP 13178526
2013/09/24 US 201361881534 P

FR US

PUBLICACIÓN

TITULO

TITULAR

PRIORIDAD

PAÍS DE ORIGEN

PT3062632

POLÍMERO DE FENOL COM LIGAÇÕES BIARILO 5,5¿, MÉTODO PARA A
PREPARAÇÃO DO MESMO E SEUS USOS

INSTITUT NATIONAL DE LA RECHERCHE AGRONOMIQUE INST SCIENCES IND
VIVANT ENVIRONNEMENT

2013/10/14 FR 1359948

FR

PT3086653

PROCESSO PARA A

PRODUÇÃO DE UMA

COMPOSIÇÃO LIPÍDICA SEM ÓELO DE PALMA, SUA

BROSSARD SAVANE

UTILIZAÇÃO NUM

PRODUTO ALIMENTAR

2013/12/23 FR 1363504

FR

PT3166418

PRODUTOS ALIMENTARES COM PROTEÍNA VICIA FABA

VERSO FOOD OY

2014/06/03 GB 201409881

GB

PT3203856

PRODUTOS ALIMENTARES NÃO-CÁRNEOS, COM
APARÊNCIA E TEXTURA DE CARNE COZINHADA

SOCIÉTÉ DES PRODUITS NESTLÉ
S.A.

2014/10/10 US 201462062275 P

US

PT3209381

COMPOSIÇÕES COMPREENDENDO ESTIRPES BACTERIANAS

4D PHARMA RESEARCH LIMITED

2015/11/23 GB 201520631

GB

« Anterior Próximo »  
  • Serviços
    • Marcas
      • Guia Básico
      • Sistema Internacional de Madri
      • Consultas Públicas
      • Classificação
      • Busca
      • Custos e Pagamento
      • Sistema e-Marcas
      • Dúvidas
      • Legislação de marcas
      • Cópia de Documentos de Marcas
      • Normativos revogados
      • INPI Explica Tudo
      • Trâmite Prioritário de Marcas
      • Alto renome
    • Patentes
      • Guia Básico
      • Tutorial de depósito
      • Guias rápidos de Patentes
      • Busca
      • Dúvidas
      • Custos e Pagamento
      • Sistema e-Patentes
      • Trâmite Prioritário
      • Legislação
      • Proteção da Patente no Exterior
      • Cópia de Documentos de Patentes
      • Consultas Públicas
      • Plano de Combate ao Backlog
      • Observatório de Tecnologias Relacionadas à COVID-19
      • Relatórios Gerenciais
      • Materiais de Consulta e Apoio
      • Informações relacionadas à ADI n° 5.529/DF
      • Classificação
      • CPAPD Patentes
      • Restauração de autos
      • Diálogo Permanente com as Partes Interessadas
      • Módulo de Serviços de Patentes
      • Perguntas e Respostas - Módulo de Serviços de Patentes
      • Manual do Depósito Eletrônico (ePCT-Filing)
    • Desenhos Industriais
      • Guia Básico
      • Busca
      • Custos e Pagamento
      • Sistema e-DI
      • Dúvidas
      • Classificação
      • Materiais de Consulta e Apoio
      • Legislação de desenhos industriais
      • Normativos revogados
      • Cópia de documentos de desenho industrial
      • Consultas Públicas
      • Acordo de Haia
    • Indicações Geográficas
      • Guia Básico
      • Busca
      • Custos e Pagamento
      • Sistema e-IG
      • Dúvidas
      • Materiais de Consulta e Apoio
      • Legislação de indicações geográficas
      • Consultas Públicas
      • Certificados de registros de Indicações Geográficas concedidos
      • Fichas Técnicas de Indicações Geográficas
      • Normativos revogados
    • Programas de Computador
      • Guia Básico
      • Busca
      • Custos e Pagamento
      • Sistema e-Software
      • Dúvidas
      • Legislação
      • Consultas Públicas
      • Relatórios Gerenciais
    • Topografias de Circuitos Integrados
      • Guia Básico
      • Busca
      • Custos e Pagamento
      • Sistema e-Chip
      • Dúvidas
      • Legislação
    • Contratos de Tecnologia e de Franquia
      • Guia Básico
      • Busca
      • Custos e Pagamento
      • Sistema e-Contratos
      • Dúvidas
      • Materiais de Consulta e Apoio
      • Legislação
    • Academia do INPI
      • Institucional
      • Soluções de Ensino
      • Cursos de Pós-Graduação
      • Cursos de Extensão
      • Biblioteca
      • Eventos Acadêmicos
      • Processo Seletivo
      • Publicações Acadêmicas
      • Calendário Acadêmico
      • Área do Aluno da Pós
      • Notícias da Academia
      • Alinhamento Estratégico
      • Educação Corporativa
      • ACAD News
      • Instalações Educacionais
  • Acesso à Informação
    • Institucional
    • Ações e Programas
    • Participação Social
    • Auditorias
    • Convênios e Transferências
    • Receitas e Despesas
    • Licitações e Contratos
    • Servidores
    • Programa de Gestão e Desempenho
    • Informações Classificadas
    • Serviço de Informação ao Cidadão
    • Dados Abertos
    • Sanções Administrativas
    • Ferramentas e Aspectos Tecnológicos
    • Simplificação Administrativa
    • Sustentabilidade
    • Tecnologia da Informação
    • Glossário de Verbetes de PI
    • Manifestações Jurídicas de PI
      • Arquivos
  • Canais de Atendimento
    • (1) Pré-Atendimento
    • (2) Atendimento em Campo
    • (3) Atendimento na Solução de Problemas
    • (4) Atendimento em Novas Soluções
    • Termo de Uso
    • Política de Privacidade
    • Endereços
  • Governança
    • Planejamento Estratégico
      • Plano Estratégico
      • Plano de Ação
      • Central de Monitoramento
      • Plano Plurianual
      • Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual
      • Perfil do INPI
    • Transparência e Prestação de Contas
      • Continuidade de Negócios
      • Supervisão, Controle e Correição
      • Remuneração
      • Relatórios dos Órgãos do Sistema de Controle Interno e do Controle Externo
      • Rol de Responsáveis
      • Relatórios de Gestão
      • Pareceres de Auditoria Interna sobre Processos de Contas Anuais
      • Arquivos
    • Tratamento de Dados Pessoais
      • Guia Prático de Proteção de Dados Pessoais
      • Inventário de Dados Pessoais
      • Arquivos
    • Agenda das Autoridades
    • Excelência da Gestão
    • Ouvidoria
    • Comitês
    • Gestão da Integridade
      • Agenda de Autoridades
      • Programa de Integridade
      • Ética
      • Transparência
      • Interação Público-Privada
      • Canal de Denúncias
      • Atividade Correicional
      • Conflito de Interesses
      • Combate ao Nepotismo
      • Gestão de Riscos
      • Conformidade
      • Proteção de Dados
    • Gestão da Qualidade
      • Gestão de Riscos
      • Avaliação da Satisfação dos Usuários
      • Sistema de Padronização de Documentos
      • Imagens
    • Segurança da Informação
    • Disponibilidade Técnica de Sistemas
  • Uso Estratégico da PI
    • INPI para empreender e inovar
    • Observatório de Tecnologias Verdes
    • Depósito Internacional de Marcas (Madri)
    • Depósito Internacional de Patentes (PCT/CUP)
    • Relações e Parcerias Nacionais
    • Relações e Parcerias Internacionais
    • Estudos e Informação Tecnológica
    • Trâmites Prioritários de Patentes
  • Projetos Estratégicos
    • Pesquisa de Percepção da Qualidade do Exame
    • Contato Direto com o Usuário
    • Combate à Falsificação
      • Diretório Nacional de Combate à Falsificação de Marcas CNCP–INPI
      • Diretório Nacional de Combate à Falsificação de Indicações Geográficas CNCP–INPI
      • Plataforma Bebidas
    • Memória da Propriedade Industrial
    • Combate ao Backlog de Patentes
      • Combate ao Backlog de Patentes
    • Webinário Acordo de Haia
    • Inova Simples
    • Programa Agir INPI
    • Programa Bem Aqui no INPI
  • INPI Data
    • Índice Brasil de Inovação e Desenvolvimento (IBID)
    • Dados e Séries Temporais
    • Painéis e Infográficos
    • Relatórios
    • Estudos
    • Valor Econômico e Gestão Estratégica da PI
      • Negociando a PI
      • Valorando a PI
      • Financiando a PI
      • Auditando a PI
      • Divulgações
    • Precificação dos Serviços
      • Perguntas e Respostas
  • Central de Conteúdo
    • Legislação e Atos Normativos Internos
    • Publicações de Propriedade Industrial
    • Alerta contra Fraudes
    • Carta de Serviços
      • Carta de Serviços
    • Comunicação
    • Notícias
    • Webmail
Redefinir Cookies
Redes sociais
  • Facebook
  • Instagram
  • YouTube
  • Twitter
  • Linkedin
Acesso àInformação
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons Atribuição-SemDerivações 3.0 Não Adaptada.
Voltar ao topo da página
Fale Agora Refazer a busca