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MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PRESIDÊNCIA ASSESSORIA DE ASSUNTOS ECONÔMICOS Boletim Mensal de Propriedade Industrial Estatísticas Preliminares Rio de Janeiro Maio 2016 Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI Presidente Luiz Otávio Pimentel Vice-Presidente Mauro Maia Unidade Responsável Assessoria de Assuntos Econômicos – AECON Marina Filgueiras Jorge Portal do INPI: http://www.inpi.gov.br/estatisticas E-mail: aecon@inpi.gov.br Autores Marina Filgueiras Jorge Felipe Veiga Lopes Vívian Íris Barcelos Fernando Linhares de Assis Assessoria de Assuntos Econômicos do INPI Rua São Bento 1, Centro, Rio de Janeiro, CEP 20090-010, telefone: (21) 3037-4000 Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Economista Claudio Treiguer – INPI B688 Boletim mensal de propriedade industrial: estatísticas preliminares. / Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Presidência. Assessoria de Assuntos Econômicos (AECON) - - Vol. 1, n.1 (2016) - - Rio de Janeiro: INPI, 2016Mensal Disponível em: <http://www.inpi.gov.br/estatisticas> 1. Propriedade industrial – Brasil - Estatísticas. 2. Propriedade industrial – Brasil Boletim informativo. 3. Propriedade industrial – Brasil - Indicadores. I. Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Brasil). CDU: 347.77:31(81) B. mens. Prop. Industr., Rio de Janeiro, v.1, n. 5, p. 1-12, maio 2016. 2 INTRODUÇÃO O Boletim Mensal de Propriedade Industrial é uma publicação que tem como principal objetivo fornecer uma visão geral sobre os serviços prestados pelo INPI. São apresentados dados preliminares, obtidos a partir dos pedidos de depósito protocolados no Instituto, e algumas decisões – eventos que encerram a tramitação do pedido, sejam eles de caráter técnico ou administrativo –, a partir de despachos publicados na Revista da Propriedade Industrial (RPI). Lançado em janeiro de 2016, o Boletim é disponibilizado no portal do INPI (http://www.inpi.gov.br/estatisticas) a partir do dia 10 de cada mês e tem como objeto as estatísticas preliminares do mês anterior. Além das publicações mensais, ainda estão previstas edições extras abordando outras informações relevantes sobre o uso da propriedade industrial no Brasil. As estatísticas preliminares dos depósitos de propriedade industrial do INPI começaram a ser aferidas a partir de janeiro de 2013 pela Assessoria de Assuntos Econômicos (AECON). No final dessa publicação, constam as considerações metodológicas acerca da obtenção e tratamento dos dados utilizados. A metodologia e as tabelas completas também estão disponíveis na página de estatísticas. Em sua quinta edição, o Boletim Mensal de Propriedade Industrial de maio de 2016 apresenta os dados relativos a abril de 2016. Neste mês, os pedidos de depósitos de propriedade industrial totalizaram 2.567 patentes, 12.498 marcas, 483 desenhos industriais, 133 programas de computador e 92 contratos de tecnologia. Em relação ao mês de março de 2016, os pedidos de patentes, marcas, desenhos industriais e programas de computador tiveram queda em abril. Única exceção foram os contratos de tecnologia, que registraram crescimento de 10,8%. Os pedidos solicitados de forma eletrônica corresponderam a 90,5% em patentes, 99% em marcas, 89% em desenhos industriais e 78% em contratos de tecnologia. No que tange às decisões, em abril de 2016 foram concedidas 362 patentes e registradas 6.890 marcas, 681 desenhos industriais, 215 programas de computador e uma indicação geográfica. Foram averbados 76 contratos de tecnologia. Em suma, é possível observar grande variabilidade nos pedidos mensais de propriedade industrial; no entanto, vale mencionar que o primeiro quadrimestre deste ano apresentou quantitativo acumulado inferior ao mesmo período de 2015. B. mens. Prop. Industr., Rio de Janeiro, v.1, n. 5, p. 1-12, maio 2016. 3 DESTAQUES | ABRIL 2016 Tabela I – Pedidos de Propriedade Industrial Período PATENTES Anual 2013 2014 2015 MARCAS DESENHOS INDUSTRIAIS PROGRAMAS DE COMPUTADOR CONTRATOS INDICAÇÕES GEOGRÁFICAS TOPOGRAFIAS DE CIRCUITOS INTEGRADOS 34.050 33.182 33.043 163.422 157.016 158.709 6.847 6.590 6.039 1.508 1.609 1.616 1.725 1.710 1.400 6 12 12 4 1 3 Acumulado no ano Janeiro/2016 Fevereiro/2016 Março/2016 Abril/2016 9.822 2.203 2.372 2.680 2.567 50.336 10.746 11.626 15.466 12.498 1.813 326 498 506 483 476 115 91 137 133 331 75 81 83 92 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Comparação mês a mês Abril/2015 Março/2016 Var. % Abr/2016 / Abr/2015 Var. % Abr/2016 / Mar/2016 2.660 2.680 -3,5 -4,2 12.597 15.466 -0,8 -19,2 540 506 -10,6 -4,5 78 137 70,5 -2,9 111 83 -17,1 10,8 0 0 0 0 Acumulado no ano Jan-Abr/2016 (A) Jan-Abr/2015 (B) Var. % (A)/(B) 9.822 10.004 -1,8 50.336 47.520 5,9 1.813 2.044 -11,3 476 385 23,6 331 513 -35,5 0 1 -100,0 0 0 Acumulado de doze meses Mai/2015 - Abr/2016 (C) Mai/2014 - Abr/2015 (D) Var. % (C)/(D) 32.861 32.512 1,1 161.525 157.272 2,7 5.808 6.656 -12,7 1.707 1.531 11,5 1.218 1.723 -29,3 11 12 -8,3 3 1 200,0 Fonte: INPI Nota: São considerados todos os pedidos protocolados ao longo do mês de referência. (Ver nota metodológica) Os pedidos de patentes alcançaram 2.567, uma retração de 3,5% em relação a abril/2015 e de 4,2% em relação a março/2016. Os pedidos de registro de marcas alcançaram 12.498, o que representa uma redução de 0,8% em relação a abril/2015 e de 19,2% sobre março/2016. (ver nota metodológica) No que se refere a desenhos industriais, foram 483 pedidos depositados em abril/2016. Verificou-se uma retração de 10,6% sobre o mesmo mês do ano anterior e de 4,5% em relação a março/2016. Foram solicitados 133 pedidos de registro de programas de computador em abril/2016, uma expansão de 70,5% sobre igual período do ano anterior e queda de 2,9% em relação a março/2016. Com relação às averbações de contratos, foram apresentados 92 pedidos no mês de abril. Uma retração de 17,1% em relação a abril/2015 e uma expansão de 10,8% em relação a março/2016. Em abril/2016 não houve pedidos de registro de indicação geográfica e de topografia de circuitos integrados. B. mens. Prop. Industr., Rio de Janeiro, v.1, n. 5, p. 1-12, maio 2016. 4 Figura I – Pedidos de Propriedade Industrial (Jan/2013 – Abr/2016) ACUMULADO 12 MESES Os depósitos acumulados de patentes em 12 meses alcançaram 32.861. Sobre o período maio/2014abril/2015, quando atingiram 32.512, houve aumento de 1,1%, a despeito da tendência de queda observada a partir de outubro/2015. Com relação aos pedidos acumulados em 12 meses de registro de marcas, observa-se tendência de recuperação desde fevereiro/2015. No período de maio/2015-abril/2016, totalizaram 161.525 pedidos, um aumento de 2,7% sobre o período anterior (157.272). Mesma tendência ocorre para os depósitos acumulados de programas de computador, que, apesar das oscilações, acumularam 1.707 em 12 meses, crescimento de 11,5% sobre o período anterior (1.531). Observa-se tendência de retração nos pedidos de desenhos industriais e de averbações de contratos. Os pedidos de desenhos industriais totalizaram 5.808, uma queda de 12,7% sobre o mesmo período do ano anterior, com 6.656. Já os pedidos de averbações de contratos totalizaram 1.218, indicando queda de 29,3% sobre o mesmo período do ano anterior (1.723). Também apresentaram queda os pedidos de indicação geográfica acumulados nos últimos 12 meses (8,3%). B. mens. Prop. Industr., Rio de Janeiro, v.1, n. 5, p. 1-12, maio 2016. 5 Figura II – Acumulado em 12 meses (2013-2016) PEDIDOS ACUMULADOS EM JANEIRO-ABRIL/2016 SISTEMAS ON-LINE PARA DEPÓSITOS Dos pedidos de patentes acumulados no período janeiro-abril/2016, foram apresentados 90,5% como pedidos eletrônicos, por meio do e-Patentes. O serviço eletrônico foi relativamente mais utilizado entre não residentes (97% dos depósitos dos não residentes) do que entre residentes do Brasil (69% dos depósitos dos residentes). Em relação aos pedidos de marcas, 99% foram apresentados pelo e-Marcas. Entre residentes o percentual de utilização de pedidos eletrônicos alcançou 99%, ao passo que entre não residentes esse percentual já alcançou 100%. O sistema on-line para depósito de desenho industrial (e-Desenhos), que passou a ser oferecido em maio de 2015, contou com 89% do total de pedidos. O serviço eletrônico foi relativamente bem utilizado tanto por não residentes (88%) quanto por residentes (90%). Do total de pedidos de averbações de contratos, 78% foram apresentados através do e-Contratos. Entre não residentes, esse percentual alcançou 88% e, entre residentes, 76%. Os pedidos de 6 B. mens. Prop. Industr., Rio de Janeiro, v.1, n. 5, p. 1-12, maio 2016. programas de computador, topografias de circuitos integrados e de indicações geográficas ainda não contam com serviços de depósito eletrônico. Figura III – Pedidos de Propriedade Industrial por Mídia de Entrada e Origem de Depositante (2013 – Jan- Abr/2016) EM FOCO | UM PERFIL DOS PEDIDOS DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL EM ABRIL/2016 PATENTES Em abril de 2016, foram depositados 2.567 pedidos de patentes: 2.327 de patentes de invenção, 231 de modelo de utilidade e 9 certificados de adição. No total, clientes de 48 países solicitaram proteção de patentes. Nesse período, entre os 10 países que mais depositaram pedidos de patentes de invenção, estiveram os Estados Unidos (36%), Brasil (15%), Alemanha (7%), Japão (6%), França (5%), Itália e Suíça (4% cada), Suécia, Holanda e China (3% cada). Entre os depósitos de modelo de utilidade, depositantes residentes do Brasil foram responsáveis por 95% dos pedidos. B. mens. Prop. Industr., Rio de Janeiro, v.1, n. 5, p. 1-12, maio 2016. 7 Do total de pedidos de patentes de invenção, 74% representaram a entrada na fase nacional de pedidos PCT. Entre os 10 países que mais depositaram pedidos de patentes de invenção, todos depositaram mais 84% de seus pedidos via PCT, à exceção dos depositantes do Brasil com 2,3%. MARCAS Em abril de 2016, dos 12.498 pedidos de marcas depositados, 7.190 foram marcas de serviços (57,5%), 5.211 marcas de produto (41,7%), 66 marcas coletivas (0,5%) e 31 marcas de certificação (0,2%). Depositantes de 59 países solicitaram proteção para suas marcas: os do Brasil foram responsáveis por 83% dos pedidos e os dos Estados Unidos por 5%. Em seguida, vieram os pedidos da Alemanha (2%), França, Reino Unido, Japão, Suíça, China, Ilhas Caiman e Itália (1% cada). DESENHOS INDUSTRIAIS Em abril de 2016, foram depositados 483 pedidos de desenhos industriais realizados por depositantes de 18 países. Entre os principais depositantes, os do Brasil foram responsáveis por 59% dos pedidos, seguidos por Japão e Estados Unidos (7% cada). Entre os 10 principais ainda aparecem: Alemanha (6%), França (5%), República da Coréia (4%), Itália, Holanda e Suécia (2% cada) e China (1%). CONTRATOS Em abril de 2016, foram depositados 92 pedidos de averbação de contratos, dos quais 41 (45%) envolveram a alteração de certificado já existente, 19 (21%) o serviço de assistência técnica, 11 (12%) o fornecimento de tecnologia, 15 (16%) o uso de marcas, 2 (2%) envolveram mais de uma categoria e 3 (3%) franquia e 1 (1%) envolveu exploração de patentes e de desenhos industriais. Os pedidos foram, na sua maioria, protocolados por representantes do Brasil (84%), podendo ser cedente ou cessionário. EM FOCO | PERFIL E EVOLUÇÃO DOS PEDIDOS DE RESIDENTES EM 2016 PATENTES DE INVENÇÃO No acumulado janeiro-abril de 2016, entre os depósitos de residentes, destacaram-se: pessoas físicas (814 pedidos ou 55%); instituições de ensino e pesquisa e governo (261 pedidos ou 18%); empresas de médio e grande porte (255 pedidos ou 17%); MEI, microempresa e EPP (116 pedidos ou 8%) e associações e sociedades de intuito não econômico (38 ou 3%). No mês de abril de 2016, em relação ao mês anterior, decresceram em 19% os depósitos de patentes de invenção, afetados pela redução dos pedidos das instituições de ensino e pesquisa e governo (35%), de pessoas físicas (-21%); MEI, microempresas e EPP (-10%) e empresas de médio e grande porte (-1%). Já os pedidos de patente de invenção por associações e sociedades de intuito não econômico aumentaram 9% em relação ao mês anterior. MODELOS DE UTILIDADE No acumulado janeiro-abril de 2016, entre os depósitos de residentes, a categoria das pessoas físicas foi a principal depositante com 580 pedidos ou 71% do total. Das demais categorias: MEI, microempresa e EPP (114 pedidos ou 14%); empresas de médio e grande porte (90 pedidos ou 11%); instituições de ensino e pesquisa e governo (24 pedidos ou 3%) e associações e sociedades de intuito não econômico (4 ou 0,5% dos pedidos). No mês de abril de 2016, em relação ao mês anterior, os depósitos de modelos de utilidade por parte de residentes diminuíram 2%, influenciados pela redução nos depósitos as seguintes categorias: instituições de ensino e pesquisa e governo (-86%); empresas de médio e grande porte (-43%) e MEI, B. mens. Prop. Industr., Rio de Janeiro, v.1, n. 5, p. 1-12, maio 2016. 8 microempresa e EPP (-23%). Por outro lado, aumentaram os pedidos de modelo de utilidade por parte de pessoas físicas (15%). MARCAS No acumulado janeiro-abril de 2016, entre os depósitos de residentes no Brasil, destacaram-se MEI, microempresa e EPP com 19.796 pedidos ou 50% do total; empresas de médio e grande porte (10.101 ou 25%) e pessoas físicas (8.620 ou 22%). As demais categorias apresentaram participação menor: associações e sociedades de intuito não econômico (1.170 ou 3%); instituições de ensino e pesquisa e governo (203 ou 1%) e cooperativas (100 ou 0,3%). No mês de abril de 2016, o total de depósitos de marcas por parte dos residentes apresentou redução de 15% em relação a março/2016. Nessa linha, todas as categorias apresentaram redução nos pedidos de residentes em relação a março: associações e sociedades de intuito não econômico (36%); cooperativas (28%); MEI, microempresa e EPP (16%); instituições de ensino e pesquisa e governo (21%); empresas de médio e grande porte (14%) e pessoas físicas (7%). DESENHOS INDUSTRIAIS No acumulado janeiro-abril de 2016, destacaram-se: pessoas físicas (480 pedidos ou 48%); empresa de médio e grande porte (334 pedidos ou 34%) e MEI, microempresa e EPP (151 pedidos ou 15%). No mês de abril de 2016, os depósitos de residentes cresceram 11% em relação a março, sendo influenciados pelo aumento nos depósitos por parte de pessoas físicas (27%) e empresas de médio e grande porte (28%). Por outro lado, decresceram os pedidos de depósitos por parte das instituições de ensino e pesquisa e governo (80%) e MEI, microempresa e EPP (35%). PROGRAMAS DE COMPUTADOR E OUTROS No acumulado janeiro-abril de 2016, no caso de pedidos de programas de computador, as empresas de médio e grande porte apresentaram a maior participação (127 pedidos ou 27%), seguidas por: pessoas físicas (123 pedidos ou 26%); instituições de ensino e pesquisa e governo (121 pedidos ou 27%); MEI, microempresa e EPP (65 pedidos ou 14%) e associações e sociedades de intuito não econômico (40 pedidos ou 8%). No mês de abril, os pedidos de programas de computador de residentes decresceram 3% em relação a março, influenciados pela queda dos pedidos de MEI, microempresa e EPP (-44%) e das instituições de ensino e pesquisa e governo (-26%). Por outro lado, cresceram os pedidos das associações e sociedades de intuito não econômico (+125%); das empresas de médio e grande porte (10%) e de pessoas físicas (+11%). No caso de pedidos de averbação de contratos, 94% foram apresentados por empresas de médio e grande porte e 5% por MEI, microempresa e EPP. B. mens. Prop. Industr., Rio de Janeiro, v.1, n. 5, p. 1-12, maio 2016. 9 Figura IV – Pedidos de Residentes por Tipo de Depositante (Jan-Abr/2016) B. mens. Prop. Industr., Rio de Janeiro, v.1, n. 5, p. 1-12, maio 2016. 10 ANEXO: EVOLUÇÃO DAS DECISÕES EM 2016 Nota: As decisões de contratos de tecnologia de março/2016 foram retificadas em maio/2016. NOTAS METODOLÓGICAS O boletim informa os pedidos depositados no INPI-Brasil, no mês ou ano de referência. São considerados pedidos depositados aqueles pedidos protocolados no INPI-Brasil. A metodologia de apuração dos depósitos de marcas foi revisada em janeiro de 2016, passando a considerar todos os pedidos protocolados independente do pagamento efetuado até a data de coleta dos dados. Vale esclarecer que, em média, 1% dos pedidos protocolados não apresenta pagamento e pode vir a ser considerado inexistente. Para as comparações em relação aos anos anteriores, esta diferença metodológica deve ser considerada nos valores mensais de 2016. As informações do boletim sobre os pedidos referem-se tanto a pedidos eletrônicos como em papel, sendo que estes podem também entrar por qualquer recepção do INPI-Brasil. E, independente da via de entrada, todos os direitos de proteção são válidos por todo o território nacional. Dessa forma, a coleta dos dados dos registros administrativos de entradas é feita junto ao Sistema de Protocolo B. mens. Prop. Industr., Rio de Janeiro, v.1, n. 5, p. 1-12, maio 2016. 11 Automatizado Geral – PAG. A coleta dos dados, que era feita no dia 10, passou a ser feita aproximadamente no dia 1° dia útil do mês seguinte ao da respectiva data de referência do boletim. As informações sobre decisões se referem às saídas, ou seja, são as principais decisões que dão fim ao processamento do pedido, tal como definidas por cada diretoria técnica, como por exemplo, arquivamentos, indeferimentos, concessões, pedidos inexistentes (no caso de marcas) e desistências (no caso de patentes), publicadas na RPI no mês de referência. Para compatibilidade com a nova metodologia dos depósitos de marcas, revisada em janeiro/2016, passaram a ser considerados como decisões de marcas os pedidos considerados inexistentes por falta de pagamento. Vale destacar que as decisões no mês de referência não se referem aos pedidos depositados no mesmo mês e que cada diretoria técnica tem seu tempo de processamento específico. Com relação a contratos de tecnologia, cabe a ressalva de que os requerimentos de averbação englobam os contratos novos e as petições de alteração de certificados de averbação, enquanto as decisões de arquivamento e averbação não discriminam contratos novos e petições a processos já constituídos. B. mens. Prop. Industr., Rio de Janeiro, v.1, n. 5, p. 1-12, maio 2016. 12