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CONCURSO NACIONAL
MGI recebe 83 novos Analistas em Tecnologia da Informação (ATI) aprovados no CPNU 1
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), por meio da Secretaria de Governo Digital (SGD), deu as boas-vindas na tarde desta quarta-feira (29/4) a 83 novos Analistas em Tecnologia da Informação (ATI) aprovados na primeira edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 1). Os aprovados concluíram o curso de formação na última semana. Segundo a SGD, ainda restam 55 alunos realizando o curso de formação em ATI.
Secretário da SGD, Rogério Mascarenhas esteve presente no auditório Celso Furtado para recepcionar as novas e novos servidores públicos. Mascarenhas ressaltou que os integrantes da carreira de ATI serão “agentes permanentes da transformação digital, inclusive para mudar a mentalidade de colegas no serviço público que ainda não tiveram o clique de que governo digital é uma realidade”.
O secretário também destacou o caráter estratégico da carreira de ATI. “Além de contribuírem na entrega de serviços digitais, a atuação dos ATIs gera economia de recursos”, frisou Mascarenhas em relação ao fato de municípios poderem usufruir dos serviços do GOV.BR, e assim poder reduzir gastos.
Tecnologia a serviço da população
Os aprovados, que concluíram o curso de formação da Escola Nacional de Administração pública (Enap), estão com muita expectativa para atuarem no processo de transformação digital do governo federal. Fabiana Gomes acredita que contribuirá para entrega de serviços digitais à população. “Atuar numa carreira transversal é muito bom. Na área de tecnologia, mais ainda pois a gente participa da entrega dos serviços. Vê as pessoas usufruindo dos serviços digitais é fascinante”, contou.
Outro aprovado para integrar a carreira voltada para tecnologia, Ricardo Kobayashi já era servidor público. Atuava como Técnico Administrativo Educacional na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mas não pensou duas vezes em se mudar para Brasília e assumir o cargo de ATI. “Estou muito esperançoso com a proposta de transformação digital do governo federal. Quero contribuir ao máximo para a consolidação das ferramentas digitais.”
Ricardo também contou que a reestruturação da carreira de ATI não apenas o motivou a optar por assumir o cargo, mas também deu um sentido a ela, colocando-a como estratégica no processo de transformação digital pelo qual o país passa. Sobre o curso de formação, ele disse que “está sendo puxado, mas muito importante, pois é feito por quem conhece a área.“
Atuação transversal
As novas e novos ATIs poderão trabalhar em diversos órgãos da administração pública federal, principalmente ministérios, e são vinculados ao MGI, como acontece com outras carreiras transversais. Eles serão distribuídos pela administração pública de acordo com análise de currículos e declarações de áreas de interesse, e em dados do Índice de Maturidade em Governança de TI do SISP (Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação), que mapeia a necessidade de cada um dos 253 órgãos para melhor alocar os recursos humanos.