Agência de Interoperabilidade de soluções digitais – Hiveplace - BB Tecnologia e Serviços (BBTS)
A BBTS juntamente com a empresa Skill Tecnologia (empresa privada de tecnologia) criaram a primeira agência de INTEROPERABILIDADE de soluções digitais, o Hiveplace. Aproveitando a velocidade e capacidade de inovação do setor privado, composto com a robustez, compliance e busca do interesse difuso do setor público, proporcionou o desenvolvimento de uma solução de alta tecnologia com capacidade de impacto social, gerando assim, valor à sociedade.
O Hiveplace exemplifica como uma empresa estatal pode inovar para atender a demandas críticas de políticas públicas. A necessidade de comprovar a vida de beneficiários, como aposentados e pensionistas, é uma questão central para a gestão de recursos públicos e privados, impactando diretamente a efetividade de programas sociais e previdenciários.
DETALHAMENTO
Quanto às etapas de implementação, relaciona-se a seguir:
- HIVELabs: apresentação do HIVELabs; pauta no Comitê de Gestão do Hiveplace, aluguel e estruturação do espaço físico do HIVELabs.
- HIVEPlace PoC: recebimento de demandas e/ou proposições de novos produtos e/ou novos serviços (Clientes, Fornecedores); alinhamentos negociais sobre a viabilidade da realização de prova de conceito; definição dos objetivos da PoC a ser realizada; evidenciação e resultado.
A estruturação do HIVELabs em conjunto com o novo modelo de Provas de conceito (HIVEPlace PoC) busca tornar a experimentação de novos produtos e soluções algo realmente eficaz e que resolva de maneira efetiva dores dos nossos clientes atuais gerando valor e eficiência para o processo.
RESULTADOS E IMPACTOS ALCANÇADOS
A criação do HIVELabs é uma ação inédita do HIVEPlace, uma vez que buscará apartar a inovação e a experimentação da operação efetiva do produto HIVEPlace. Tornando o processo de desenho de novos produtos e modelos de negócio mais célere, efetivo e assertivo.
Ademais, o espaço tem como objetivo proporcionar aos parceiros e aos clientes um local onde possam trocar experiências, dores e caminhos para um alcance, em curto prazo, da melhor forma de solucionar problemas do dia a dia real.
Os resultados esperados com a criação do HIVELabs, bem como, a adoção do modelo HIVEPlace PoC são:
- Realização de experimentações e provas de conceito mais céleres;
- Ofertas mais assertivas aos clientes de nossos produtos;
- Aumento na lucratividade do produto;
- Aumento na eficiência operacional a partir do desenho das jornadas no HIVEPlace PoC dentro do HIVELabs;
- Aumento na satisfação do cliente com visualização dos resultados práticos das experimentações e ofertas assertivas.
LIÇÕES APRENDIDAS
A partir da operação do HIVEPlace e observando os feedbacks de clientes (atuais e potenciais) e dos nossos fornecedores, nota-se, como lições aprendidas, que é importante termos um time e/ou espaço dedicado para inovar dentro do negócio ou do produto.
- Ouvir o cliente;
- Entender a real dor e necessidade;
- Aplicar tecnologias factíveis para a solução da dor/necessidade;
- Ter ciclos de feedbacks constantes relacionados a resolutividade da dor/necessidade;
- Focar na estratégia do seu negócios/produto incrementando o possível com foco na assertividade, eficiência e eficácia;
- Medir constantemente a satisfação do cliente;
- Manter contato próximo ao cliente.
POTENCIAL DE DISSEMINAÇÃO E ESCALABILIDADE
A experiência da BBTS com o Hiveplace mostra que estatais podem liderar iniciativas tecnológicas complexas ao unir a agilidade inovadora do setor privado com a robustez, o compliance e o compromisso público.
O modelo, baseado no HIVELabs e no HIVEPlace PoC, oferece um ambiente seguro para testar soluções interoperáveis voltadas a demandas críticas, como comprovação de vida, alinhando-se às práticas ASG e à governança corporativa.
A separação entre operação e inovação torna o processo mais eficiente e assertivo. A replicação por outras estatais é viável, desde que haja governança forte, transparência, arquitetura aberta, ambiente controlado e equipes qualificadas.
Superar desafios envolve uso de dados sintéticos, laboratórios mínimos viáveis e pactuações jurídicas flexíveis. A escalabilidade é favorecida pela padronização das PoCs, foco na experiência do cliente e fortalecimento de um ecossistema colaborativo.
