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CBA 2026
Ministro André de Paula participa da abertura do 15º Congresso Brasileiro do Algodão
O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, participou, nesta terça-feira (22/09), da abertura do 15º Congresso Brasileiro do Algodão, realizado no Expominas, em Belo Horizonte (MG).
Com o tema “Algodão brasileiro: fibra natural. Uma jornada com propósito, qualidade e transparência”, o evento é promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e reúne, até quinta-feira (24/09), produtores, pesquisadores, consultores, estudantes, representantes da indústria, empresas e lideranças do agronegócio.
Durante a abertura, o ministro destacou a relevância da cadeia algodoeira para o agronegócio brasileiro. “O algodão brasileiro é um exemplo da capacidade do nosso produtor de incorporar tecnologia, inovar e competir com os melhores do mundo. É uma cadeia que transformou nosso cerrado, investindo em genética, manejo, defesa, agricultura de precisão, rastreabilidade e novos negócios. É uma cadeia que se antecipa aos desafios e constrói soluções”, explicou.
André de Paula também destacou a produção recorde de algodão no país. “Não é por acaso que, nesta safra, colheremos mais de 4 milhões de toneladas de pluma, a maior produção da nossa história. Não é por acaso que o Brasil se tornou o maior exportador mundial de algodão. No último ano, ultrapassamos, pela primeira vez, 3 milhões de toneladas exportadas”, evidenciou.
Desde 2024, o Brasil ocupa a posição de maior exportador mundial de algodão e é o terceiro maior produtor da fibra. O desempenho da cadeia reflete a expansão da produção, os investimentos em tecnologia e a adoção de práticas voltadas à sustentabilidade e à qualidade, fatores que ampliam a presença do algodão brasileiro nos mercados internacionais.
FERTILIZANTES
O ministro também destacou a dependência brasileira de fertilizantes importados. “Mais de 25% dos custos das culturas agrícolas brasileiras vêm dos fertilizantes. E o Brasil ainda importa mais de 90% do que utiliza. Por isso, estamos trabalhando ao mesmo tempo no presente e no futuro”, afirmou.
André de Paula citou o acordo firmado com a OCP, no Marrocos, para o fornecimento de 3,8 milhões de toneladas de fertilizantes fosfatados para a safra 2026/27. “Isso representa quase 80% da nossa demanda”, disse.
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