Condições de Viagem
Necessidade de visto para viagens turísticas: não, por 90 dias, renováveis por mais 90 junto à Guarda de Fronteira (Straz Graniczna). Recomenda-se portar sempre documentos que comprovem o propósito turístico da viagem, a hospedagem, bilhete aéreo de volta e recursos financeiros para o período pretendido da viagem.
Necessidade de visto para trabalho: sim.
Moeda: Zloty (PLN). A taxa de câmbio é de aproximadamente PLN 1 = R$ 1,50.
Como chegar:
De avião: não há voos regulares diretos entre a Polônia e o Brasil. Conexões mais frequentes: Paris, Amsterdam, Frankfurt, Munique, Istambul, Lisboa. Há voos sazonais "charter" conectando Varsóvia a Salvador.
De trem ou ônibus: a Polônia possui ampla rede rodoviária e ferroviária que a conecta ao resto da Europa. É possível chegar a virtualmente qualquer lugar do país por terra.
De carro: A qualidade das estradas é boa. Algumas rodovias pedagiadas têm limite de velocidade de 140 km/h. A CNH brasileira, no modelo novo, bilíngue, é válida. As mais antigas precisam de Permissão Internacional para Dirigir.
Por mar: As cidades de Gdansk e Sczeczin possuem linhas de ferry-boats conectando a Poônia a Suécia, Dinamarca e Finlândia.
Condições sanitárias: boas, compatíveis com o restante da União Europeia. A água da torneira é tratada, mas se recomenda fervê-la antes de consumir ou consumir água mineral.
Serviços Médicos: Há várias redes de hospitais privados que atendem estrangeiros, inclusive em inglês. O preço médio da consulta é de cerca de EUR 100,00. Hospitais públicos são bons, mas estrangeiros devem pagar pelo atendimento. É fortemente recomendado ter seguro-saúde válido.
Transporte público: As principais cidades possuem transporte público de excelente qualidade. Na capital, Varsóvia, há integração completa entre ônibus, tram e metrô. Há táxis e transporte por aplicativo disponível. Aluguel de bicicletas e patinetes elétricos está disponível e há excelente rede de ciclovias.
Segurança: a Polônia é um país considerado seguro. Deve-se, no entanto, observar os cuidados normais das grandes cidades. Os golpes mais comuns são o "boa noite, Cinderela"e batedores de carteiras.
Comunicação: não é difícil encontrar quem fale inglês, mas não como em outros países da Europa.
O telefone de emergência é o 112, como no resto da Europa.