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Em relatório, auditoria interna destaca melhoria de processos na fiscalização
Capa do documento Relatório Anual de Atividades de Auditoria Interna referente a 2025
Melhoria na gestão, transparência e rastreabilidade nos processos regulatórios e criação de um método simplificado para priorizar projetos de sistemas da área de fiscalização. Essas foram algumas das contribuições que receberam destaque no Relatório Anual de Atividades de Auditoria Interna (RAINT 2025), apresentado pela Auditoria Interna Governamental (AIG) da Agência Nacional de Mineração. Além dos trabalhos executados e dos resultados alcançados, o documento ressalta o papel que a área desempenhou na interlocução com órgãos de controle e no acompanhamento de suas demandas.
Segundo Luciene Pina, auditora-chefe da agência, no último exercício o setor priorizou a realização de avaliações de auditoria interna, além do tratamento das demandas expedidas pelos órgãos de controle interno e externo e o monitoramento das informações requisitadas, especialmente pela Controladoria Geral da União (CGU).
“Optamos por focar em algumas avaliações em profundidade, pois elas ajudam a identificar fragilidades, prevenir problemas e impulsionar a produtividade e os resultados internos da instituição. Já o trabalho de interlocução com os órgãos de controle aprimora nossa governança, amplia a capacidade de responder às demandas e melhora nossa imagem junto a eles”, argumenta Luciene.
Ao longo de 2025, a auditoria interna avaliou a adequação dos processos de governança, gestão de riscos e controles internos da ANM. O trabalho resultou na implementação de ajustes nos procedimentos deliberativos, dando maior clareza para os fundamentos que servem de base para as decisões da diretoria colegiada.
A área também analisou os gastos com diárias e passagens de servidores, gerando recomendações que resultaram em maior economia, disciplina e aderência às normas. Por fim, a auditoria interna se debruçou sobre o portfólio de projetos de sistemas da Superintendência de Fiscalização (SFI), fazendo uma análise da governança, gestão de riscos e controles internos aplicados.
“O processo contou com grande adesão da equipe da SFI. Avaliamos os critérios de seleção e priorização de projetos ligados aos sistemas de dados da área e o desempenho da fiscalização do ponto de vista regulatório com o objetivo de dar maior transparência e eficiência para as ações”, aponta a auditora-chefe, ressaltando que em 2026 o setor está se debruçando sobre ações da Superintendência de Outorga e Títulos Minerários (SOT).
Restruturação e capacitações
O relatório ainda destacou a reestruturação da área de auditoria interna, que contou com a chegada de dois novos servidores do concurso público de 2025, mas teve a saída de dois outros integrantes, sendo um deles por aposentadoria. O trabalho desenvolvido junto aos ingressantes envolveu a criação de uma trilha de aprendizagem com conhecimentos basilares na área.
“As capacitações focaram em dar uma base em auditoria, incluindo os principais normativos e conhecimentos a respeito da atuação de instituições como CGU, TCU e organismos internacionais. A perspetiva com a chegada desses servidores é muito positiva. Esperamos construir um ambiente saudável e produtivo para entregar ainda mais valor para a agência”, encerra.
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Bruno Meirelles — ASCOM da Agência Nacional de Mineração |
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